segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sérgio Cabral quer usar taxa de incêndio para dar gratificações bombeiros

Rio de Janeiro, Brasil – O governador Sérgio Cabral anunciou na noite deste domingo que enviará nesta
segunda-feira uma mensagem à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) modificando a destinação dos recursos do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom) e determinando que 30% deles sejam utilizados para pagamento de gratificações aos bombeiros.
Segundo comunicado oficial da assessoria do governador, os 70% restantes serão utilizados na manutenção e aquisição de equipamentos e treinamento de pessoal para o trabalho de Defesa Civil, e também na assistência médico-hospitalar e assistência social do Corpo de Bombeiros. Em 2010, segundo o governo, o fundo arrecadou cerca de R$ 110 milhões.

Com informações O Dia Online

2 comentários:

  1. Por que o ato dos bombeiros cria um precedente perigoso

    Os bombeiros assim como qualquer categoria têm o direito de pedir melhoria salarial, ocorre que por servirem junto com a PM, sob regime militar, lhes é vetado o direto à greve. Nos últimos dias o que tenho visto no Rio é um circo. Uma categoria que vem sendo “doutrinada” por políticos faz meses, chega ao ponto de rasgar sua lei militar, invadir um quartel, ocupar e inutilizar viaturas.
    Ora, isso é inadmissível em um estado de direito. Imaginemos se médicos decidem fazer greve, invadir hospitais, furar pneu das ambulâncias e trancar as portas; E se um dia policiais em greve ocuparem os presídios e ameaçarem soltar os presos? Não obstante, teríamos ainda a possibilidade de Soldados do exército em greve, colocarem tanques para obstruir vias. Pergunto: Onde a sociedade vai parar? É esse o precedente que a sociedade deseja abrir com os bombeiros?
    Para que não corramos esse risco há uma legislação militar que rege as FFA, Bombeiros e a PM. Independente de qualquer pleito salarial, ela tem de ser respeitada. No momento em que a sociedade permitir que essa lei seja ignorada, estará pondo em risco sua própria ordem.

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  2. Sem sombra de dúvidas, meu amigo, você está corretíssimo em suas colocações e cobertíssimo de razão. É lamentável sabermos que a remuneração seja tão baixa, todavia, como muito bem colocado por ti, não podemos, em função disso, bater palmas pelo descumprimento da lei que os rege. Não diferente, sempre que se fala no Rio de Janeiro, as suas belezas e encantos acabam ficando em segundo plano. É passada a hora de se ter um Estado e sua capital moralizados e transformados em um bom lugar para se viver. Grande abraço.

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