terça-feira, 27 de julho de 2021

BOLSONARO DIZ QUE, DURANTE ‘LIVE’, PROVARÁ FRAUDE EM URNAS ELETRÔNICAS

 


Conforme declaração, serão apresentados documentos e fotografias de dados fornecidos pelo próprio TSE

Em recente declaração, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que irá realizar uma transmissão ao vivo na próxima quinta-feira, 29, às 19h, para apresentar provas de fraudes nas eleições presidenciais dos últimos anos. O chefe do Executivo não detalhou se os documentos são referentes ao pleito de 2014 ou 2018.

O presidente disse que a “live” deve ser realizada na sede do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“A gente vai expor todas as questões que levam a uma eleição democrática no ano que vem. São três momentos inacreditáveis que a gente vai mostrar com fotografias de dados fornecidos pelo próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Se bem que faltam mais dados que não entregaram. Logo a gente conclui isso aí, porque o trabalho não é fácil”, disse Bolsonaro em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.

“Agora dá para demonstrar, obviamente, até pela maneira como o ministro Barroso está se posicionando. Tem algo esquisito. Ele podia falar: ‘Presidente, quer o voto auditável democrático em papel? Faça’. Por que ele é contra? Não quero acusá-lo de nada, só que ninguém consegue entender por que ele é contra”, argumentou o presidente.

Bolsonaro acrescentou que parlamentares, ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e presidentes dos três poderes são passíveis de críticas. Para ele, apesar de as pessoas afirmarem que as críticas são uma forma de atentar a democracia, só existe um jeito de garantir que a democracia brasileira seja preservada de fato. “São votos auditáveis, voto no papel ao lado da urna eletrônica. É o voto democrático”, finalizou.

Fonte: Gazeta Brasil

COM ALERTA LARANJA, TEMPERATURAS DEVEM DESPENCAR NOS PRÓXIMOS DIAS


Previsão de chuva na quarta-feira pode trazer até neve em pontos altos da Serra da Mantiqueira

Massa de ar polar de grande intensidade invade o Brasil entre hoje, 27, e amanhã, 28, com perspectiva de frio extremo em algumas regiões, neve, geada e geada negra, congelamento e ainda sensação térmica excepcionalmente baixa, é o que está reservado para os próximos dias para encerrar o mês de julho.

A semana começou influenciada pela massa de ar frio de origem polar mais forte a alcançar o Brasil até agora neste ano, mas os seus reflexos não se darão com a mesma força das últimas duas ondas de frio no Centro-Sul do Brasil. Em muitas cidades do Sul do país será o frio mais intenso de 2021 até agora, mas na maior parte das localidades do Centro-Oeste e do Sudeste as marcas do final de junho e da última semana não deverão ser batidas. No período de quarta-feira, 28, a sexta-feira, 30, a temperatura deve ficar entre 10ºC e 15ºC abaixo do que é normal (anomalia) no Centro-Sul do país.

Mapa de anomalia de temperatura em
1.500 metros (e não de temperatura em
superfície) do modelo meteorológico
canadense mostra como a massa de ar
polar é muito intensa e atingirá uma
extensa área. (Foto: MetSul
)
Uma onda de frio intenso vai atingir diferentes regiões do país entre quarta-feira, 28, e domingo, 1º, com chance de queda de neve nas serras gaúcha e catarinense e temperaturas negativas ao longo da semana na região Sul e Sudeste.

No período de quarta-feira, 28, a sexta-feira, 30, a temperatura deve ficar entre 10°C e 15°C abaixo do que é esperado nesta época do ano no Centro-Sul do país, segundo a MetSul.

Apesar da previsão de neve e temperaturas negativas no Sul e Sudeste, ao menos 12 Estados, além do Distrito Federal, terão dias de frio intenso entre hoje, 27, e sexta-feira, 30.

Os Estados que terão quedas bruscas de temperatura são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, Acre e Sul do Amazonas, de acordo com a Climatempo.

O ar polar começa a ingressar no Rio Grande do Sul no decorrer desta terça-feira, 27, quando se espera que as mínimas ocorram à noite, quando vai começar a ficar muito frio. Amanhã, 28, o ar polar rapidamente toma conta do Sul do país e chega ao Centro-Oeste e ao Sudeste do país.

“A combinação de umidade com o ar frio poderá favorecer a ocorrência de chuva congelada e/ou queda de neve nas áreas de maior altitude”, acrescenta a Meteorologia ao informar que persiste a previsão de que - entre os dias 28 e 31 de julho - o ar frio predominará por toda a região Sudeste, Centro-Oeste e Sudoeste da Amazônia Legal, ocasionando mais um episódio de friagem.

Entre os dias 30 de julho e 1º de agosto, a previsão é de que o ar frio avance sobre Sul da Bahia e partes do interior da região Nordeste, com “declínios de temperaturas entre 6ºC e 4°C, especialmente nas áreas de maior altitude”.

Sudeste e Centro-Oeste abaixo de zero

Imagem Inmet

Na região Sudeste, as menores temperaturas, mínimas e máximas, deverão ocorrer entre quinta-feira, 29, e sexta-feira, 30, com mínimas entre -2°C e -3°C na Serra da Mantiqueira, divisa entre São Paulo e Minas Gerais, e máximas abaixo de 15°C em parte da região, especialmente nas regiões metropolitanas de São Paulo e Belo Horizonte; também são previstas temperaturas negativas no Mato Grosso do Sul (região de Rio Brilhante) e no Sudeste paulista (região de Itapetininga), segundo a Climatempo.

A previsão de chuva para esta quarta-feira, 28, pode provocar, inclusive, o registro de neve fraca em pontos altos da Serra da Mantiqueira.

O Mirante de Santana, estação de referência histórica na capital paulista, pode atingir temperaturas entre 3°C e 5°C na sexta-feira, 30. “Em se concretizando, o amanhecer da sexta em São Paulo seria o mais frio em muitos anos. A Grande São Paulo, igualmente, pode ter marcas negativas e geada”, segundo a MetSul.

“A cidade de São Paulo, entretanto, por estar mais perto da costa e mais ao Sul da Região Sudeste do Brasil deve sentir com força este episódio de ar gelado entre quarta e sexta. Na quarta se espera chuva, vento e frio. Na quinta, o frio prossegue forte. E, na sexta, o amanhecer será gelado com chance de geada em diversos bairros e marcas negativas no Sul da cidade”, descreveu a MetSul em sua previsão para o Sudeste.

Fonte: Portal CNN Brasil

domingo, 25 de julho de 2021

ENCONTRO VIRTUAL APRESENTA BOTECOS DO “COMIDA DI BUTECO” 2021


Evento acontece simultaneamente em 21 municípios, entre capitais e cidades do interior

Nesta segunda-feira, 26, durante encontro virtual com a imprensa, agendado para o início da noite, os organizadores e a coordenação local do concurso e festival gastronômico “Comida di Buteco” apresentam os botecos que participarão da edição 2021. O evento começa na próxima sexta-feira, 30, e prossegue até o dia 22 de agosto, simultaneamente, em 21 cidades entre capitais de estados, capital federal e em cidades do interior de Minas Gerais e São Paulo.

Em Minas Gerais, além de Poços de Caldas e da capital Belo Horizonte, o festival e concurso gastronômico estará acontecendo em Coronel Fabriciano, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Timóteo e Uberlândia.

Devido à pandemia do Covid-19, o evento não pode ser realizado no ano passado e, ao chegar à 21ª edição, terá um formato diferenciado em 2021, respeitando as recomendações sanitárias, prevendo ocupação limitada dos botecos, de acordo com os decretos municipais de cada localidade, e inovando com o sistema de delivery ou encomenda para retirada no balcão. Outra novidade é a campanha de doações “Salve os Butecos”.

Os detalhes para que os “butequeiros” possam visitar os botecos participantes, durante o encontro virtual desta segunda-feira será esclarecida como a reserva deverá ser feita, da mesma forma de como funcionará o sistema delivery com empresa parceira para entregas e acesso ao cardápio digital.

Concurso

Em 21 edições do “Comida di Buteco” não poderia faltar a concorrida eleição do “Melhor Buteco” de cada uma das 21 cidades participantes do evento em todo o Brasil.

Na primeira etapa, “butecos” pré-selecionados apresentam os petiscos criados especialmente para a competição, o público e um corpo de jurados visita os bares, vota e elege o campeão local, avaliando quatro categorias: petisco, atendimento, higiene e temperatura da bebida. O petisco leva 70% do peso da nota e as demais categorias 10% cada uma. O voto do público vale 50% do peso total e dos jurados 50%.

Na segunda etapa, agendada para acontecer em setembro, uma nova comissão de jurados, escolhida especificamente para esse momento, vai visitar os campeões de cada cidade para avaliar as mesmas quatro categorias (petisco, atendimento, temperatura da bebida e higiene). Cada campeão recebe três jurados e, de acordo com as notas, em outubro, será conhecido e premiado o "Melhor Buteco do Brasil".

Campanha

Bares e restaurantes é um dos segmentos que mais sofreu com a pandemia, tendo sido um dos primeiros a terem medidas restritivas de funcionamento. De acordo com a organização do festival gastronômico, cerca de 30% das casas participantes em todo o Brasil tiveram suas portas fechadas.

Assim, durante toda a realização dessa edição do “Comida di Buteco”, será realizada a “Salve os Butecos”, uma campanha nacional de doações em que qualquer pessoa ou empresa poderá contribuir com dinheiro, equipamentos ou insumos para serem repassados diretamente aos bares participantes. A meta dos organizadores é arrecadar cerca de R$ 3 milhões e dividir igualmente entre os estabelecimentos participantes do concurso.

Já na primeira semana após a abertura do “Comida di Buteco” 2021, na próxima sexta-feira, 30, o site do festival gastronômico deverá disponibilizar uma ferramenta, batizada de “Butecômetro”, para informar, em tempo real, tudo e quanto estiver sendo recebido de doações.

Além da campanha, a loja virtual de camisas “Chico Rei” comercializará três modelos de camisetas inspiradas pelo “Comida di Buteco” e 10% do valor das vendas dessas camisetas serão destinados ao “Salve os Butecos”. A linha estará disponível na loja www.chicorei.com, a partir de 1º de agosto.

Já para quem pretende contribuir com doações em dinheiro, os valores devem ser destinados à conta abaixo:

Banco Santander 033

Agência: 1595

Conta número: 130023050

Comida di Buteco Produções Gastronômicas LTDA

CNPJ: 06.204.569/0001-55

CAMPESTRENSE É DESTAQUE NAS OLIMPÍADAS

Bruna de Paula arremessa em jogo do
Brasil contra a equipe russa na Olimpíada
de Tóquio
. (Foto: Wander Roberto/COB)

De vendedora de picolé na infância a atleta de alto rendimento no handebol

Filha de uma catadora de café, nascida na cidade de Campestre, município do Sul de Minas Gerais, Bruna de Paula, 24, a Bruninha de Campestre, que chegou a vender picolés pelas ruas da cidade durante o duro período de sua infância, é uma das brasileiras a se destacar nos jogos olímpicos Tóquio 2020. Ainda durante sua infância ela também trabalhou em uma oficina mecânica.

A armadora esquerda, camisa dois da seleção brasileira de handebol, com sua velocidade e com incrível impulsão, levou a equipe ao empate em 24 gols durante a estreia contra o time russo, atual campeão olímpico da modalidade, em jogo disputado no Yoyogi National Stadium, na madrugada deste domingo, 25.

O potencial da filha de dona Marinalva foi descoberto logo cedo pelo seu professor Eloy Sartini, ainda na pequena Campestre, distante a pouco mais de 400 quilômetros da capital mineira, Belo Horizonte.

A força, plasticidade de jogo e coordenação incomum de movimentação são pontos marcantes e sempre estiveram presentes na vida da, hoje, atleta de alto rendimento, tanto que, em 2015, aos 18 anos, Bruna já se destacava na equipe de handebol de São José dos Campos. “Ela tem muita velocidade e sua impulsão é espantosa”, contou o auxiliar técnico da equipe paulista, o professor Chico Silva.

Os potenciais da atleta, há seis anos, já induziam às previsões que, ano após ano, iriam se concretizar. “Ela vai ser jogadora da seleção e uma das melhores do mundo”, previa o professor Chico Silva.

A menina que vendia picolés nas ruas da pacata Campestre, e que lutou com muitas dificuldades na infância, se transformou em extraordinária jogadora, não só da seleção, mas também do time francês que defende atualmente: o Metz.

A mãe Marinalva, que tem outras quatro filhas, lembra o quanto elas choraram no dia em que Bruna deixou sua casa em Campestre para ir treinar em São Paulo. “No dia que ela foi viajar, nem levou tênis em sua mala. Eu trabalhava na colheita do café e nós não tínhamos dinheiro para comprar. A Bruna partiu com a cara e a coragem”, confessou.

Durante sua infância, o que Bruna mais gostava era jogar futebol, mas, já em sua adolescência, foram essa coragem, seu potencial, sua dedicação e sua história que sempre estiveram presentes no seu dia a dia e a levaram a alcançar esse destaque mundial.

A armadora da seleção brasileira de handebol acumula sucesso e vitórias ao longo de sua vida de atleta. Aos 24 anos de idade, Bruna acrescentou mais uma estrela à sua carreira nesta temporada, ao ser campeã da Liga Europeia de handebol, defendendo a equipe francesa do Nantes Atlantique.

Além disso, Bruna foi artilheira e a jogadora destaque da competição, com a média de seis gols por jogo. Quase o mesmo número de gols marcados contra as russas na estreia olímpica do Brasil nas Olimpíadas Tóquio 2020. “Marquei sete”, me disse Bruna, por telefone, quase uma hora após o jogo. E seriam oito se, caprichosamente, a bola arremessada a poucos minutos do encerramento da partida não tivesse se chocado contra a trave da goleira russa Kalinka.

A marca fez de Bruna a artilheira não somente do Brasil, mas da partida. “Foi um jogo difícil, mas em nenhum momento deixamos de acreditar!”, admiti a armadora que usa todo o seu vigor físico para ser essa jogadora incrível, observando que “é verdade que a velocidade e o salto são meus pontos fortes, então faço tudo para sobressair nesses aspectos”.

Outro aspecto salientado pela atleta é a perda de peso com o esforço feito na quadra, algo que é bastante comum para ela. “Mas, até o jogo contra a Hungria, eu terei um tempinho de descanso e sempre me recupero”.

E como não poderia deixar de ser, tendo em vista toda a sua história, assim que o jogo de estreia terminou Bruna buscou compartilhar a felicidade com a família, que ficou no Brasil. “Eu peguei o celular e liguei para a minha família. Lá em casa está tudo bem!”. E com certeza dona Marinalva está orgulhosa com mais uma façanha da filha veloz e voadora.

Fonte: Portal Uol

quinta-feira, 22 de julho de 2021

VEM AÍ MAIS UMA EDIÇÃO DO ‘COMIDA DI BUTECO’


Em novo formato, detalhes estão sendo mantidos em sigilo e serão revelados à imprensa na próxima semana

Os “butequeiros” de plantão já podem comemorar. Os organizadores do tradicional evento gastronômico “Comida di Buteco” anunciam a retomada com novo formato imposto pela pandemia do Covid-19. Os detalhes estão sendo guardados a sete chaves e só serão revelados durante encontro com a imprensa já na noite da próxima segunda-feira, 26, desta vez de modo remoto.


Com foco no delivery ou por encomenda para retirada no local e na campanha de doações “Salve os Butecos”, a edição 2021 do “Comida di Buteco” será realizada entre os dias 30 de julho, sexta-feira da próxima semana, e 22 de agosto, simultaneamente, em 21 cidades entre capitais de estados, capital federal e em algumas cidades do interior de Minas Gerais e São Paulo.

Bar do Davi, bi-campeão na edição 2019
em Poços de Caldas com o petisco Costela
Mineira – costela de porco refogada com
purê de mandioca
. (Foto: divulgação)

Em Minas Gerais, além de Poços de Caldas, o festival e concurso gastronômico estará acontecendo em Coronel Fabriciano, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Timóteo e Uberlândia.

Na próxima segunda-feira, durante a reunião de abertura com a imprensa, os organizadores e coordenadores do evento darão os detalhes de como será o atendimento aos “butequeiros”, como a forma para reserva de mesas, lembrando que já há liberação parcial para atendimento “in loco”, a parceria com empresa que realizará o delivery e divulgação do cardápio digital.

Concurso

Em 21 edições do “Comida di Buteco” não poderia faltar a concorrida eleição do “Melhor Buteco” de cada uma das mais de 30 cidades participantes do evento em todo o Brasil.

JK Bar, segundo colocado na 20ª edição
com o prato “Ossobuco de Roer” – Ossobuco
com mandioca cozida, farofa especial
com molho de carne. (Foto: divulgação)

Na primeira etapa, “butecos” pré-selecionados apresentam os petiscos criados especialmente para a competição, o público e um corpo de jurados visita os bares, vota e elege o campeão local, avaliando quatro categorias: petisco, atendimento, higiene e temperatura da bebida. O petisco leva 70% do peso da nota e as demais categorias 10% cada uma. O voto do público vale 50% do peso total e dos jurados 50%.

Na segunda etapa, agendada para acontecer em setembro, uma nova comissão de jurados, escolhida especificamente para esse momento, vai visitar os campeões de cada cidade para avaliar as mesmas quatro categorias (petisco, atendimento, temperatura da bebida e higiene). Cada campeão recebe três jurados e, de acordo com as notas, em outubro, será conhecido e premiado o "Melhor Buteco do Brasil".

Campanha

Bares e restaurantes é um dos segmentos que mais sofreu com a pandemia, tendo sido um dos primeiros a terem medidas restritivas de funcionamento. De acordo com a organização do festival gastronômico, cerca de 30% das casas participantes em todo o Brasil tiveram suas portas fechadas.

Buthekytha Bar, terceiro colocado na
edição 2019 com o petisco
Bucadin Di
Moela – Bolinhos de moela recheados
com mussarela e servidos com molho
picante. (Foto: divulgação)

Assim, durante toda a realização dessa edição do “Comida di Buteco”, será realizada a “Salve os Butecos”, uma campanha nacional de doações em que qualquer pessoa ou empresa poderá contribuir com dinheiro, equipamentos ou insumos para serem repassados diretamente aos bares participantes. A meta dos organizadores é arrecadar cerca de R$ 3 milhões e dividir igualmente entre os estabelecimentos participantes do concurso.

Já na próxima semana, o site do festival gastronômico deverá disponibilizar uma ferramenta, batizada de “Butecômetro”, para vai informar, em tempo real, tudo e quanto estiver sendo recebido de doações.

Além da campanha, a loja virtual de camisas “Chico Rei” comercializará três modelos de camisetas inspiradas pelo “Comida di Buteco” e 10% do valor das vendas dessas camisetas serão destinados ao “Salve os Butecos”. A linha estará disponível na loja www.chicorei.com, a partir de 1º de agosto.

Já para quem pretende contribuir com doações em dinheiro, os valores devem ser destinados à conta abaixo:

Banco Santander 033

Agência: 1595

Conta número: 130023050

Comida di Buteco Produções Gastronômicas LTDA

CNPJ: 06.204.569/0001-55

COVID-19 SUAS VARIANTES, RISCOS E SINTOMAS COMUNS

Saiba identificar os sintomas da Covid-19 em suas diferentes variantes

Variante é um termo utilizado para fazer referência às alterações genéticas que foram identificadas num determinado agente infeccioso, que podem fazer com que tenha maior capacidade de infecção e/ou transmissão, assim como maior resistência à ação do sistema imunológico, por exemplo.

As mutações do mesmo vírus apresentam características diferentes que pode ajudar a perceber com qual das duas está infetado. (Crédito: Reprodução/Pexels)
As mutações do mesmo vírus apresentam
características diferentes que pode ajudar
a perceber com qual das duas
está infetado. (Crédito: Reprodução/Pexels)

As variantes são mais comuns de acontecerem em vírus, já que o material genético é, na sua maioria, constituído por RNA, que é menos estável que o DNA e que, por isso, tem maior probabilidade de sofrer alterações ao longo do tempo.

De forma geral, o que se sabe até ao momento é que as variantes da COVID-19 são, de fato, mais fáceis de transmitir, mas ainda não existem evidências que mostrem que as variantes possam causar casos mais graves da doença. No entanto, são ainda necessários mais estudos que avaliem o comportamento dessas variantes e seus efeitos no organismo.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) divide as variantes da COVID-19 em dois grupos: variantes de preocupação e variantes de interesse:

Variantes de Preocupação

As variantes de preocupação são aquelas que parecem se transmitir mais facilmente e apresentam maior potencial de causar infecções graves. Nesta categoria estão presentes quatro variantes:

1. Variante Alfa – Reino Unido (B.1.1.7)

A variante do Reino Unido (B.1.1.7), também conhecida por variante Alfa, foi primeiramente identificada em setembro de 2020, tendo sido verificada a presença de 17 mutações em relação ao coronavírus "original". Dentre essas 17 mutações, oito estão relacionadas com a proteína S, que é a proteína presente na superfície do vírus e que permite que se ligue às células humanas, resultando na infecção.

O que significa: como consequência das mutações, a variante do Reino Unido consegue se ligar melhor às células humanas, dificultando o trabalho do sistema imune para "quebrar" essa ligação, o que faz com que qualquer pessoa que entre em contato com esta variante tenha maiores chances de ficar doente do que com a variante "original". Além disso, como esta variante se espalhou muito rápido pelo Reino Unido, também se considera que tem maior capacidade de transmissão.

É mais grave? Alguns estudos demonstraram que a infecção com esta variante poderia estar relacionada com maior taxa de hospitalização e mortalidade, no entanto, essa relação também poderia ser explicada pelo grande aumento do número de casos em pouco tempo, o que acabou sobrecarregando o sistema de saúde, atrasando o início do tratamento e medidas de suporte. Dessa forma, são necessários mais estudos para entender a real gravidade desta variante.


2. Variante Beta – África do Sul (B.1.351/B.1.351.2/B.1.351.3)

A variante da África do Sul (B.1.351/ B.1.351.2/ B.1.351.3), também conhecida como variante Beta, foi primeiramente identificada em outubro de 2020 e, assim como a variante do Reino Unido, apresenta também algumas mutações na proteína S, o que faz com que o vírus se prenda melhor às células humanas, resultando em infecção.

O que significa: esta variante apresenta maior transmissibilidade e é capaz de diminuir a ação dos anticorpos, o que dificulta o tratamento e recuperação da pessoa.

OMS divide variantes da COVID-19
entre variantes de preocupação e
variantes de interesse
.
(Croédito: Foto reprodução)

É mais grave? Ainda não existem evidências científicas que indiquem que essa variante está relacionada com casos mais graves de COVID-19.

3. Variante Delta – Índia (B.1.617.2/AY.1/AY.2)

A variante da Índia (B.1.617.2/ AY.1/ AY.2), conhecida também por variante Delta, foi identificada entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021 e também apresenta mutações na proteína S, favorecendo a infecção.

Em junho de 2021 foi identificada na Índia uma mutação na variante Delta, que passou a ser conhecida como variante Delta Plus, no entanto, ainda são necessários estudos que avaliem o comportamento dessa variável.

O que significa: assim como as outras variantes, as mutações da variante Indiana aumentam a capacidade de transmissão do vírus.

É mais grave? Foi verificado que a variante B.1.617.1 é capaz de escapar da atividade dos anticorpos, enquanto que as variáveis B.1.617.2 e B.1.617.3 são capazes de neutralizar a resposta imunológica do corpo, fazendo com que o vírus sobreviva mais facilmente no corpo, favorecendo a infecção. De acordo com os cientistas, a variante Delta Plus é também capaz de "driblar" a ação do sistema imune, causando infecção mais facilmente. No entanto, são necessários mais estudos para entender se isso se traduz numa infecção mais grave por COVID-19.

4. Variante Gama – Brasil (P.1/P.1.1/P.1.2)

A variante brasileira (P.1/P.1.1/P.1.2), também conhecida como variante Gama, foi primeiramente identificada em dezembro de 2020 e apresenta 17 mutações, sendo 12 localizadas na proteína S e três no receptor presente nessa proteína, o que aumenta a afinidade de ligação entre o vírus e as células humanas.

O que significa: a taxa de transmissibilidade da variante brasileira é de até 2,4 vezes superior à variante "original" do coronavírus.

É mais grave? Os principais estudos indicam que esta variante é até 61% mais capaz de neutralizar e escapar da atividade dos anticorpos circulantes no organismo contra o vírus, aumentando o risco de reinfecção, principalmente nos casos das pessoas que não foram imunizadas ou que apenas tomaram uma dose da vacina. Porém, ainda não se consegue comprovar que esta variante provoque uma infecção mais grave, sendo necessários mais estudos.

Recentemente, foi também identificada a variante P.1.2, que surgiu como consequência de uma mutação na variante de Manaus, a variante P.1. No entanto, ainda não existem estudos que indiquem se essa variante é mais letal ou mais transmissível.

Variantes de Interesse

Já as variantes de interesse são aquelas que também foram identificadas, mas que ainda não parecem apresentar a mesma facilidade de transmissão ou de gravidade das variantes de preocupação.

Nesta categoria estão presentes sete variantes:

Variante Épsilon (B.1427 e B.1429): identificada na Califórnia;

Variante Zeta (P.2): identificada no Brasil;

Variante Eta (B.1525): identificada na Nigéria;

Variante Teta (P.3 e B.1.616): identificada nas Filipinas e na França;

Variante Iota (B.1526): identificada nos Estados Unidos;

Variante Capa (B.1617.1; B1.620 e B.1.621): identificada na Índia e Colombia; e,

Variante Lambda (C.37): identificada no Peru.

Todas as variantes de interesse, assim como as de preocupação, estão em constante monitorização e avaliação.

Sintomas das Variantes

Até o momento não foram identificadas diferenças em termos de sintomas entre as variantes e, por isso, a única forma de identificar o tipo de variante responsável pela infecção é através de exame laboratorial molecular, em que é feita a identificação das mutações que são características de cada tipo de variante.

Assim, os sintomas de atenção continuam sendo:

Tosse seca persistente;

Cansaço excessivo;

Febre acima de 38º C;

Dor generalizada;

Coriza; e,

Perda de paladar (gosto) e/ou olfato (cheiro).

Faça o nosso teste online para saber se pode estar infectado com COVID-19.

A identificação da variante é importante para a epidemiologia, pois ao saber as características do vírus mais circulante na região é possível estabelecer medidas de identificação do vírus, vigilância, prevenção e controle da infecção mais eficazes, que permitem diminuir o número de casos e até facilitar o tratamento. Veja o que fazer para prevenir a infecção pelo SARS-CoV-2.

Eficácia das Vacinas x Variantes

Até o momento, todas as vacinas disponibilizadas são eficazes contra as variantes circulantes, tendo sido verificado que a administração da vacina é capaz de estimular de forma eficaz a resposta imunológica, diminuir a transmissão do vírus e a incidência de infecção. No entanto, novos estudos estão sendo realizados para avaliar a duração da imunidade contra essas variantes, bem como o efeito sobre novas possíveis mutações do vírus. Saiba mais sobre as vacinas para COVID-19.

É possível ter duas variantes ao mesmo tempo?

Embora seja considerada uma situação extremamente rara, ficar infectado com duas variantes da COVID-19 ao mesmo tempo é possível. Até ao momento são poucos os casos registrados, no entanto, a contaminação por duas variantes em simultâneo já foi identificada em pacientes no Brasil e na Bélgica. De acordo com os relatórios, a infecção por duas variantes não parece produzir sintomas mais graves.

Fonte: Portal Tua SaúdeVariante é um termo utilizado para fazer referência às alterações genéticas que foram identificadas num determinado agente infeccioso, que podem fazer com que tenha maior capacidade de infecção e/ou transmissão, assim como maior resistência à ação do sistema imunológico, por exemplo.

As variantes são mais comuns de acontecerem em vírus, já que o material genético é, na sua maioria, constituído por RNA, que é menos estável que o DNA e que, por isso, tem maior probabilidade de sofrer alterações ao longo do tempo.

De forma geral, o que se sabe até ao momento é que as variantes da COVID-19 são, de fato, mais fáceis de transmitir, mas ainda não existem evidências que mostrem que as variantes possam causar casos mais graves da doença. No entanto, são ainda necessários mais estudos que avaliem o comportamento dessas variantes e seus efeitos no organismo.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) divide as variantes da COVID-19 em dois grupos: variantes de preocupação e variantes de interesse:

Variantes de Preocupação

As variantes de preocupação são aquelas que parecem se transmitir mais facilmente e apresentam maior potencial de causar infecções graves. Nesta categoria estão presentes quatro variantes:

1. Variante Alfa – Reino Unido (B.1.1.7)

A variante do Reino Unido (B.1.1.7), também conhecida por variante Alfa, foi primeiramente identificada em setembro de 2020, tendo sido verificada a presença de 17 mutações em relação ao coronavírus "original". Dentre essas 17 mutações, oito estão relacionadas com a proteína S, que é a proteína presente na superfície do vírus e que permite que se ligue às células humanas, resultando na infecção.

O que significa: como consequência das mutações, a variante do Reino Unido consegue se ligar melhor às células humanas, dificultando o trabalho do sistema imune para "quebrar" essa ligação, o que faz com que qualquer pessoa que entre em contato com esta variante tenha maiores chances de ficar doente do que com a variante "original". Além disso, como esta variante se espalhou muito rápido pelo Reino Unido, também se considera que tem maior capacidade de transmissão.

É mais grave? Alguns estudos demonstraram que a infecção com esta variante poderia estar relacionada com maior taxa de hospitalização e mortalidade, no entanto, essa relação também poderia ser explicada pelo grande aumento do número de casos em pouco tempo, o que acabou sobrecarregando o sistema de saúde, atrasando o início do tratamento e medidas de suporte. Dessa forma, são necessários mais estudos para entender a real gravidade desta variante.

2. Variante Beta – África do Sul (B.1.351/B.1.351.2/B.1.351.3)

A variante da África do Sul (B.1.351/ B.1.351.2/ B.1.351.3), também conhecida como variante Beta, foi primeiramente identificada em outubro de 2020 e, assim como a variante do Reino Unido, apresenta também algumas mutações na proteína S, o que faz com que o vírus se prenda melhor às células humanas, resultando em infecção.

O que significa: esta variante apresenta maior transmissibilidade e é capaz de diminuir a ação dos anticorpos, o que dificulta o tratamento e recuperação da pessoa.

É mais grave? Ainda não existem evidências científicas que indiquem que essa variante está relacionada com casos mais graves de COVID-19.

3. Variante Delta – Índia (B.1.617.2/AY.1/AY.2)

A variante da Índia (B.1.617.2/ AY.1/ AY.2), conhecida também por variante Delta, foi identificada entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021 e também apresenta mutações na proteína S, favorecendo a infecção.

Em junho de 2021 foi identificada na Índia uma mutação na variante Delta, que passou a ser conhecida como variante Delta Plus, no entanto, ainda são necessários estudos que avaliem o comportamento dessa variável.

O que significa: assim como as outras variantes, as mutações da variante Indiana aumentam a capacidade de transmissão do vírus.

É mais grave? Foi verificado que a variante B.1.617.1 é capaz de escapar da atividade dos anticorpos, enquanto que as variáveis B.1.617.2 e B.1.617.3 são capazes de neutralizar a resposta imunológica do corpo, fazendo com que o vírus sobreviva mais facilmente no corpo, favorecendo a infecção. De acordo com os cientistas, a variante Delta Plus é também capaz de "driblar" a ação do sistema imune, causando infecção mais facilmente. No entanto, são necessários mais estudos para entender se isso se traduz numa infecção mais grave por COVID-19.

4. Variante Gama – Brasil (P.1/P.1.1/P.1.2)

A variante brasileira (P.1/P.1.1/P.1.2), também conhecida como variante Gama, foi primeiramente identificada em dezembro de 2020 e apresenta 17 mutações, sendo 12 localizadas na proteína S e três no receptor presente nessa proteína, o que aumenta a afinidade de ligação entre o vírus e as células humanas.

O que significa: a taxa de transmissibilidade da variante brasileira é de até 2,4 vezes superior à variante "original" do coronavírus.

É mais grave? Os principais estudos indicam que esta variante é até 61% mais capaz de neutralizar e escapar da atividade dos anticorpos circulantes no organismo contra o vírus, aumentando o risco de reinfecção, principalmente nos casos das pessoas que não foram imunizadas ou que apenas tomaram uma dose da vacina. Porém, ainda não se consegue comprovar que esta variante provoque uma infecção mais grave, sendo necessários mais estudos.

Recentemente, foi também identificada a variante P.1.2, que surgiu como consequência de uma mutação na variante de Manaus, a variante P.1. No entanto, ainda não existem estudos que indiquem se essa variante é mais letal ou mais transmissível.

Variantes de Interesse

Já as variantes de interesse são aquelas que também foram identificadas, mas que ainda não parecem apresentar a mesma facilidade de transmissão ou de gravidade das variantes de preocupação.

Nesta categoria estão presentes sete variantes:

Variante Épsilon (B.1427 e B.1429): identificada na Califórnia;

Variante Zeta (P.2): identificada no Brasil;

Variante Eta (B.1525): identificada na Nigéria;

Variante Teta (P.3 e B.1.616): identificada nas Filipinas e na França;

Variante Iota (B.1526): identificada nos Estados Unidos;

Variante Capa (B.1617.1; B1.620 e B.1.621): identificada na Índia e Colombia; e,

Variante Lambda (C.37): identificada no Peru.

Todas as variantes de interesse, assim como as de preocupação, estão em constante monitorização e avaliação.

Sintomas das Variantes

Até o momento não foram identificadas diferenças em termos de sintomas entre as variantes e, por isso, a única forma de identificar o tipo de variante responsável pela infecção é através de exame laboratorial molecular, em que é feita a identificação das mutações que são características de cada tipo de variante.

Assim, os sintomas de atenção continuam sendo:

Tosse seca persistente;

Cansaço excessivo;

Febre acima de 38º C;

Dor generalizada;

Coriza; e,

Perda de paladar (gosto) e/ou olfato (cheiro).

Faça o nosso teste online para saber se pode estar infectado com COVID-19.

A identificação da variante é importante para a epidemiologia, pois ao saber as características do vírus mais circulante na região é possível estabelecer medidas de identificação do vírus, vigilância, prevenção e controle da infecção mais eficazes, que permitem diminuir o número de casos e até facilitar o tratamento. Veja o que fazer para prevenir a infecção pelo SARS-CoV-2.

Eficácia das Vacinas x Variantes

Até o momento, todas as vacinas disponibilizadas são eficazes contra as variantes circulantes, tendo sido verificado que a administração da vacina é capaz de estimular de forma eficaz a resposta imunológica, diminuir a transmissão do vírus e a incidência de infecção. No entanto, novos estudos estão sendo realizados para avaliar a duração da imunidade contra essas variantes, bem como o efeito sobre novas possíveis mutações do vírus. Saiba mais sobre as vacinas para COVID-19.

É possível ter duas variantes ao mesmo tempo?

Embora seja considerada uma situação extremamente rara, ficar infectado com duas variantes da COVID-19 ao mesmo tempo é possível. Até ao momento são poucos os casos registrados, no entanto, a contaminação por duas variantes em simultâneo já foi identificada em pacientes no Brasil e na Bélgica. De acordo com os relatórios, a infecção por duas variantes não parece produzir sintomas mais graves.

Fonte: Portal Tua Saúde