sexta-feira, 27 de abril de 2012

Polícia de Portugal não tem dados para reabrir caso Madeleine

As autoridades portuguesas não contam com nenhum elemento novo que permita determinar a reabertura da investigação sobre o desaparecimento, em 2007, da menina britânica Madeleine McCann durante férias em Portugal, conforme afirmado à AFP por funcionário da Polícia Judicial (PJ). “Até o momento, não há elementos novos que permitam reabrir a investigação”, declarou Pedro do Carmo, diretor-nacional adjunto da PJ.
Uma equipe de investigadores portugueses segue reexaminando o caso, em colaboração com policiais britânicos, acrescentou. Cinco anos depois do desaparecimento da menina, a polícia britânica declarou, na ontem, 25, que existiria uma possibilidade de Madeleine McCann estar viva e convocou as autoridades portuguesas a reabrir o caso.
“Acreditamos, sinceramente, que existe uma possibilidade de que ela esteja
viva”, declarou Andy Redwood, da Divisão de Homicídios e Crimes Graves da Scotland Yard [foto] em um rápido encontro com a imprensa, durante o qual divulgou uma foto alterada por computador que mostra o provável aspecto da menina, hoje com quase nove anos. Redwood disse ainda que, numa estimativa conservadora, a equipe de investigação reuniu 40 mil evidências que totalizam cerca de 100 mil páginas de processo. Os investigadores mostraram o que, aparentemente, são “lacunas” na linha do tempo estabelecida pelos médicos forenses, indicando existir oportunidades para que Madeleine tenha sido raptada.
A polícia aproveitou a ocasião para difundir a foto criada por computador para
mostrar como a pequena Maddie [foto], que, no próximo dia 12 de maio, faria nove anos, seria agora e também voltou a pedir a cooperação dos cidadãos para fornecer qualquer informação que possa contribuir para a investigação. “Acreditamos que é a única maneira que podemos estabelecer adequadamente o que aconteceu com Madeleine McCann e, em última instância, fechar o caso com uma solução”, concluiu Redwood.
Segundo a polícia britânica, os colegas portugueses também desejam uma reabertura do caso, mas a decisão corresponde à Justiça do país. A pequena Maddie desapareceu na noite de três de maio de 2007, poucos dias antes de seu quarto aniversário, em seu apartamento de um complexo turístico da Praia da Luz (Algarve, Sul), onde seus pais a colocaram para dormir antes de ir jantar em um local próximo com amigos.
O caso foi investigado durante 14 meses e fechado sem nenhum resultado em
Portugal. Mas os pais da pequena Maddie, Gerry e Kate McCann [foto], convencidos de que a mais velha de seus três filhos foi sequestrada, pressionaram para que o governo britânico pedisse à polícia, em maio de 2011, uma revisão dos diferentes elementos recompilados ao longo da investigação.
A família McCaan ficou encorajada depois da revisão feita pela Scotland Yard, segundo seu porta-voz Clarence Mitchell. “Eles tiraram uma grande força de todo este processo. Eles sentem que, finalmente, um procedimento adequado de investigação está para ser aplicado à investigação”, afirmou acrescentando que “a resposta está em algum ponto de toda essa montanha de informações”.

(*) Com informação AFP

“Caravana” busca assinaturas para melhorar a saúde no Brasil


A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), com aporte da Comissão de Saúde da Casa, integra o Movimento Nacional por mais Recursos para a Saúde cujo objetivo é a proposição e aprovação pelo Congresso Nacional do projeto de lei de iniciativa popular, que determina a aplicação mínima de 10% da receita corrente bruta da União na saúde pública.
O Movimento Nacional é uma iniciativa da Associação Médica Brasileira (AMB), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Academia Nacional de Medicina (ANM). Em Minas, além da ALMG, a mobilização conta com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Associação Mineira de Municípios (AMM), Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), OAB-MG, entre outros, e foi lançada no último dia 13 de abril.
Para dar impulsão ao Movimento Nacional em território mineiro, a "Caravana da Saúde" escolheu o município de Poços de Caldas, no Sul do estado, para iniciar sua incursão em busca de assinaturas para viabilizar o protocolo da proposição no Congresso Nacional.
O encontro e início da campanha “Assine+Saúde” aconteceu na manhã desta quinta-feira, 26, na sede da Câmara de Vereadores poços-caldenses e levou para a cidade os deputados Dinis Pinheiro, presidente da ALMG, Carlos Mosconi, presidente da Comissão de Saúde da ALMG e cuja base eleitoral está fixada naquele município, entre outros parlamentares estaduais. Também estiveram presentes, o prefeito poços-caldense, Paulo César Silva, o presidente do legislativo municipal, vereador Waldemar Lemes Filho, o secretário Municipal de Saúde de Poços de Caldas, José Júlio Balducci, vários vereadores, representantes locais e regionais das entidades que encabeçam o Movimento Nacional, bem como representantes de diversos municípios do Sul de Minas.
Viabilização
Para que o projeto de lei de iniciativa popular possa ser apresentado, são necessárias, no mínimo, 1,5 milhão de assinaturas colhidas em, pelo menos, cinco estados da federação, todavia, considerando que o Movimento Nacional por mais Recursos para a Saúde já foi deflagrado em quase todo o território brasileiro, acredita-se que esta seja apenas uma informação secundária para a apresentação de projetos de iniciativa popular.
O objetivo é recolher essas assinaturas, em todo o país, até o dia 30 de junho.
Para participar, o cidadão deve assinar o abaixo-assinado, informando seu nome completo, endereço e título de eleitor.
Depois do Sul de Minas, a “Caravana da Saúde” segue para o Triângulo Mineiro, com chegada prevista em Uberaba no dia 23 de maio.

Declarações [clique nos vídeo para assistir às entrevistas]
Logo na chegada, o presidente da ALMG, deputado Dinis Pinheiro, falou com a imprensa sobre sua expectativa com a “Caravana da Saúde” e os investimentos do Estado e municípios na saúde.
De acordo com ele, a média de aplicação na área da saúde pelos municípios mineiros é de 24%, quando deveria ser de 15%, enquanto os investimentos por parte da União ficam no nível do que é investidos por países pobres da África, cerca de 8% do Produto Interno Bruto (PIB).

videoPara o presidente da Comissão de Saúde da ALMG, deputado Carlos Mosconi, há uma lacuna que precisa ser preenchida, se referindo ao financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) desde a sua criação.
De acordo com ele, a última esperança era a aplicação da Emenda Constitucional 29, sancionada em janeiro deste ano e que determina, aos Estados, o investimento de 12% de suas receitas na saúde, aos municípios, 15%, e, à União, o mínimo de 10%, percentual que foi vetado pela presidente Dilma Rousseff.
video“O Governo Federal, detentor de maior parte dos recursos, não possui percentual definido. Nossa campanha quer recompor o texto original”, ressaltou Mosconi.
Em 1995, quando era deputado federal, o parlamentar foi autor da proposição inicial que resultou na Emenda 29.
Assim, a “Caravana da Saúde” e, consequentemente, o Movimento Nacional por mais Recursos para a Saúde, surgem como uma nova bandeira para assegurar recursos e melhorar a saúde no Brasil.
videoPara o prefeito poços-caldense, Paulo César Silva, é injsto que este fardo pese mais aos municípios.
videoDe acordo com o chefe do Executivo, o seu município tem investido recursos da ordem de 28% na área da Saúde, o que significa dizer o desvio de recursos que deveriam ser aplicados em outros setores. As afirmações do prefeito poços-caldense são confirmadas pelo atual secretário de Saúde, José Júlio Balducci. Conforme declarado pelo secretário, em 2010, foram investidos, pelo município, 25% da receita em saúde. No ano passado este percentual subiu para 28% e, em sua avaliação, caso não haja maior presença de recursos por parte da União, e também do Estado, os municípios não terão condições de atender a demanda de suas populações.

sábado, 21 de abril de 2012

Acompanhante de luxo revela conduta de agente secreto dos EUA

Prostituta colombiana contou como agente lhe pagou bebidas, levou-a para o quarto e expulsou-a quando ela pediu mais do que US$ 30

Um agente do Serviço Secreto responsável pelos preparativos para a chegada do presidente americano, Barack Obama, para uma reunião de cúpula internacional e uma mãe solteira da Colômbia que ganha a vida como acompanhante de luxo tiveram um desentendimento em um quarto do Hotel Caribe [foto] na semana passada.
Aparentemente, os dois discordaram a respeito do quanto ele devia por serviços
prestados por ela na noite anterior. “Eu disse a ele: ‘Baby, cadê o meu dinheiro?’”, explicou a mulher em seus primeiros comentários públicos sobre uma briga que rapidamente se tornou um escândalo de grandes proporções.
A disputa aconteceu depois que o agente ofereceu US$ 30 para a mulher por serviços que ela disse custar 25 vezes mais. O desentendimento envolveu a acompanhante de luxo, outra mulher do ramo, policiais colombianos e agentes federais americanos e aconteceu no início da manhã no corredor do luxuoso hotel. Os agentes até tentaram, mas não conseguiram manter o assunto – que abalou a reputação do serviço secreto – em sigilo.
Sentada em um sofá em sua sala de estar, vestindo uma saia jeans curta, salto alto e um top apertado e decotado, a mulher descreveu como ela e uma amiga foram abordadas por um grupo de homens americanos em uma discoteca. Ela contou seu lado da história, que contrastou com a versão oficial dos eventos relatada em Washington. Segundo ela, os homens compraram uma garrafa de vodca Absolut para a mesa em que ela estava sentada e quando acabaram com essa garrafa, compraram uma segunda.
“Eles nunca me disseram que trabalhavam para Obama”, disse ela. “Eles foram muito discretos”.
Um motorista de táxi que pegou a mulher no Hotel Caribe na manhã após o encontro disse ter ouvido ela e outra mulher discutir com os agentes a respeito de seu pagamento. Quando abordada pelo New York Times, a mulher relutou em falar sobre o acontecido. Conforme ela contava sua história, visivelmente nervosa, uma amiga completava com detalhes que pareciam incrementar ainda mais a veracidade de seu ponto de vista.
Aparentemente, houve uma grande falta de comunicação entre a mulher de 24 anos de idade, que não quis informar seu nome completo, e o americano que ficou sentado ao lado dela durante toda a noite e que a convidou para seu quarto. Ela concordou, parou no caminho para comprar preservativos, mas disse que ele teria de lhe comprar um presente. Ele perguntou quanto. Não sabendo que ele trabalhava para Obama, mas imaginando se tratar de um estrangeiro com bastante dinheiro, ela disse que US$ 800.
Nível
O preço, ela disse, já indicava que ela era uma acompanhante de luxo e não uma prostituta. “Eu tenho formação superior”, disse ela. “Uma acompanhante é alguém que um homem pode levar para jantar fora. Nós, normalmente, nos vestimos bem, usamos maquiagem de bom gosto, falamos e agimos como damas. Eu pelo menos sou assim.”
Por volta das 6h30 da manhã seguinte, depois de ser acordada por um telefonema da recepção do hotel lembrando-a que, pelas regras do estabelecimento para prostitutas, ela tinha de ir embora, qualquer que tivesse sido o combinado pelos dois acabou sendo ignorado. Ela lembrou que o homem lhe disse que havia bebido demais quando discutiram o preço. Ele respondeu com uma oferta de 50 mil pesos, equivalente a cerca de US$ 30.
Indignada com uma oferta tão baixa, ela insistiu em discutir o assunto. Ele ficou irritado, mandou-a para fora do quarto e a xingou, ela disse.
Ela contou que começou a chorar e atravessou o saguão do hotel, onde encontrou uma outra acompanhante que havia passado a noite com outro americano do mesmo grupo. Ambas as mulheres começaram a tentar obter seu pagamento.
Elas bateram à porta, mas não obtiveram resposta. Ela ameaçou chamar a polícia, mas o amigo do homem implorou para que não o fizesse, dizendo que não queriam problemas. Finalmente ela disse que foi embora para sua casa, mas que se deparou com um policial no corredor do hotel, que chamou um de seus colegas fluente em inglês.
Ele a acompanhou de volta para o quarto e a ajudou na discussão com os homens. Dois outros americanos do grupo saíram de seus quartos e montaram guarda na frente da porta trancada. Os dois oficiais colombianos tentaram argumentar o caso da mulher.
Um oficial de segurança do hotel chegou. Eventualmente, ela baixou a demanda para US$ 250, que ela disse ser valor que precisava pagar ao homem que a ajuda a encontrar seus clientes. Ansiosos para resolver essa questão rapidamente, os americanos lhe deram alguns dólares e dinheiro local que equivaliam a cerca de US$ 225 e então ela foi embora.
Ele descobriu apenas dias depois que o homem era um agente do Serviço Secreto americano. Ela se disse indignada com a maneira como os noticiários e jornais a descreveram como prostituta, como se ela andasse pelas ruas pegando qualquer cliente.
“É quase a mesma coisa, mas é diferente”, explicou, indicando que é muito mais seletiva na hora de escolher seus clientes e cobra muito mais do que uma prostituta. “É como quando você compra uma bebida de luxo ou um Black Berry ou um iPhone. Todos eles têm um preço diferente.”
A mulher oscilava entre sentir raiva e medo à medida que falava sobre sua desventura. “Estou com medo”, disse ela, indicando que não queria que o homem, com o qual passou a noite, tivesse qualquer tipo de problema em seu trabalho. Mas ao mesmo tempo ela sente medo de que ele queira se vingar.

(*) Com informação iG e The New York Times

Bahrein vive tensão antes de polêmico GP de F-1

Um morto na repressão aos protestos no Bahrein na véspera do Grande Prêmio de F-1
A capital do Bahrein, Manama, vive momentos de tensão neste sábado, 21, em meio à expectativa de mais confrontos por conta do Grande Prêmio de Fórmula 1, a ser realizado no domingo, 22.
Veículos blindados e carros policiais patrulhavam a cidade, para conter possíveis manifestações como as da última sexta-feira, 20, que reuniram dezenas de milhares de pessoas, em sua maioria xiita, em atos contra o governo.
Segundo a agência Reuters, já há relatos de protestos e enfrentamentos em diversas regiões do país neste sábado.
Os manifestantes, integrantes da maioria xiita do país, dizem sentir-se marginalizados e criticam a volta da corrida de Fórmula 1 ao país – o GP fora cancelado no ano passado, em meio aos distúrbios da Primavera Árabe. A alegação dos críticos é de que o evento legitima o governo de maioria sunita e a repressão contra a população.
Políticos e defensores dos direitos humanos vinham pedindo um novo cancelamento da corrida.
Ao mesmo tempo, enquanto os pilotos da F-1 se ocupavam das provas classificatórias, ativistas da oposição disseram que o corpo de um manifestante foi encontrado nos arredores de Manama. O homem, identificado como Salas Abbas, teria participado dos protestos que se estenderam pela noite sexta-feira e madrugada de sábado.
Pelo Twitter, o Ministério do Interior do país confirmou a morte e disse que o caso será investigado.
Questão moral
A FIA, órgão que controla a Fórmula 1, disse que só deu a luz verde para a realização do GP do Bahrein depois que o governo afirmou que a segurança estava sob controle.
O correspondente da BBC no Oriente Médio, Rupert Wingfield-Hayes, explica que membros da FIA se perguntaram por dias se era seguro voltar a realizar o GP
bareinita
. Mas ele opina que essa é a pergunta errada – dificilmente participantes da corrida automobilística estariam em risco, de qualquer forma.
A questão maior é de âmbito moral, diz ele.
“A pergunta certa é: Será que a F-1 deveria voltar ao Bahrein? Sem dúvida muitos bareinitas estão animados com o retorno da prova, após o cancelamento no ano passado, e esta atrairá muitos turistas e dinheiro da Arábia Saudita, de Dubai e do Kuait. O mais feliz de todos será o rei Hamad Al Khalifa e seu clã sunita, que governa a ilha há mais de 200 anos. Quem não ficará feliz é a maioria xiita.”
Para muitos xiitas, explica o correspondente, a realização do GP dá um selo simbólico de aprovação internacional ao regime bareinita, depois de um ano de semiostracismo.
“Não queremos a Fórmula 1”, disse à BBC um manifestante, em condição de anonimato. “Eles ignoram nosso sofrimento durante esse show, mostrando que as coisas estão pacíficas, que as pessoas estão felizes. Mas a realidade não é assim.”
Levantes
O Bahrein é um dos países do Oriente Médio a registrar levantes relacionados à Primavera Árabe.
Ao longo dos últimos anos, o país vinha implementando mais garantias de
liberdade de expressão, e monitores apontavam melhoras na situação de direitos humanos. Porém, em meio aos protestos do mundo árabe em 2011, o governo bareinita pediu ajuda a militares sauditas para sufocar as manifestações, que pediam mais benefícios à maioria xiita.
O GP do Bahrein do ano passado acabou cancelado depois da morte de 35 pessoas, em fevereiro e março, durante repressões às manifestações populares.
Quanto ao GP deste ano, o príncipe bareinita, Salman bin Hamad Al Khalifa disse que um eventual cancelamento da corrida automobilística “apenas daria poder a extremistas”. Ele defendeu que a prova esportiva “constrói pontes entre comunidades”.
Jean Todt, presidente da FIA, também defendeu a realização da prova, alegando que “não foi encontrada nenhuma (razão) para impedir a corrida”.
“Em termos racionais, decidimos que não havia motivos para mudarmos de ideia”, afirmou.

(*) Com informação BBC, AFP, Uol, Terra e Lance Press

Reflexão - O Bambu Chinês

O bambu chinês (bambusa mitis) é uma planta da família das gramíneas, nativa do Oriente.
Destacamos aqui uma particularidade muito interessante, relativa ao seu crescimento.
Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a
partir do bulbo.
Durante 5 anos, todo crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu.
O que ninguém vê, é que uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra, está sendo cuidadosamente construída.
Então, lá pelo final do quinto ano, o bambu chinês cresce, até atingir a altura surpreendente de 25 metros.
Quantas coisas em nossa vida são similares ao bambu chinês...
Trabalhamos, investimos tempo, esforço, dedicação, e às vezes não vemos resultado algum por semanas, meses ou anos.
Quem sabe, se lembrarmos desta lição que a natureza nos dá, através do bambu chinês, teremos a paciência necessária para esperar o tal quinto ano.
Assim não deixaremos de persistir, de lutar, de investir em nós mesmos, sabendo que os frutos virão com o tempo.
Muitos ainda somos imediatistas, desejando o retorno fácil, a conquista instantânea.
Esquecemos que todas as grandes e valorosas conquistas da alma demandam tempo, exigem esforço de muitos e muitos anos, e às vezes de muitas vidas.
Este hábito de não desistir de nossos objetivos, de continuar tentando, de não se abalar perante os inevitáveis obstáculos, constitui uma virtude.
Continuar, persistir, manter constância e firmeza, fazem parte da importantíssima virtude da perseverança.
A perseverança é o combustível dos vencedores.
Mas não dos vencedores mundanos, de vitórias superficiais e transitórias. Mas daqueles que vencem a si mesmos, que vencem dificuldades no anonimato.
Thomas Edison, homem perseverante, afirmou que nossa maior fraqueza está em desistir, e que o caminho mais certo para vencer é tentar mais uma vez.
E quantas centenas de vezes ele tentou fabricar sua lâmpada, sem sucesso... E o
mais interessante é que as muitas tentativas frustradas lhe davam mais forças ainda.
Eu não falhei. – dizia ele. Encontrei 10 mil soluções que não davam certo.
Em outro momento afirmou que os três grandes fundamentos para se conseguir qualquer coisa são: primeiro, trabalho árduo; segundo, perseverança; terceiro: senso comum.
Aprendamos com esses expoentes que muito conseguiram, não vislumbrando apenas os louros da glória, ou apenas admirando contemplativamente.
Respeitemo-los por suas aquisições valorosas, e enxerguemos o caminho todo que trilharam até conseguir seu sucesso.

(*) Com informação Momento de Reflexão

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Caixa Econômica volta a anunciar redução de taxas de juros

Na semana passada, a Caixa já havia anunciado redução de juros, assim como o Banco do Brasil. Copom voltou a cortar taxas e influenciou a nova queda.

A Caixa Econômica Federal voltou a anunciar redução na taxa de juros de produtos para pessoa física e jurídica.
Segundo nota da instituição, divulgada nesta sexta-feira, 20, a redução acompanha a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de cortar a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75 ponto percentual, na última quarta-feira, 18. As novas taxas passam a vigorar na próxima segunda-feira, 23.
De acordo com a Caixa, a redução para pessoa física abrange as taxas mínimas e máximas para o empréstimo consignado para aposentados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Também caem as taxas mínimas para financiamento de veículos e Crédito Pessoal – CDC Salário.
Para pessoa jurídica, a redução das taxas abrange novos produtos voltados para as micro, pequenas e médias empresas. Segundo a Caixa, os destaques são as operações de capital de giro parcelado – crédito especial empresa com garantia do FGO – Fundo Garantidor de Operações. As empresas passarão a contar com taxas que variam de 1,29% ao mês (a.m.) a 2,05% a.m.
A operação de antecipação de recebíveis imobiliários – Construgiro – passa a ter uma taxa mínima de 0,97% ao mês e máxima de 1,46% ao mês, acrescidas da TR (Taxa Referencial). Essa linha é destinada às empresas de construção civil.
Na semana passada, a Caixa já havia anunciado redução de juros, assim como o Banco do Brasil (BB). Na última quinta-feira, 19, o BB também voltou a cortar as taxas de juros, após decisão do Copom.
A estratégia dos bancos públicos, em reduzirem juros na semana passada, e a pressão do governo levou as instituições privadas, como Bradesco e Itaú, a também anunciarem, na última quarta-feira, 18, cortes das taxas.

(*) Com informação DCI

Músico da banda Men At Work é encontrado morto na Austrália

Greg Ham foi encontrado em casa no subúrbio de Melbourne; morte está sendo investigada

O músico Greg Ham, da banda de rock australiana Men At Work, foi encontrado morto na última quinta-feira, 19, por um grupo de amigos em uma casa no subúrbio
de Melbourne.
O sargento da Polícia australiana, Shane O’Connell, comunicou à imprensa que a causa da morte está sendo investigada e que, por enquanto, há alguns “aspectos inexplicáveis”.
“Neste momento não estamos preparados para entrar em detalhes precisos do que aconteceu”, acrescentou O’Neill, segundo a rede de televisão ABC.
Ham, que tinha 58 anos, se juntou à banda em 1979, em substituição a Greg Sneddon, e tocava flauta, saxofone e teclado.
O grupo alcançou reconhecimento nacional em 1981, com a canção “Who Can It Be Now?”, e ganhou fama internacional no ano seguinte, com o álbum “Business as Usual”, que liderou as paradas da Austrália, Estados Unidos e Reino Unido.

(*) Com informação EFE

Diplomata suspeito de abuso foge do Brasil

O diplomata iraniano suspeito de molestar meninas em um clube de Brasília fugiu do país. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, disse que as acusações são graves e que vai pedir esclarecimentos à Embaixada do Irã.
O suspeito é Hekmatollah Ghorbani tem 51 anos e é conselheiro de missão diplomática no Brasil desde fevereiro de 2010.
De acordo com uma testemunha, ele mergulhava na piscina e passava a mão no corpo das meninas. “Tinha umas dez crianças na piscina e todas elas foram molestadas”, afirma.
O diplomata chegou a ser detido, mas foi liberado, sem prestar depoimento. A polícia explicou que, por causa da imunidade diplomática, ele não pode ser julgado e nem preso no Brasil.


(*) Com informação Band.com e Primeiro Jornal

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Índia testa míssil capaz de jogar bomba atômica em Pequim

A Índia testou com sucesso, hoje, 19, um míssil capaz de transportar armas nucleares e de alcançar Pequim e o Leste Europeu – distância que poucas potências nucleares conseguem atingir.
Imagens de TV mostraram o foguete Agni-5 furando as nuvens após ser lançado numa ilha da costa Leste indiana. Não ficou claro quanto o foguete voou antes de atingir seu alvo no oceano Índico, mas sabe-se que o alcance dele é superior a cinco mil quilômetros.
O ministro da Defesa qualificou o teste como “imaculado”, e o primeiro-ministro
Manmohan Singh celebrou “mais um marco na nossa busca para ampliar a credibilidade da nossa segurança e preparação”.
O Agni-5, quase totalmente de fabricação local, foi concebido tendo em mente uma ameaça da vizinha China. O governo diz que ele só estará operacional dentro de pelo menos dois anos.
Acredita-se que apenas os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU – EUA, China, Rússia, França e Grã-Bretanha – mais Israel tenham armas com tão longo alcance.
O desenvolvimento do foguete é parte da política militar indiana dos últimos anos, que fez do país o maior importador mundial de armas, tentando melhorar as antiquadas condições das suas vastas Forças Armadas.
O teste foi anunciado com bastante antecedência e não atraiu as mesmas críticas dirigidas pelo Ocidente na semana passada à Coreia do Norte, que disparou um foguete de longo alcance semelhante, o qual, no entanto, caiu no mar logo em seguida.
Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, disse que isso ocorreu porque “o histórico da Índia apresenta forte contraste com o da Coreia do Norte, que foi submetida a inúmeras sanções (...) pelo Conselho de Segurança da ONU”.
A chancelaria chinesa disse que Pequim e Nova Délhi deveriam “se empenhar em manter uma cooperação estratégica amistosa”, de modo a promover a paz e a estabilidade na região.
“China e Índia são grandes nações em desenvolvimento. Não somos competidores, e sim parceiros”, disse Liu Weimin, porta-voz da chancelaria.
Já o tabloide “Global Times”, ligado ao Partido Comunista Chinês, foi menos conciliador. “A Índia não deveria subestimar sua força”, disse o jornal em editorial prévio ao lançamento, que foi adiado em um dia devido ao mau tempo.
A Índia não assinou o tratado de não proliferação nuclear, mas, na prática, goza de legitimidade para o seu arsenal, reforçada por um acordo nuclear civil de 2008 com os EUA.
Na quarta-feira, 18, a Otan disse que não considera a Índia uma ameaça. O Departamento de Estado dos EUA afirmou que o histórico de não proliferação da Índia é “sólido”, mas pediu comedimento.

(*) Com informação Reuters

Estudo indica que reprodução por ovos selou destino de dinossauros

O fato de dinossauros terrestres colocarem ovos foi o que selou o seu destino, levando-os à extinção em massa há milhões de anos, enquanto mamíferos vivíparos floresceram, afirmaram cientistas em um estudo publicado ontem, 18.
Numa nova explicação para a vitória evolutiva dos mamíferos sobre os dinossauros, cientistas afirmaram que um modelo matemático demonstrou que o tamanho dos filhotes foi determinante.
Em vista das limitações do tamanho do ovo, os dinossauros tinham filhotes comparativamente pequenos. Alguns eclodiam pesando entre dois e 10 quilos e tinham que crescer até 30 ou 50 toneladas.
Durante o crescimento, os jovens tinham que competir por comida com adultos de outros grupos animais e de tamanhos diferentes, relatou o cientista Marcus Clauss, da Universidade de Zurique, citado pela AFP.
Isso significou que todas as categorias animais de porte pequeno ou médio, sustentadas pelo ambiente, estavam “ocupadas”, tirando o espaço necessário para as espécies menores de dinossauros se desenvolverem, segundo descobertas publicadas na Biology Letters, periódico da Royal Society, academia de ciências britânica.
“Há muito espaço no ecossistema para espécies pequenas, mas (neste cenário) o espaço é ocupado pelos jovens das espécies grandes”, explicou Clauss.
“Este não foi um problema por 150 milhões de anos, mas assim que algo acontece, levando todas as grandes espécies, deixando apenas as pequenas, se não houver espécies pequenas para ocupar este espaço, então todo o grupo desaparece”, acrescentou.
O evento catastrófico que varreu todas as formas grandes de vida da Terra 65 milhões de anos atrás representou o fim dos dinossauros terrestres.
Os cientistas têm opiniões divergentes acerca de se os répteis escamosos morreram antes ou depois de um meteorito cair na Terra, num evento que ficou conhecido como impacto Cretáceo-Terciário, que deixou em suspensão bilhões de toneladas de cinzas de vegetação carbonizada e poeira que impedia a entrada da luz do sol, causando um “Inverno nuclear” que resfriou o planeta e enfraqueceu a vegetação.
Os mamíferos não tiveram as mesmas limitações de tamanho, explicou Clauss, porque seus filhotes não nasceram tão pequenos comparativamente e não precisavam competir por comida com outras espécies, uma vez que eram amamentados por suas mães.
Isto significa que havia espécies menores de mamíferos capazes de lidar com um ambiente pós-catástrofe e evoluir para novas espécies juntamente com as aves, que também são dinossauros.
“A pergunta que assombra algumas pessoas, inclusive a mim, é por que os mamíferos sobreviveram e os dinossauros não? Acho que temos uma resposta muito boa para isto”, acrescentou Clauss.
Os cientistas afirmam que o tamanho dos ovos é restrito por limites como a espessura da casca, que precisa permitir que o oxigênio chegue até o embrião.
O titanossauro, um monstro de quatro toneladas conhecido por ser o maior vertebrado que já viveu sobre a Terra, era 2.500 vezes mais pesado do que seus filhotes recém-nascidos. A mãe de um elefante moderno pesa 22 vezes mais do que seu filhote.
Os cientistas afirmam que todos os animais com massa corporal entre 10 e 25 quilos morreram na extinção maciça.

(*) Com informação AngolaPress e AFP

Geólogos encontram ovos de dinossauro na Chechênia

Fósseis foram descobertos durante construção de estrada. Cerca de 40 ovos já foram encontrados e pode haver mais sob a terra.

Geólogos da região da Chechênia, no sul da Rússia, encontraram o que acreditam ser ovos de dinossauro fossilizados, postos por um dos enormes répteis que habitaram a Terra há mais de 60 milhões de anos.
“Encontramos cerca de 40 ovos até agora; o número exato ainda não foi estabelecido”, disse o geólogo Said-Emin Dzhabrailov, da Universidade Estadual da Chechênia. “Pode haver muitos outros debaixo da terra”.
A descoberta foi feita quando uma equipe de obras explodia uma encosta para construir uma estrada perto da fronteira da região com a Geórgia, nas montanhas do Cáucaso.
Uma equipe de geólogos encontrou os objetos ovais, semelhantes a pedras, com tamanhos que variam de 25 centímetros a um metro, em uma recente viagem à área, disse Dzhabrailov. Ele afirmou que é preciso que paleontólogos determinem quais espécies de dinossauros puseram os ovos.
Dzhabrailov afirmou que o governo regional checheno, que quer afastar a reputação de violência da região, pensa em transformar a área em uma reserva natural e busca atrair turistas.

(*) Com informação Reuters

São Paulo, Verdão, Bota, Galo e Grêmio decidem oitavas em casa

Paranaenses Coxa, Atlético e Paraná farão primeiros jogos como mandantes
A CBF definiu, em sorteio realizado na tarde desta quinta-feira, 19, os mandos de campo dos duelos válidos pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Assim, São
Paulo, Palmeiras, Cruzeiro, Botafogo, Atlético-MG e Grêmio decidirão a vaga nas quartas de final em casa.
Curiosamente, os paranaenses Coritiba, Atlético e Paraná farão os primeiros jogos em seus domínios.
Do único jogo desta quinta-feira, entre Bahia e Remo, sairá o rival da Portuguesa nas oitavas de final. O vencedor deste confronto decidirá a classificação em casa. O Remo venceu o primeiro jogo por 2 a 1.
Vale lembrar que nas oitavas de final não há mais eliminação do jogo de volta. Todos os classificados recebem uma cota fixa de R$ 300 mil.

Confira os primeiros confrontos das oitavas

Paraná x Palmeiras – dia 25/04/2012, no Durival de Britto, às 21h50
Goiás x Atlético-MG – dia 25/04/2012, no Serra Dourada, às 21h50
Portuguesa x Bahia ou Remo – dia 25/04/2012, no Canindé, às 19h30
Coritiba x Paysandu – dia 26/04/2012, no Couto Pereira, às 19h30
Ponte Preta x São Paulo – dia 26/04/2012, no Moisés Lucarelli, às 21h50
Fortaleza x Grêmio – dia 02/05/2012, no Presidente Vargas, às 19h30
Atlético-PR x Cruzeiro – dia 02/05/2012, no Durival de Britto, às 21h50
Vitória x Botafogo – dia 02/05/2012, no Barradão, às 21h50

(*) Com informação GloboEsporte.com

“Cocktail molotov” explode junto a mecânicos da Force India no Bahrain

Escuderia reforçou seus procedimentos de segurança após susto, mas dois funcionários pediram para deixar o país
A situação no Bahrain continua a ferro e fogo, a apenas um dia do arranque para o Grande Prêmio de Formula 1. O mais recente incidente aconteceu na noite de
ontem, 18, quando um veículo com quatro mecânicos da Force India foi atingido por um “cocktail molotov”, depois de confrontos entre polícia e manifestantes. O carro levava os integrantes da equipe do circuito para o hotel.
Ninguém ficou ferido no incidente, que ocorreu nas ruas de Manama, capital do Bahrain, e a escuderia reforçou seus procedimentos de segurança nesta quinta-feira, 19.
A equipe informou que dois funcionários, um engenheiro de dados e um prestador de serviços de rádio, decidiram voltar para casa, na Grã-Bretanha, depois do incidente, mas que não era o caso de se retirar da corrida que os ativistas de direitos humanos locais querem cancelar.
Embora apenas um coquetel molotov tenha sido mencionado pelo porta-voz da equipe, fontes indicam que muitas outras podem ter caído na rodovia a caminho de Manama na noite de ontem, 18, durante confrontos entre manifestantes anti-governo e a polícia, em um vilarejo nas proximidades.
Os manifestantes ameaçaram promover “dias de fúria” para coincidir com a
corrida, a quarta da temporada, de um total de 20 corridas. Os organizadores ignoraram os pedidos para cancelar o GP, que foi cancelado no ano passado em razão das manifestações violentas durante a “Primavera Árabe” .
Bob Fernley, dirigente da Force India, disse ter se encontrado com organizadores da corrida, com o conselheiro da polícia, John Yates, e com Pasquale Lattuneddu, braço-direito do chefe comercial da Fórmula 1, Bernie Ecclestone.
“Queremos apenas garantir que as precauções corretas estejam sendo tomadas”, disse Fernley, acompanhado pelo diretor de esportes da equipe, Andy Stevenson.

(*) Com informação Reuters, Terra, AP e Record.pt

Peluso priorizou sete julgamentos polêmicos à frente do STF

Na Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), desde abril de 2010, o ministro Cezar Peluso priorizou o julgamento de pelo menos sete questões polêmicas de grande repercussão social ou política. Integrou a maioria na decisão de três desses casos: a confirmação da Lei da Anistia, de 1979; o reconhecimento dos direitos de casais homoafetivos; a permissão das “marchas da maconha”.
Mas o ministro – que passa hoje a Presidência da Corte ao seu colega Ayres Britto [foto abaixo] – ficou vencido quando o plenário decidiu: validar a Lei da Ficha Limpa; confirmar o ato do presidente Lula que manteve no Brasil o ex-
ativista comunista Cesare Battisti, condenado por assassinatos pela Justiça italiana; reforçar os poderes do Conselho Nacional de Justiça para punir magistrados; descriminalizar o aborto nos casos de fetos anencéfalos.
Este último processo – uma arguição de descumprimento de preceito fundamental proposta em 2004 – foi julgado na semana passada. Peluso formou a divergência, juntamente com Ricardo Lewandowski, contra o entendimento do relator, Marco Aurélio, e de mais sete ministros, segundo os quais não pratica o crime de aborto tipificado no Código Penal a mulher que opta pela “antecipação do parto” quando porta em seu ventre um feto com cérebro parcialmente formado.
Ficha Limpa
Em fevereiro último, por sete votos a quatro, o plenário do STF decidiu – ao julgar ações declaratórias da Ordem dos Advogados do Brasil e do PPS – que a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135) não colidiu com a Constituição ao instituir novas causas de inelegibilidade destinadas a “proteger a probidade administrativa e a moralidade para o exercício do mandato, considerada a vida pregressa do candidato”.
Também por maioria, a Corte assentou que a nova lei pode retroagir para atingir candidatos que tenham sido condenados por “órgãos judiciais colegiados” (segunda instância) antes da data de vigência da lei (4/6/2010).
No seu voto, o ministro Peluso qualificou a Lei da Ficha Limpa como “um confisco da cidadania”, por contrariar o princípio constitucional da “presunção da inocência”. Também ficaram vencidos naquele julgamento, em maior ou menor extensão, Dias Toffoli, Celso de Mello e Gilmar Mendes.
Anistia
O primeiro caso de grande repercussão julgado sob a condução do ministro Peluso na Presidência do STF entrou em pauta seis dias após sua posse. No dia 29 de abril de 2010, o STF rejeitou, por maioria de votos, a arguição de descumprimento de preceito fundamental ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil pedindo a revisão da Lei da Anistia (Lei nº 6.683/79).
A OAB pretendia que o STF anulasse o perdão dado aos representantes do Estado (policiais e militares) acusados de praticar atos de tortura durante o regime militar. Mas o Plenário do Tribunal rejeitou a ação por sete votos a dois. No seu voto, Peluso afirmou que “só uma sociedade superior qualificada pela consciência dos mais elevados sentimentos de humanidade é capaz de perdoar”.
CNJ
No início deste ano, o plenário do STF julgou ação de inconstitucionalidade da Associação dos Magistrados Brasileiros, que pretendia limitar os poderes de investigação do Conselho Nacional de Justiça na punição de magistrados em processos administrativos, independentemente da iniciativa das corregedorias dos tribunais.
E, por seis votos a cinco, validou os dispositivos da Resolução 135/2011 do CNJ que tinham sido contestados na ação da AMB, cujo núcleo principal referia-se à “competência originária e concorrente” do Conselho. Formaram a minoria, ao lado de Peluso, seus colegas Marco Aurélio, Luiz Fux, Ricardo Leweandowski e Celso de Mello.

(*) Com informação JB

Entenda a rede de “negócios” do bicheiro Cachoeira, alvo da CPMI

Contraventor, preso desde fevereiro, é acusado de chefiar quadrilha de jogos ilegais e de envolver políticos em suas negociatas

O Congresso Nacional cria nesta quinta-feira, 19, uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para apurar as supostas ligações do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira [foto], com políticos e servidores públicos. Cachoeira foi preso em 29 de fevereiro pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Monte Carlo, acusado de comandar uma rede de jogos ilegais que operava máquinas de caça-níqueis.
Na operação da PF, foram expedidos 82 mandados judiciais, sendo 37 mandados de busca e apreensão, além de 35 mandados de prisão e de 10 ordens de condução coercitiva em cinco Estados.
Carlinhos Cachoeira ficou conhecido por ser o protagonista do primeiro escândalo político que marcou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Na época, a crise foi aberta pela divulgação de uma gravação em que o então subchefe da Casa Civil para Assuntos Parlamentares, Waldomiro Diniz, negocia com Cachoeira o recebimento de dinheiro do jogo do bicho. Waldomiro era homem de confiança do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu.
O dinheiro iria reforçar o caixa dois das campanhas de Rosinha Garotinho e Benedita da Silva ao governo do Rio de Janeiro. Bispo Rodrigues, então deputado federal, foi afastado da Igreja Universal por também aparecer como beneficiário do esquema.
Suspeito de vários crimes, entre eles lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva, Cachoeira, segundo interceptações telefônicas feitas pela PF, tinha
ligações com diversos políticos de Goiás, entre eles o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) [foto].
Demóstenes é acusado de usar seu mandato em favor de Cachoeira e foi flagrado em cerca de 300 telefonemas com o contraventor. Em um deles, ele teria tratado com o empresário sobre uma ajuda em processo judicial e em projeto de legalização de jogos de azar em tramitação no Congresso.
Em relatório, o Ministério Público aponta que Demóstenes foi um dos políticos que recebeu, do grupo comandado por Cachoeira, telefones habilitados nos Estados Unidos – supostamente para tentar driblar os grampos. Ele também teria ganhado um fogão e uma geladeira do bicheiro e pedido dinheiro ao empresário para bancar uma viagem de táxi aéreo no valor de R$ 3 mil.
Em meio à crise, Demóstenes entregou a liderança do DEM no Senado e, para evitar a expulsão da legenda, pediu sua desfiliação do partido. Ele enfrenta, atualmente, um processo no Conselho de Ética no Senado, pedido pelo PSOL, para analisar se o senador quebrou com o decoro parlamentar. O resultado pode levar à cassação de seu mandato.
Além de Demóstenes, outros integrantes do Congresso Nacional, como os deputados Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), Sandes Júnior (PP-GO), Jovair Arantes (PTB-GO), Stepan Nercessian (PPS-RJ) e Rubens Otoni (PT-GO) foram apontados pela Operação Monte Carlo como supostos envolvidos com Carlinhos Cachoeira.
As investigações da Polícia Federal revelaram que Cachoeira influenciava a nomeação de cargos públicos em Goiás. O governador Marconi Perillo (PSDB-GO) viu a sua situação se complicar quando sua secretária de gabinete, Eliane Gonçalves Pinheiro, e o ex-presidente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Edivaldo Cardoso, foram citados nas investigações da PF. Ao iG, Perillo admitiu que já conversou com Cachoeira, mas afirma que foi apenas uma vez e para tratar de incentivos fiscais. Ele negou que Goiás tenha envolvimento com qualquer tipo de contravenção.
A Operação Monte Carlo também levantou suspeitas contra outro governador. Agnelo Queiroz (PT-DF) teria pedido um encontro com Cachoeira. O petista é citado como “zero um” nas gravações e os negócios no DF envolveriam pagamentos de Agnelo a empresas do esquema, como a Delta Construções, e nomeações para cargos da administração. A Delta, presidida pelo empresário Fernando Cavendish, nega irregularidades. A construtora se tornou a principal empreiteira do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) com contratos milionários com o governo federal.
O chefe de gabinete de Agnelo, Cláudio Monteiro, pediu demissão após o Jornal Nacional, da TV Globo, mostrar gravações nas quais ele é citado por dois supostos integrantes do grupo de Cachoeira. Em um primeiro momento, Agnelo negou que teria pedido um encontro com Cachoeira, dizendo que “zero um” poderia ser o papa. Depois, por meio de seu porta-voz, reconheceu que esteve uma vez com o bicheiro.
Quem é quem no caso Cachoeira
Idalberto de Araújo – O sargento aposentado, conhecido pelo apelido de Dadá, é um dos maiores interlocutores de Cachoeira. Encarregado de cooptar policiais e agentes públicos e de obter dados sigilosos para beneficiar a quadrilha de jogos ilegais. Está preso desde fevereiro.
Demóstenes Torres – O senador é acusado de utilizar seu mandato para beneficiar Carlinhos Cachoeira, fazendo negociatas em troca de informações relevantes sobre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Demóstenes pediu
desfiliação do seu partido, o DEM, e agora corre o risco de perder seu mandato.
Stepan Nercessian – Deputado [na foto, ao lado do também deputado Rubens Otoni] recebeu R$ 179 mil de Carlinhos Cachoeira, de quem disse ser amigo há 19 anos. Ele afirmou que desconhece as atividades ilegais de Cachoeira e explicou ter tomado o “dinheiro emprestado de emergência”, mas que o mesmo já teria sido devolvido. Nercessian se licenciou do seu partido, o PPS, e pediu investigação contra si próprio.
Edivaldo Cardoso – Ex-presidente do Departamento de Trânsito em Goiás (Detran-GO) foi apontado como lobista dentro do governo do Estado em favor de Carlinhos Cachoeira.
Eliane Pinheiro – Ex-chefe de gabinete do governador de Goiás, Marconi Perillo, pediu exoneração do cargo após ser flagrada em conversas telefônicas com o bicheiro, falando sobre operações da PF no Estado. Ela, que nega as acusações, teria ganhado um aparelho telefônico de Cachoeira. O governador goiano diz não saber das relações de Eliane com o contraventor.
Cláudio Monteiro – Ex-chefe de gabinete do governador do DF, Agnelo Queiroz, pediu demissão após a revelação de gravações nas quais seu nome é citado por dois supostos integrantes do grupo de Cachoeira.
Cairo de Freitas – Ex-assessor do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT), mediou encontro entre vereadores, com a presença de Carlinhos Cachoeira, para discutir a liberação das obras do Parque Mutirama, questionada na Justiça pelo PSOL, por indícios de superfaturamento na compra de brinquedos.
Antônio Carlos da Silva – Cabo da PM, articulou operação policial que resultou no fechamento do bingo de Washington Queiroga, integrante da organização criminosa de Cachoeira, que abriu a casa sem a autorização do bicheiro. Foi preso na Operação Monte Carlo.
Marcelo Zegaib Mauad, o “Turco” – Ex-delegado da PM de Valparaíso, também integrante do grupo de Cachoeira, recebia propina para agir em favor da quadrilha de Cachoeira. Foi preso na Operação Monte Carlo
Carlos Antônio Elias – Coronel da PM teria promovido agentes da corporação por ordens da organização criminosa comandada por Cachoeira. Ele nega qualquer envolvimento e diz desconhecer as conversas telefônicas interceptadas pela investigação.
Antonil Ferreira dos Santos – Capitão da PM, é apontado como um dos agentes responsáveis pela segurança de cassinos em Valparaíso e pelo fechamento de bingos concorrentes após ordens do grupo de Cachoeira. Ele teria sido
promovido mediante exigências do grupo do bicheiro.
Carlos Alberto Leréia – Segundo grampos da PF, deputado do PSDB [foto] negociava com o grupo de Cachoeira e teria recebido depósitos bancários e bens obtidos com atividades ilegais. Ele também usava um aparelho celular habilitado pelo bicheiro.
José Olímpio Queiroga Neto – Denunciado pela PF, o empresário integra a quadrilha desde 2004 e era responsável por abrir, fechar e transferir pontos de jogos para outros locais. É acusado de usar suas empresas e de seus filhos para movimentar dinheiro da organização.
Sandes Júnior – Deputado do PP surgiu nas interceptações da Polícia Federal tratando sobre editais de concorrência com Cachoeira.
Jovair Arantes – Líder do PTB na Câmara, é acusado de ter pedido dinheiro a Cachoeira para alimentar os cofres de sua campanha.
Rubens Otoni – De acordo com imagens gravadas em vídeo, deputado do PT de Goiás pediu R$ 100 mil para Cachoeira que seriam utilizados em sua campanha eleitoral.

(*) Com informação iG

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Comércio abre normalmente no feriado nacional

A Associação Comercial, Industrial e Agropecuária (ACIA) e o Sindicato do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Poços de Caldas divulgaram nota na manhã desta segunda-feira, 16, alertando trabalhadores e consumidores, da
cidade e região, que no próximo sábado, 21, feriado nacional – Dia de Tiradentes e da Inconfidência Mineira –, o comércio local estará aberto, das 9 às 19 horas, em cumprimento a cláusula de Acordo Coletivo de Trabalho.
De acordo com a nota, a expectativa é de que o movimento seja melhor do que em sábado normal, que tradicionalmente é apontado como o de maior volume de vendas na semana, além de representar o resultado positivo da longa negociação entre o Sindcomércio e o Sindicato dos Empregados.
Conforme exaltado na divulgação, o presidente da entidade patronal, Victor Marchesi Filho, ressalta que o Sindcomércio cedeu a “algumas reivindicações, exatamente para que pudéssemos proporcionar aos empresários a oportunidade da abertura das lojas nos feriados deste ano, bem como aos funcionários de ganharem um dinheiro extra, já que além da folga compensatória, eles terão direito a 100% de horas extras... e não perdermos as vendas desta data”.

(*) Com informação Assessoria/ACIA

sexta-feira, 13 de abril de 2012

STF ratifica direito da mulher sobre gestação de anencéfalos

Antes, gestante precisava de autorização da Justiça para o aborto
Brasília, DF – Após dois dias de embates e votações, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, ontem, 12, por 8 votos a 2, reconhecer o direito das gestantes em uma gravidez de feto anencéfalo. A maioria dos ministros seguiu o voto do relator, ministro Marco Aurélio Mello [foto], entendendo que a
anencefalia inviabiliza a vida após o parto e que a legislação brasileira criminaliza apenas o aborto de fetos que se desenvolvem sem essa anomalia.
O Código Penal brasileiro, em vigor desde 1940, prevê apenas dois casos para autorização de aborto legal: quando coloca em risco a saúde da mãe e em caso de gravidez resultante de estupro. Qualquer mudança dessa lei precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.
No caso da anencefalia, a compreensão é de que o feto não tem vida, portanto, não é possível acusar a mulher do crime de aborto. “Aborto é crime contra a vida. Tutela-se a vida em potencial. No caso do anencéfalo, não existe vida possível”, destacou o relator.
Vale evidenciar que, antes deste reconhecimento do STF, as gestantes de anencéfalos precisavam entrar na Justiça para obter autorização ao aborto.
“Metaforicamente, o feto anencéfalo é uma crisálida que jamais chegará em estado de borboleta, porque não alçará voo jamais”, ressaltou o ministro Carlos
Ayres Britto [foto] durante seu voto.
E, para que paire dúvidas e tão menos gere distorções, principalmente em meio a entidades de direitos humanos, os ministros deixaram claro que a decisão não abre nenhuma brecha para o aborto em outros casos, mesmo que o feto tenha outras anomalias. “Não estamos autorizando práticas abortivas. Essa é outra questão que, eventualmente, poderá ser submetida à apreciação desta Corte”, disse Celso de Mello.
Anencefalia
De acordo com a Wikipédia, a anencefalia consiste em malformação rara do tubo
neural acontecida entre o 16º e o 26º dia de gestação, caracterizada pela ausência parcial do encéfalo e da calota craniana [foto], proveniente de defeito de fechamento do tubo neural durante a formação embrionária.
Ao contrário do que o termo possa sugerir, a anencefalia não caracteriza casos de ausência total do encéfalo, mas situações em que se observam graus variados de danos encefálicos. A dificuldade de uma definição exata do termo “baseia-se sobre o fato de que a anencefalia não é uma má-formação do tipo ‘tudo ou nada’, ou seja, não está ausente ou presente, mas trata-se de uma má-formação que passa, sem solução de continuidade, de quadros menos graves a quadros de indubitável anencefalia. Uma classificação rigorosa é, portanto quase que impossível”. Clique no quadro abaixo para ampliá-lo
Na prática, a palavra “anencefalia” geralmente é utilizada para caracterizar uma
má-formação fetal do cérebro. Nestes casos, o bebê pode apresentar algumas partes do tronco cerebral funcionando, garantindo algumas funções vitais do organismo.
Trata-se de patologia letal. Bebês com anencefalia possuem expectativa de vida muito curta, embora não se possa estabelecer com precisão o tempo de vida que terão fora do útero. A anomalia pode ser diagnosticada, com certa precisão, a partir das 12 semanas de gestação, através de um exame de ultrassonografia, quando já é possível a visualização do segmento cefálico fetal. O risco de incidência aumenta 5% a cada gravidez subsequente. Inclusive, mães diabéticas têm seis vezes mais probabilidade de gerar filhos com este problema. Há, também, maior incidência de casos de anencefalia em mães muito jovens ou nas de idade avançada. Uma das formas de prevenção mais indicadas é a ingestão de ácido fólico antes e durante a gestação.

(*) Com informação STF e Wikipédia

A OVELHA PERDIDA

LUCAS 15

1 Ora, chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvir.
2 E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles.
3 Então ele lhes propôs esta parábola:
4 Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?
5 E achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo;
6 e chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos e lhes diz: Alegrai-vos comigo, porque achei a minha ovelha que se havia perdido.
7 Digo-vos que assim haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

(*) Fonte: Bíblia Eletrônica

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A Formiga Boladona

O texto a seguir é uma adaptação da fábula original “A Formiga e A Cigarra”, de La Fontaine, e me foi enviada via e-mail por um amigo, Flávio Gaiga.
Tendo em vista a decisão de dar notoriedade à história por sua mensagem, apenas me reservei o direito de abreviar algumas palavras, as quais, certamente, entenderão o motivo.
Espero que gostem e reflitam, pois este é o principal objetivo desta postagem.
Então, vamos à fábula:
Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.
Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida
para o período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era “Trabalho”, e seu sobrenome era “Sempre”.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer.
Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu pra valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar.
Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.
Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu. Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari com um aconchegante casaco de visom.
E a cigarra disse para a formiguinha:
– Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris. – Será que você poderia cuidar da minha toca?
E a formiguinha respondeu:
– Claro, sem problemas! – Mas o que lhe aconteceu? – Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?
E a cigarra respondeu:
– Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris... A propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?
– Desejo sim, respondeu a formiguinha. Se você encontrar o La Fontaine (autor da Fábula Original) por lá, manda ele tomar no c... e de sobra, ir para a P.Q.P.!!!
Moral da História
Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão.
Trabalhe, mas curta a sua vida.
Ela é única!!!
Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e...
Seja feliz!

(*) Fonte: e-mail enviado por Flávio Gaiga e netinhos.blogspot

Aplicação para iPhone para manipular sonhos

Um psicólogo britânico desenvolveu uma aplicação para iPhone com o intuito de descobrir se é possível influenciar o conteúdo dos sonhos das pessoas.
A aplicação reproduz sons agradáveis ao utilizador durante o tempo em está dormindo. Qualquer pessoa pode participar na experiência, o download da aplicação é gratuito.
O criador, Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, é
o cérebro por trás desta criação. A função da app criada pelo psicólogo é emitir sons agradáveis quando detectar que o utilizador está dormindo.
A ideia da reprodução de sons agradáveis tem a ver com a evocação de sonhos positivos, tais como andar numa floresta ou à beira-mar. Depois disso, a aplicação tem um alarme suave que desperta o voluntário para que este possa enviar uma descrição para o arquivo da experiência, batizado de “Dream Catcher”.
Wiseman não pretende fechar o estudo sobre a influência nos sonhos a um núcleo pré-selecionado de utilizadores. Para tal não ocorrer, criou uma app de download livre para que qualquer pessoa, em qualquer ponto do mundo, possa participar. (http://www.bgr.com/2012/04/11/psychologist-creates-an-iphone-app-that-can-manipulate-dreams-video/)
O criador lançou a experiência durante o Edinburgh International Science Festival, um festival de ciência em Edimburgo, na Escócia, e espera que milhares de pessoas participem.
Ao lançar o projeto, o investigador, autor de “best-sellers”, disse que uma boa noite de sono com bons sonhos melhora a produtividade das pessoas e é essencial para o bem estar físico e psicológico.
O psicólogo acrescentou, ainda, que se sabe pouco sobre como influenciar os sonhos e espera que a sua experiência ajude a mudar tal cenário.

(*) Com informação jn.pt e AFP

Cessar-fogo entra em vigor na Síria

No primeiro dia do cessar-fogo na Síria, as autoridades anunciaram o fim das operações militares. Advertiram, porém, que o Exército sírio pode reagir a eventuais ataques, considerados, por eles, como terroristas. O governo do presidente sírio, Bashar Al Assad, classifica a oposição de terrorista. O Conselho Nacional Sírio, que representa a oposição, convocou uma manifestação para hoje.
O enviado especial das Nações Unidas e da Liga Árabe, Kofi Annan [foto], disse que os sírios têm direito à livre manifestação, referindo-se ao protesto convocado pela oposição para hoje.
Inicialmente, as autoridades sírias informaram que nas primeiras horas do dia não foram constatadas irregularidades. Os veículos do Exército ainda são mantidos nas principais cidades do país. A oposição denunciou a ameaça lançada pelo governo.
“Há um cessar-fogo, mas eles dizem estar prontos para atacar a qualquer momento. O que isso significa?”, reagiu o chefe do Conselho Nacional Sírio, principal grupo de oposição ao regime, Burhan Ghalioun. “O cessar-fogo não tem valor algum se não garantir ao povo o direito de se manifestar e o plano de Annan também não terá valor se não promover a transição para um governo
democrático pluralista”.
A Síria está em clima de tensão desde março de 2011, quando manifestantes passaram a criticar e exigir a saída de Assad do poder – ele está no governo há 12 anos. Os manifestantes alegam a necessidade de mais liberdade política e de expressão e o fim das violações de direitos humanos. Pelos dados de organizações não governamentais, cerca de nove mil pessoas morreram em um ano durante protestos na região.

(*) Com informação AB e JB

A Parábola do Semeador

MATEUS 13
1 No mesmo dia, tendo Jesus saído de casa, sentou-se à beira do mar;
2 e reuniram-se a ele grandes multidões, de modo que entrou num barco, e se sentou; e todo o povo estava em pé na praia.
3 E falou-lhes muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear.
4 e quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e comeram.
5 E outra parte caiu em lugares pedregosos, onde não havia muita terra: e logo nasceu, porque não tinha terra profunda;
6 mas, saindo o sol, queimou-se e, por não ter raiz, secou-se.
7 E outra caiu entre espinhos; e os espinhos cresceram e a sufocaram.
8 Mas outra caiu em boa terra, e dava fruto, um a cem, outro a sessenta e outro a trinta por um.
9 Quem tem ouvidos, ouça.
10 E chegando-se a ele os discípulos, perguntaram-lhe: Por que lhes falas por parábolas?
11 Respondeu-lhes Jesus: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado;
12 pois ao que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas ao que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.
13 Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem.
14 E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, e de maneira alguma entendereis; e, vendo, vereis, e de maneira alguma percebereis.
15 Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os olhos, nem ouçam
com os ouvidos, nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure.
16 Mas bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem.
17 Pois, em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não o viram; e ouvir o que ouvis, e não o ouviram.
18 Ouvi, pois, vós a parábola do semeador.
19 A todo o que ouve a palavra do reino e não a entende, vem o Maligno e arrebata o que lhe foi semeado no coração; este é o que foi semeado à beira do caminho.
20 E o que foi semeado nos lugares pedregosos, este é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria;
21 mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e sobrevindo a angústia e a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.
22 E o que foi semeado entre os espinhos, este é o que ouve a palavra; mas os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e ela fica infrutífera.
23 Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve a palavra, e a entende; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.

(*) Fonte: Bíblia Eletrônica