domingo, 25 de julho de 2021

ENCONTRO VIRTUAL APRESENTA BOTECOS DO “COMIDA DI BUTECO” 2021


Evento acontece simultaneamente em 21 municípios, entre capitais e cidades do interior

Nesta segunda-feira, 26, durante encontro virtual com a imprensa, agendado para o início da noite, os organizadores e a coordenação local do concurso e festival gastronômico “Comida di Buteco” apresentam os botecos que participarão da edição 2021. O evento começa na próxima sexta-feira, 30, e prossegue até o dia 22 de agosto, simultaneamente, em 21 cidades entre capitais de estados, capital federal e em cidades do interior de Minas Gerais e São Paulo.

Em Minas Gerais, além de Poços de Caldas e da capital Belo Horizonte, o festival e concurso gastronômico estará acontecendo em Coronel Fabriciano, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Timóteo e Uberlândia.

Devido à pandemia do Covid-19, o evento não pode ser realizado no ano passado e, ao chegar à 21ª edição, terá um formato diferenciado em 2021, respeitando as recomendações sanitárias, prevendo ocupação limitada dos botecos, de acordo com os decretos municipais de cada localidade, e inovando com o sistema de delivery ou encomenda para retirada no balcão. Outra novidade é a campanha de doações “Salve os Butecos”.

Os detalhes para que os “butequeiros” possam visitar os botecos participantes, durante o encontro virtual desta segunda-feira será esclarecida como a reserva deverá ser feita, da mesma forma de como funcionará o sistema delivery com empresa parceira para entregas e acesso ao cardápio digital.

Concurso

Em 21 edições do “Comida di Buteco” não poderia faltar a concorrida eleição do “Melhor Buteco” de cada uma das 21 cidades participantes do evento em todo o Brasil.

Na primeira etapa, “butecos” pré-selecionados apresentam os petiscos criados especialmente para a competição, o público e um corpo de jurados visita os bares, vota e elege o campeão local, avaliando quatro categorias: petisco, atendimento, higiene e temperatura da bebida. O petisco leva 70% do peso da nota e as demais categorias 10% cada uma. O voto do público vale 50% do peso total e dos jurados 50%.

Na segunda etapa, agendada para acontecer em setembro, uma nova comissão de jurados, escolhida especificamente para esse momento, vai visitar os campeões de cada cidade para avaliar as mesmas quatro categorias (petisco, atendimento, temperatura da bebida e higiene). Cada campeão recebe três jurados e, de acordo com as notas, em outubro, será conhecido e premiado o "Melhor Buteco do Brasil".

Campanha

Bares e restaurantes é um dos segmentos que mais sofreu com a pandemia, tendo sido um dos primeiros a terem medidas restritivas de funcionamento. De acordo com a organização do festival gastronômico, cerca de 30% das casas participantes em todo o Brasil tiveram suas portas fechadas.

Assim, durante toda a realização dessa edição do “Comida di Buteco”, será realizada a “Salve os Butecos”, uma campanha nacional de doações em que qualquer pessoa ou empresa poderá contribuir com dinheiro, equipamentos ou insumos para serem repassados diretamente aos bares participantes. A meta dos organizadores é arrecadar cerca de R$ 3 milhões e dividir igualmente entre os estabelecimentos participantes do concurso.

Já na primeira semana após a abertura do “Comida di Buteco” 2021, na próxima sexta-feira, 30, o site do festival gastronômico deverá disponibilizar uma ferramenta, batizada de “Butecômetro”, para informar, em tempo real, tudo e quanto estiver sendo recebido de doações.

Além da campanha, a loja virtual de camisas “Chico Rei” comercializará três modelos de camisetas inspiradas pelo “Comida di Buteco” e 10% do valor das vendas dessas camisetas serão destinados ao “Salve os Butecos”. A linha estará disponível na loja www.chicorei.com, a partir de 1º de agosto.

Já para quem pretende contribuir com doações em dinheiro, os valores devem ser destinados à conta abaixo:

Banco Santander 033

Agência: 1595

Conta número: 130023050

Comida di Buteco Produções Gastronômicas LTDA

CNPJ: 06.204.569/0001-55

CAMPESTRENSE É DESTAQUE NAS OLIMPÍADAS

Bruna de Paula arremessa em jogo do
Brasil contra a equipe russa na Olimpíada
de Tóquio
. (Foto: Wander Roberto/COB)

De vendedora de picolé na infância a atleta de alto rendimento no handebol

Filha de uma catadora de café, nascida na cidade de Campestre, município do Sul de Minas Gerais, Bruna de Paula, 24, a Bruninha de Campestre, que chegou a vender picolés pelas ruas da cidade durante o duro período de sua infância, é uma das brasileiras a se destacar nos jogos olímpicos Tóquio 2020. Ainda durante sua infância ela também trabalhou em uma oficina mecânica.

A armadora esquerda, camisa dois da seleção brasileira de handebol, com sua velocidade e com incrível impulsão, levou a equipe ao empate em 24 gols durante a estreia contra o time russo, atual campeão olímpico da modalidade, em jogo disputado no Yoyogi National Stadium, na madrugada deste domingo, 25.

O potencial da filha de dona Marinalva foi descoberto logo cedo pelo seu professor Eloy Sartini, ainda na pequena Campestre, distante a pouco mais de 400 quilômetros da capital mineira, Belo Horizonte.

A força, plasticidade de jogo e coordenação incomum de movimentação são pontos marcantes e sempre estiveram presentes na vida da, hoje, atleta de alto rendimento, tanto que, em 2015, aos 18 anos, Bruna já se destacava na equipe de handebol de São José dos Campos. “Ela tem muita velocidade e sua impulsão é espantosa”, contou o auxiliar técnico da equipe paulista, o professor Chico Silva.

Os potenciais da atleta, há seis anos, já induziam às previsões que, ano após ano, iriam se concretizar. “Ela vai ser jogadora da seleção e uma das melhores do mundo”, previa o professor Chico Silva.

A menina que vendia picolés nas ruas da pacata Campestre, e que lutou com muitas dificuldades na infância, se transformou em extraordinária jogadora, não só da seleção, mas também do time francês que defende atualmente: o Metz.

A mãe Marinalva, que tem outras quatro filhas, lembra o quanto elas choraram no dia em que Bruna deixou sua casa em Campestre para ir treinar em São Paulo. “No dia que ela foi viajar, nem levou tênis em sua mala. Eu trabalhava na colheita do café e nós não tínhamos dinheiro para comprar. A Bruna partiu com a cara e a coragem”, confessou.

Durante sua infância, o que Bruna mais gostava era jogar futebol, mas, já em sua adolescência, foram essa coragem, seu potencial, sua dedicação e sua história que sempre estiveram presentes no seu dia a dia e a levaram a alcançar esse destaque mundial.

A armadora da seleção brasileira de handebol acumula sucesso e vitórias ao longo de sua vida de atleta. Aos 24 anos de idade, Bruna acrescentou mais uma estrela à sua carreira nesta temporada, ao ser campeã da Liga Europeia de handebol, defendendo a equipe francesa do Nantes Atlantique.

Além disso, Bruna foi artilheira e a jogadora destaque da competição, com a média de seis gols por jogo. Quase o mesmo número de gols marcados contra as russas na estreia olímpica do Brasil nas Olimpíadas Tóquio 2020. “Marquei sete”, me disse Bruna, por telefone, quase uma hora após o jogo. E seriam oito se, caprichosamente, a bola arremessada a poucos minutos do encerramento da partida não tivesse se chocado contra a trave da goleira russa Kalinka.

A marca fez de Bruna a artilheira não somente do Brasil, mas da partida. “Foi um jogo difícil, mas em nenhum momento deixamos de acreditar!”, admiti a armadora que usa todo o seu vigor físico para ser essa jogadora incrível, observando que “é verdade que a velocidade e o salto são meus pontos fortes, então faço tudo para sobressair nesses aspectos”.

Outro aspecto salientado pela atleta é a perda de peso com o esforço feito na quadra, algo que é bastante comum para ela. “Mas, até o jogo contra a Hungria, eu terei um tempinho de descanso e sempre me recupero”.

E como não poderia deixar de ser, tendo em vista toda a sua história, assim que o jogo de estreia terminou Bruna buscou compartilhar a felicidade com a família, que ficou no Brasil. “Eu peguei o celular e liguei para a minha família. Lá em casa está tudo bem!”. E com certeza dona Marinalva está orgulhosa com mais uma façanha da filha veloz e voadora.

Fonte: Portal Uol

quinta-feira, 22 de julho de 2021

VEM AÍ MAIS UMA EDIÇÃO DO ‘COMIDA DI BUTECO’


Em novo formato, detalhes estão sendo mantidos em sigilo e serão revelados à imprensa na próxima semana

Os “butequeiros” de plantão já podem comemorar. Os organizadores do tradicional evento gastronômico “Comida di Buteco” anunciam a retomada com novo formato imposto pela pandemia do Covid-19. Os detalhes estão sendo guardados a sete chaves e só serão revelados durante encontro com a imprensa já na noite da próxima segunda-feira, 26, desta vez de modo remoto.


Com foco no delivery ou por encomenda para retirada no local e na campanha de doações “Salve os Butecos”, a edição 2021 do “Comida di Buteco” será realizada entre os dias 30 de julho, sexta-feira da próxima semana, e 22 de agosto, simultaneamente, em 21 cidades entre capitais de estados, capital federal e em algumas cidades do interior de Minas Gerais e São Paulo.

Bar do Davi, bi-campeão na edição 2019
em Poços de Caldas com o petisco Costela
Mineira – costela de porco refogada com
purê de mandioca
. (Foto: divulgação)

Em Minas Gerais, além de Poços de Caldas, o festival e concurso gastronômico estará acontecendo em Coronel Fabriciano, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Timóteo e Uberlândia.

Na próxima segunda-feira, durante a reunião de abertura com a imprensa, os organizadores e coordenadores do evento darão os detalhes de como será o atendimento aos “butequeiros”, como a forma para reserva de mesas, lembrando que já há liberação parcial para atendimento “in loco”, a parceria com empresa que realizará o delivery e divulgação do cardápio digital.

Concurso

Em 21 edições do “Comida di Buteco” não poderia faltar a concorrida eleição do “Melhor Buteco” de cada uma das mais de 30 cidades participantes do evento em todo o Brasil.

JK Bar, segundo colocado na 20ª edição
com o prato “Ossobuco de Roer” – Ossobuco
com mandioca cozida, farofa especial
com molho de carne. (Foto: divulgação)

Na primeira etapa, “butecos” pré-selecionados apresentam os petiscos criados especialmente para a competição, o público e um corpo de jurados visita os bares, vota e elege o campeão local, avaliando quatro categorias: petisco, atendimento, higiene e temperatura da bebida. O petisco leva 70% do peso da nota e as demais categorias 10% cada uma. O voto do público vale 50% do peso total e dos jurados 50%.

Na segunda etapa, agendada para acontecer em setembro, uma nova comissão de jurados, escolhida especificamente para esse momento, vai visitar os campeões de cada cidade para avaliar as mesmas quatro categorias (petisco, atendimento, temperatura da bebida e higiene). Cada campeão recebe três jurados e, de acordo com as notas, em outubro, será conhecido e premiado o "Melhor Buteco do Brasil".

Campanha

Bares e restaurantes é um dos segmentos que mais sofreu com a pandemia, tendo sido um dos primeiros a terem medidas restritivas de funcionamento. De acordo com a organização do festival gastronômico, cerca de 30% das casas participantes em todo o Brasil tiveram suas portas fechadas.

Buthekytha Bar, terceiro colocado na
edição 2019 com o petisco
Bucadin Di
Moela – Bolinhos de moela recheados
com mussarela e servidos com molho
picante. (Foto: divulgação)

Assim, durante toda a realização dessa edição do “Comida di Buteco”, será realizada a “Salve os Butecos”, uma campanha nacional de doações em que qualquer pessoa ou empresa poderá contribuir com dinheiro, equipamentos ou insumos para serem repassados diretamente aos bares participantes. A meta dos organizadores é arrecadar cerca de R$ 3 milhões e dividir igualmente entre os estabelecimentos participantes do concurso.

Já na próxima semana, o site do festival gastronômico deverá disponibilizar uma ferramenta, batizada de “Butecômetro”, para vai informar, em tempo real, tudo e quanto estiver sendo recebido de doações.

Além da campanha, a loja virtual de camisas “Chico Rei” comercializará três modelos de camisetas inspiradas pelo “Comida di Buteco” e 10% do valor das vendas dessas camisetas serão destinados ao “Salve os Butecos”. A linha estará disponível na loja www.chicorei.com, a partir de 1º de agosto.

Já para quem pretende contribuir com doações em dinheiro, os valores devem ser destinados à conta abaixo:

Banco Santander 033

Agência: 1595

Conta número: 130023050

Comida di Buteco Produções Gastronômicas LTDA

CNPJ: 06.204.569/0001-55

COVID-19 SUAS VARIANTES, RISCOS E SINTOMAS COMUNS

Saiba identificar os sintomas da Covid-19 em suas diferentes variantes

Variante é um termo utilizado para fazer referência às alterações genéticas que foram identificadas num determinado agente infeccioso, que podem fazer com que tenha maior capacidade de infecção e/ou transmissão, assim como maior resistência à ação do sistema imunológico, por exemplo.

As mutações do mesmo vírus apresentam características diferentes que pode ajudar a perceber com qual das duas está infetado. (Crédito: Reprodução/Pexels)
As mutações do mesmo vírus apresentam
características diferentes que pode ajudar
a perceber com qual das duas
está infetado. (Crédito: Reprodução/Pexels)

As variantes são mais comuns de acontecerem em vírus, já que o material genético é, na sua maioria, constituído por RNA, que é menos estável que o DNA e que, por isso, tem maior probabilidade de sofrer alterações ao longo do tempo.

De forma geral, o que se sabe até ao momento é que as variantes da COVID-19 são, de fato, mais fáceis de transmitir, mas ainda não existem evidências que mostrem que as variantes possam causar casos mais graves da doença. No entanto, são ainda necessários mais estudos que avaliem o comportamento dessas variantes e seus efeitos no organismo.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) divide as variantes da COVID-19 em dois grupos: variantes de preocupação e variantes de interesse:

Variantes de Preocupação

As variantes de preocupação são aquelas que parecem se transmitir mais facilmente e apresentam maior potencial de causar infecções graves. Nesta categoria estão presentes quatro variantes:

1. Variante Alfa – Reino Unido (B.1.1.7)

A variante do Reino Unido (B.1.1.7), também conhecida por variante Alfa, foi primeiramente identificada em setembro de 2020, tendo sido verificada a presença de 17 mutações em relação ao coronavírus "original". Dentre essas 17 mutações, oito estão relacionadas com a proteína S, que é a proteína presente na superfície do vírus e que permite que se ligue às células humanas, resultando na infecção.

O que significa: como consequência das mutações, a variante do Reino Unido consegue se ligar melhor às células humanas, dificultando o trabalho do sistema imune para "quebrar" essa ligação, o que faz com que qualquer pessoa que entre em contato com esta variante tenha maiores chances de ficar doente do que com a variante "original". Além disso, como esta variante se espalhou muito rápido pelo Reino Unido, também se considera que tem maior capacidade de transmissão.

É mais grave? Alguns estudos demonstraram que a infecção com esta variante poderia estar relacionada com maior taxa de hospitalização e mortalidade, no entanto, essa relação também poderia ser explicada pelo grande aumento do número de casos em pouco tempo, o que acabou sobrecarregando o sistema de saúde, atrasando o início do tratamento e medidas de suporte. Dessa forma, são necessários mais estudos para entender a real gravidade desta variante.


2. Variante Beta – África do Sul (B.1.351/B.1.351.2/B.1.351.3)

A variante da África do Sul (B.1.351/ B.1.351.2/ B.1.351.3), também conhecida como variante Beta, foi primeiramente identificada em outubro de 2020 e, assim como a variante do Reino Unido, apresenta também algumas mutações na proteína S, o que faz com que o vírus se prenda melhor às células humanas, resultando em infecção.

O que significa: esta variante apresenta maior transmissibilidade e é capaz de diminuir a ação dos anticorpos, o que dificulta o tratamento e recuperação da pessoa.

OMS divide variantes da COVID-19
entre variantes de preocupação e
variantes de interesse
.
(Croédito: Foto reprodução)

É mais grave? Ainda não existem evidências científicas que indiquem que essa variante está relacionada com casos mais graves de COVID-19.

3. Variante Delta – Índia (B.1.617.2/AY.1/AY.2)

A variante da Índia (B.1.617.2/ AY.1/ AY.2), conhecida também por variante Delta, foi identificada entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021 e também apresenta mutações na proteína S, favorecendo a infecção.

Em junho de 2021 foi identificada na Índia uma mutação na variante Delta, que passou a ser conhecida como variante Delta Plus, no entanto, ainda são necessários estudos que avaliem o comportamento dessa variável.

O que significa: assim como as outras variantes, as mutações da variante Indiana aumentam a capacidade de transmissão do vírus.

É mais grave? Foi verificado que a variante B.1.617.1 é capaz de escapar da atividade dos anticorpos, enquanto que as variáveis B.1.617.2 e B.1.617.3 são capazes de neutralizar a resposta imunológica do corpo, fazendo com que o vírus sobreviva mais facilmente no corpo, favorecendo a infecção. De acordo com os cientistas, a variante Delta Plus é também capaz de "driblar" a ação do sistema imune, causando infecção mais facilmente. No entanto, são necessários mais estudos para entender se isso se traduz numa infecção mais grave por COVID-19.

4. Variante Gama – Brasil (P.1/P.1.1/P.1.2)

A variante brasileira (P.1/P.1.1/P.1.2), também conhecida como variante Gama, foi primeiramente identificada em dezembro de 2020 e apresenta 17 mutações, sendo 12 localizadas na proteína S e três no receptor presente nessa proteína, o que aumenta a afinidade de ligação entre o vírus e as células humanas.

O que significa: a taxa de transmissibilidade da variante brasileira é de até 2,4 vezes superior à variante "original" do coronavírus.

É mais grave? Os principais estudos indicam que esta variante é até 61% mais capaz de neutralizar e escapar da atividade dos anticorpos circulantes no organismo contra o vírus, aumentando o risco de reinfecção, principalmente nos casos das pessoas que não foram imunizadas ou que apenas tomaram uma dose da vacina. Porém, ainda não se consegue comprovar que esta variante provoque uma infecção mais grave, sendo necessários mais estudos.

Recentemente, foi também identificada a variante P.1.2, que surgiu como consequência de uma mutação na variante de Manaus, a variante P.1. No entanto, ainda não existem estudos que indiquem se essa variante é mais letal ou mais transmissível.

Variantes de Interesse

Já as variantes de interesse são aquelas que também foram identificadas, mas que ainda não parecem apresentar a mesma facilidade de transmissão ou de gravidade das variantes de preocupação.

Nesta categoria estão presentes sete variantes:

Variante Épsilon (B.1427 e B.1429): identificada na Califórnia;

Variante Zeta (P.2): identificada no Brasil;

Variante Eta (B.1525): identificada na Nigéria;

Variante Teta (P.3 e B.1.616): identificada nas Filipinas e na França;

Variante Iota (B.1526): identificada nos Estados Unidos;

Variante Capa (B.1617.1; B1.620 e B.1.621): identificada na Índia e Colombia; e,

Variante Lambda (C.37): identificada no Peru.

Todas as variantes de interesse, assim como as de preocupação, estão em constante monitorização e avaliação.

Sintomas das Variantes

Até o momento não foram identificadas diferenças em termos de sintomas entre as variantes e, por isso, a única forma de identificar o tipo de variante responsável pela infecção é através de exame laboratorial molecular, em que é feita a identificação das mutações que são características de cada tipo de variante.

Assim, os sintomas de atenção continuam sendo:

Tosse seca persistente;

Cansaço excessivo;

Febre acima de 38º C;

Dor generalizada;

Coriza; e,

Perda de paladar (gosto) e/ou olfato (cheiro).

Faça o nosso teste online para saber se pode estar infectado com COVID-19.

A identificação da variante é importante para a epidemiologia, pois ao saber as características do vírus mais circulante na região é possível estabelecer medidas de identificação do vírus, vigilância, prevenção e controle da infecção mais eficazes, que permitem diminuir o número de casos e até facilitar o tratamento. Veja o que fazer para prevenir a infecção pelo SARS-CoV-2.

Eficácia das Vacinas x Variantes

Até o momento, todas as vacinas disponibilizadas são eficazes contra as variantes circulantes, tendo sido verificado que a administração da vacina é capaz de estimular de forma eficaz a resposta imunológica, diminuir a transmissão do vírus e a incidência de infecção. No entanto, novos estudos estão sendo realizados para avaliar a duração da imunidade contra essas variantes, bem como o efeito sobre novas possíveis mutações do vírus. Saiba mais sobre as vacinas para COVID-19.

É possível ter duas variantes ao mesmo tempo?

Embora seja considerada uma situação extremamente rara, ficar infectado com duas variantes da COVID-19 ao mesmo tempo é possível. Até ao momento são poucos os casos registrados, no entanto, a contaminação por duas variantes em simultâneo já foi identificada em pacientes no Brasil e na Bélgica. De acordo com os relatórios, a infecção por duas variantes não parece produzir sintomas mais graves.

Fonte: Portal Tua SaúdeVariante é um termo utilizado para fazer referência às alterações genéticas que foram identificadas num determinado agente infeccioso, que podem fazer com que tenha maior capacidade de infecção e/ou transmissão, assim como maior resistência à ação do sistema imunológico, por exemplo.

As variantes são mais comuns de acontecerem em vírus, já que o material genético é, na sua maioria, constituído por RNA, que é menos estável que o DNA e que, por isso, tem maior probabilidade de sofrer alterações ao longo do tempo.

De forma geral, o que se sabe até ao momento é que as variantes da COVID-19 são, de fato, mais fáceis de transmitir, mas ainda não existem evidências que mostrem que as variantes possam causar casos mais graves da doença. No entanto, são ainda necessários mais estudos que avaliem o comportamento dessas variantes e seus efeitos no organismo.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) divide as variantes da COVID-19 em dois grupos: variantes de preocupação e variantes de interesse:

Variantes de Preocupação

As variantes de preocupação são aquelas que parecem se transmitir mais facilmente e apresentam maior potencial de causar infecções graves. Nesta categoria estão presentes quatro variantes:

1. Variante Alfa – Reino Unido (B.1.1.7)

A variante do Reino Unido (B.1.1.7), também conhecida por variante Alfa, foi primeiramente identificada em setembro de 2020, tendo sido verificada a presença de 17 mutações em relação ao coronavírus "original". Dentre essas 17 mutações, oito estão relacionadas com a proteína S, que é a proteína presente na superfície do vírus e que permite que se ligue às células humanas, resultando na infecção.

O que significa: como consequência das mutações, a variante do Reino Unido consegue se ligar melhor às células humanas, dificultando o trabalho do sistema imune para "quebrar" essa ligação, o que faz com que qualquer pessoa que entre em contato com esta variante tenha maiores chances de ficar doente do que com a variante "original". Além disso, como esta variante se espalhou muito rápido pelo Reino Unido, também se considera que tem maior capacidade de transmissão.

É mais grave? Alguns estudos demonstraram que a infecção com esta variante poderia estar relacionada com maior taxa de hospitalização e mortalidade, no entanto, essa relação também poderia ser explicada pelo grande aumento do número de casos em pouco tempo, o que acabou sobrecarregando o sistema de saúde, atrasando o início do tratamento e medidas de suporte. Dessa forma, são necessários mais estudos para entender a real gravidade desta variante.

2. Variante Beta – África do Sul (B.1.351/B.1.351.2/B.1.351.3)

A variante da África do Sul (B.1.351/ B.1.351.2/ B.1.351.3), também conhecida como variante Beta, foi primeiramente identificada em outubro de 2020 e, assim como a variante do Reino Unido, apresenta também algumas mutações na proteína S, o que faz com que o vírus se prenda melhor às células humanas, resultando em infecção.

O que significa: esta variante apresenta maior transmissibilidade e é capaz de diminuir a ação dos anticorpos, o que dificulta o tratamento e recuperação da pessoa.

É mais grave? Ainda não existem evidências científicas que indiquem que essa variante está relacionada com casos mais graves de COVID-19.

3. Variante Delta – Índia (B.1.617.2/AY.1/AY.2)

A variante da Índia (B.1.617.2/ AY.1/ AY.2), conhecida também por variante Delta, foi identificada entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021 e também apresenta mutações na proteína S, favorecendo a infecção.

Em junho de 2021 foi identificada na Índia uma mutação na variante Delta, que passou a ser conhecida como variante Delta Plus, no entanto, ainda são necessários estudos que avaliem o comportamento dessa variável.

O que significa: assim como as outras variantes, as mutações da variante Indiana aumentam a capacidade de transmissão do vírus.

É mais grave? Foi verificado que a variante B.1.617.1 é capaz de escapar da atividade dos anticorpos, enquanto que as variáveis B.1.617.2 e B.1.617.3 são capazes de neutralizar a resposta imunológica do corpo, fazendo com que o vírus sobreviva mais facilmente no corpo, favorecendo a infecção. De acordo com os cientistas, a variante Delta Plus é também capaz de "driblar" a ação do sistema imune, causando infecção mais facilmente. No entanto, são necessários mais estudos para entender se isso se traduz numa infecção mais grave por COVID-19.

4. Variante Gama – Brasil (P.1/P.1.1/P.1.2)

A variante brasileira (P.1/P.1.1/P.1.2), também conhecida como variante Gama, foi primeiramente identificada em dezembro de 2020 e apresenta 17 mutações, sendo 12 localizadas na proteína S e três no receptor presente nessa proteína, o que aumenta a afinidade de ligação entre o vírus e as células humanas.

O que significa: a taxa de transmissibilidade da variante brasileira é de até 2,4 vezes superior à variante "original" do coronavírus.

É mais grave? Os principais estudos indicam que esta variante é até 61% mais capaz de neutralizar e escapar da atividade dos anticorpos circulantes no organismo contra o vírus, aumentando o risco de reinfecção, principalmente nos casos das pessoas que não foram imunizadas ou que apenas tomaram uma dose da vacina. Porém, ainda não se consegue comprovar que esta variante provoque uma infecção mais grave, sendo necessários mais estudos.

Recentemente, foi também identificada a variante P.1.2, que surgiu como consequência de uma mutação na variante de Manaus, a variante P.1. No entanto, ainda não existem estudos que indiquem se essa variante é mais letal ou mais transmissível.

Variantes de Interesse

Já as variantes de interesse são aquelas que também foram identificadas, mas que ainda não parecem apresentar a mesma facilidade de transmissão ou de gravidade das variantes de preocupação.

Nesta categoria estão presentes sete variantes:

Variante Épsilon (B.1427 e B.1429): identificada na Califórnia;

Variante Zeta (P.2): identificada no Brasil;

Variante Eta (B.1525): identificada na Nigéria;

Variante Teta (P.3 e B.1.616): identificada nas Filipinas e na França;

Variante Iota (B.1526): identificada nos Estados Unidos;

Variante Capa (B.1617.1; B1.620 e B.1.621): identificada na Índia e Colombia; e,

Variante Lambda (C.37): identificada no Peru.

Todas as variantes de interesse, assim como as de preocupação, estão em constante monitorização e avaliação.

Sintomas das Variantes

Até o momento não foram identificadas diferenças em termos de sintomas entre as variantes e, por isso, a única forma de identificar o tipo de variante responsável pela infecção é através de exame laboratorial molecular, em que é feita a identificação das mutações que são características de cada tipo de variante.

Assim, os sintomas de atenção continuam sendo:

Tosse seca persistente;

Cansaço excessivo;

Febre acima de 38º C;

Dor generalizada;

Coriza; e,

Perda de paladar (gosto) e/ou olfato (cheiro).

Faça o nosso teste online para saber se pode estar infectado com COVID-19.

A identificação da variante é importante para a epidemiologia, pois ao saber as características do vírus mais circulante na região é possível estabelecer medidas de identificação do vírus, vigilância, prevenção e controle da infecção mais eficazes, que permitem diminuir o número de casos e até facilitar o tratamento. Veja o que fazer para prevenir a infecção pelo SARS-CoV-2.

Eficácia das Vacinas x Variantes

Até o momento, todas as vacinas disponibilizadas são eficazes contra as variantes circulantes, tendo sido verificado que a administração da vacina é capaz de estimular de forma eficaz a resposta imunológica, diminuir a transmissão do vírus e a incidência de infecção. No entanto, novos estudos estão sendo realizados para avaliar a duração da imunidade contra essas variantes, bem como o efeito sobre novas possíveis mutações do vírus. Saiba mais sobre as vacinas para COVID-19.

É possível ter duas variantes ao mesmo tempo?

Embora seja considerada uma situação extremamente rara, ficar infectado com duas variantes da COVID-19 ao mesmo tempo é possível. Até ao momento são poucos os casos registrados, no entanto, a contaminação por duas variantes em simultâneo já foi identificada em pacientes no Brasil e na Bélgica. De acordo com os relatórios, a infecção por duas variantes não parece produzir sintomas mais graves.

Fonte: Portal Tua Saúde

terça-feira, 31 de março de 2020

POÇOS DE CALDAS TEM 06 CASOS DESCARTADOS E DUAS CONFIRMAÇÕES DE COVID-19

2º caso positivo é de um homem de 75 anos que segue internado e, no 1º, a mulher de 34 anos já cumpriu a quarentena e está bem
O Informe Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) de Minas Gerais, atualizado nesta segunda-feira, 30, mostra que em Poços de Caldas, município do Sul do estado, são 69 notificações do Novo Coronavírus (Covid-19). Destes, 65 são casos suspeitos, 2 descartados e 2 confirmados.
Apesar de ainda não aparecer no boletim da Secretaria de Estado, que informa apenas dois casos descartados, já é sabido, pela Secretaria Municipal de Saúde de Poços de Caldas (SMS-PC), que do total de casos suspeitos, já são seis o número de descartados, portanto, quatro a mais do que o divulgado até o momento.
A confirmação foi feita pelo secretário Municipal Saúde, Carlos Mosconi, em vídeo divulgado na tarde desta segunda-feira, no qual faz chamamento para a retomada da Vacinação contra a Gripe, nesta terça-feira, 31, nos 25 postos de atendimento da cidade, e a realização do “drive thru”, na quarta-feira, 1º, na rodoviária. Em ambos os dias, o atendimento começa às 8h. (assista ao vídeo no final da matéria)
O Informe mostra ainda, que em Minas Gerais são 30.397 notificações, 29.724 suspeitos, 261 confirmados e 411 descartados. Também nesta segunda-feira, 30, a SES confirmou a primeira morte por Covid-19 no estado. A vítima foi uma mulher de 82 anos, que estava internada em um hospital de Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, desde o dia 21 de março, com quadro de febre, tosse e desconforto respiratório e possuía doença cardiovascular crônica, diabetes e pneumopatia crônica.
Local
A SMS-PC recebeu, na tarde do último sábado, 28, a confirmação do segundo caso positivo do Novo Coronavírus (Covid-19), no município. Trata-se de um homem de 75 anos, que esteve no Chile recentemente. A coleta do material para testagem foi feita há mais de 10 dias, quando ele apresentou os primeiros sintomas e foi hospitalizado, como ainda segue.
Já o primeiro caso positivo de Covid-19 em Poços de Caldas foi confirmado no dia 20 de março. A mulher de 34 anos fez o teste depois de ser atendida na UPA, com sintomas de gripe. Ela havia acabado de chegar de uma viagem a São Paulo, onde relatou ter tido contato com um homem vindo da Europa e que também havia testado positivo para Coronavírus. O período de quarentena desta paciente já terminou e ela passa bem.
Adequação
Desde a quarta-feira passada, 25, a SMS-PC divulga o Informe Epidemiológico publicado pelo Estado. A alteração acompanha as mudanças adotadas também pela SES, considerando que o Ministério da Saúde classificou todo o país como transmissão comunitária, além da necessidade de qualificar as informações sobre a circulação do Coronavírus.
Em Minas Gerais, o Boletim Informativo Diário COVID-19 passa a publicar o detalhamento apenas dos casos confirmados. A nomenclatura de casos monitorados não aparece mais no levantamento. O Estado informa número total de notificações e a divisão em casos suspeitos, casos confirmados e casos descartados.
O andamento da pandemia é extremamente dinâmico e estas orientações podem mudar de acordo com novas condutas recomendadas pelo Ministério da Saúde.
A distribuição dos casos suspeitos por município, bem como de casos descartados e notificados, são atualizadas diariamente, através do site www.saude.mg.gov.br/coronavirus – “Distribuição dos casos de COVID-19 em Minas Gerais”.

Fonte: Secom Prefeitura

PROFISSIONAIS DA IMPRENSA APELAM QUE PREFEITURA MANTENHA QUARENTENA EM POÇOS DE CALDAS

Poços de Caldas: divisas do município foram
fechadas. (Reprodução/EPTV)
Na carta, é enfatizado a necessidade do isolamento, conforme estudos ao redor do mundo para não ser necessária medidas mais rígidas
Por
Coletivo pela Imprensa de Poços de Caldas
Na tarde desta segunda-feira, 30, pelo menos 60 profissionais da imprensa e da comunicação de Poços de Caldas, município do Sul de Minas Gerais, e região assinaram uma carta ao prefeito Sérgio Azevedo e ao Comitê Extraordinário de Combate ao Coronavírus em apelo para que sejam mantidas as medidas de isolamento social e ações que seguem as determinações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para evitar o contágio pela Covid-19.
“Todos os dias, em hospitais, coletivas, buscando o posicionamento de autoridades, nas ruas, atendendo às demandas de utilidade pública, apurando diuturnamente as informações com seriedade, em dedicação exclusiva e muitas vezes arriscando as próprias vidas, milhares de profissionais da comunicação têm trabalhado para que a população tenha acesso a dados que podem ser cruciais na prevenção ao contágio da doença”, diz um dos trechos da carta.
O grupo ressalta que apoia as medidas adotadas através do Decreto de Calamidade Pública nº 13.286 e se posiciona e pede que as medidas de isolamento social sejam respeitadas. “A expansão da Covid-19 só pode ser freada com lucidez, compromisso e se todos seguirem as diretrizes mundiais de saúde, que enfatizam a absoluta necessidade do isolamento social neste momento”, completam.
Confira a Íntegra da Carta
NOTA DOS JORNALISTAS E PROFISSIONAIS DA IMPRENSA E COMUNICAÇÃO DE POÇOS DE CALDAS FRENTE À PANDEMIA DO CORONAVÍRUS
Nós, jornalistas e profissionais da imprensa e comunicação da cidade de Poços de Caldas e região vimos, através desta, demonstrar nosso posicionamento em favor da vida, das medidas de isolamento social, de todas as ações que seguem as determinações da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), dos profissionais do setor da saúde, do Ministério da Saúde e das pesquisas científicas recentes que demonstram que, até o momento, a única forma de conter o avanço da transmissão da Covid-19 é o isolamento social.
Todos os dias, em hospitais, coletivas, buscando o posicionamento de autoridades, nas ruas, atendendo às demandas de utilidade pública, apurando diuturnamente as informações com seriedade, em dedicação exclusiva e muitas vezes arriscando as próprias vidas, milhares de profissionais da comunicação têm trabalhado para que a população tenha acesso a dados que podem ser cruciais na prevenção ao contágio da doença.
Em Poços, centenas de profissionais têm atuado incansavelmente, e alguns de forma voluntária, para que as informações frente à pandemia do coronavírus sejam mais rápidas que a propagação do vírus, travando assim uma verdadeira batalha em favor da vida, na qual o esclarecimento da população torna-se uma arma potente.
Um possível avanço no contágio pelo coronavírus em Poços de Caldas teria impactos irreversíveis no sistema de saúde local, como em todo o país pode ocorrer se não ficarmos em casa.
Se Poços não permanecer em isolamento, conforme apontam todos os estudos ao redor do planeta, futuramente terá que tornar medidas ainda mais rígidas de quarentena, amargando mortes e um gravíssimo cenário no sistema de saúde.
Cremos que nossos dirigentes pensarão políticas públicas de salvaguarda da população em âmbitos econômicos, sociais, culturais, educacionais, para os setores diretamente impactados e sobretudo na saúde, crendo ainda que, diante de uma situação tão séria, a lucidez prevalecerá.
Os jornalistas e profissionais da imprensa de Poços de Caldas pedem e, diante de tudo que tem sido apurado, orientam a todos que fiquem em casa, cuidem de quem vocês amam, cuidem de vocês, cuidemo-nos como um só povo, pois nosso inimigo é outro.
Os jornalistas e profissionais da imprensa e comunicação de Poços de Caldas e região unem-se às vozes que se levantam em favor da população de Poços de Caldas solicitando ao Exmo. Prefeito Municipal, Sérgio Azevedo, e ao Sr. Secretário Municipal de Saúde, Carlos Mosconi para que se mantenham na defesa de nossa cidade. Suas decisões podem salvar vidas.
O compromisso com a apuração, a análise e a transmissão da informação, de forma séria e comprometida, têm feito com que muitos de nós coloquem os dados de interesse coletivo à frente das próprias vidas e a cada batalha cotidiana que for vencida contra o vírus iremos crer que este ato valeu a pena. Estaremos nas ruas em busca da informação em prol da população. Pelas nossas vidas e pelas vidas de todos em nossa cidade, permaneçam em casa!
Assinam...