sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

SINDICATO AJUÍZA AÇÃO CONTRA PREFEITURA

Falta de correção da tabela salarial para equiparar vencimentos eleva para mais de dois mil servidores ganhando menos que o salário mínimo nacional

A Diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Poços de Caldas (Sindserv-PC), município do Sul de Minas Gerais, decidiu ingressar com Ação Trabalhista Coletiva contra a Administração Municipal. O anúncio da decisão aconteceu no início da tarde desta sexta-feira, 03, na sede da entidade sindical da categoria, durante entrevista coletiva à imprensa concedida pela presidenta Marieta Carneiro.
Conforme divulgado ontem, 02, os dirigentes sindicais decidiram tomar esta medida em função do impasse gerado pela falta de correção da tabela salarial da categoria e a devida equiparação salarial.
De acordo com a Assessoria de Imprensa do Sindserv, até a semana passada, última semana de 2013, eram cerca de mil e quinhentos servidores registrados em carteira com salário-base abaixo do mínimo nacional, com valores a partir de R$ 585,00. Agora, a partir de 1.º de janeiro, com o salário mínimo nacional passando a valer R$ 724, são 2.040 servidores que se encontram nesta situação, conforme demonstrado por estudo elaborado pela própria Administração Municipal e entregue ao Sindserv na última segunda-feira, 30, data em que, no entendimento da entidade sindical, “a Prefeitura deveria anunciar a correção da tabela salarial, mas não o fez, apresentou apenas o estudo que segundo o Acordo Coletivo deveria ter sido feito junto com o sindicato até esta data”.
Visando corrigir essa desigualdade, informa o release elaborado pela Assessoria de Imprensa do Sindserv, a entidade ingressará, ainda este mês, com “ação trabalhista que busca a correção do salário-base na carteira, além de indenização por danos morais, uma vez que o servidor é lesado por não conseguir progressão salarial satisfatória (já que incide sobre o salário-base), além de apresentar holerites com valores sempre abaixo do mínimo”.
Ao avaliar todo esse contexto, a presidenta Marieta Carneiro enfatiza que a situação acaba sendo muito mais ampla, “não ocorre apenas o prejuízo financeiro, mas também moral, o que tem gerado inúmeras reclamações por parte dos servidores”, ressaltando, entretanto, que a disparidade salarial e inadequação da tabela salarial é uma luta que os dirigentes do Sindserv têm brigado para resolver desde a administração passada. “A Prefeitura justificou que não teria condições de pagar o salário base de acordo com o salário mínimo nacional sem a revisão das tabelas salariais. Porém, para nossa surpresa, a Prefeitura vinculou a revisão da tabela ao regime estatutário. Ocorre que não somos regidos pelo regime estatutário, e sim pela CLT. O estudo para alteração de regime pode ser muito prolongado, mas o servidor precisa de uma resposta sobre a revisão salarial urgente”, reafirma.
Além disso, a sindicalista reforça a afirmação de que a Prefeitura alega que consegue resolver a alteração do regime em até 90 dias, todavia, para o Sindicato, este prazo é inviável porque o servidor deve ser esclarecido sobre todos os detalhes da alteração.
“Gostaríamos que o prefeito Eloísio nos encaminhasse o projeto da revisão das tabelas sem vinculação ao regime estatutário, porque na cláusula do Acordo Coletivo sobre este assunto não se faz menção a mudança de regime. Caso contrário, a revisão salarial pode se arrastar por muito tempo, mas a necessidade dos servidores é imediata”, encerra.
A decisão de impetrar a ação trabalhista partiu de inúmeras discussões da categoria em assembleias durante o último ano, que concordou em aguardar uma resposta da Administração Municipal até a data do prazo pedido (31/12/2013) e que, em caso de resposta negativa, o Sindicato buscaria uma solução via judicial, destaca a Assessoria de Imprensa acrescentando que, por se tratar de Ação Trabalhista Coletiva, todos os servidores lesados serão defendidos pela Assessoria Jurídica do Sindicato e, aqueles que tiverem dúvidas, devem entrar em contato diretamente com o Sindserv pelo telefone 3722-1493 e se dirigir à sede da entidade, à Rua Araguaia, 155, Jardim dos Estados.
Fonte: Assessoria Imprensa Sindserv

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

PROBLEMAS EM TABELA SALARIAL LEVAM SINDICALISTA A CONVOCAR COLETIVA

Novo valor do salário mínimo nacional, de R$ 724,00, em vigor a partir de 1.º de janeiro, pode elevar para mais de dois mil servidores com salário-base inferior ao salário mínimo
Tendo em vista o impasse gerado entre o Sindicato dos Servidores Públicos (SINDSERV) e a Administração Municipal de Poços de Caldas, município do Sul de Minas Gerais, aliado aos inúmeros questionamentos dos servidores públicos municipais quanto à correção da tabela salarial da prefeitura, a presidenta do SINDSERV, Marieta Carneiro (foto abaixo), decidiu convocar a imprensa para uma entrevista coletiva afim de esclarecer pontos básicos desta negociação. O encontro está previsto para acontecer às 14h de amanhã, 03, na sede da entidade sindical, à Rua Araguaia, 155, Jardim dos Estados.
De acordo com a Assessoria de Imprensa (AI) do SINDSERV, a sindicalista também abordará, durante sua coletiva, as medidas que serão adotadas pela entidade em defesa da categoria. Hoje a Prefeitura de Poços de Caldas conta com mais de 5 mil servidores públicos.
Imapasse
Para entender melhor o que está ocorrendo, atualmente a Prefeitura de Poços de Caldas tem cerca de 1.500 servidores registrados com salário-base inferior ao salário mínimo nacional. A questão se torna ainda mais preocupante para a Diretoria do Sindicato uma vez que, neste 1.º de janeiro, o salário mínimo nacional passou a valer R$ 724,00, de tal modo que pode ultrapassar de 2.000 servidores percebendo valor mensal abaixo do mínimo nacional, o que contraria a própria Constituição da República.
Este problema, entretanto, não é recente, pelo contrário, as discussões quanto à correção se arrastaram ao longo do ano, tanto que, de acordo com o Sindicato da categoria, o Acordo Coletivo do ano passado estabelecia que, até o final de 2013, a Administração Municipal apresentasse a solução para tal disparidade salarial e efetuasse a devida correção da tabela salarial, o que não ocorreu.
No último dia 30, durante reunião no gabinete do chefe do Executivo, prefeito Eloisio do Carmo Lourenço (foto ao lado), com o vice-prefeito, Nizar El Khatib, a presidenta do SINDSERV recebeu apenas um
estudo elaborado pela Administração no qual as revisões da tabela salarial estão atreladas à mudança do regime jurídico, prevista na proposta de estatuto entregue aos representantes do sindicato no último dia 20 e pretendendo modificar as relações de trabalho entre os servidores e a administração de Poços de Caldas. Entretanto, para alcançar tal efetivação, é necessário prazo para este estudo e, consequentemente, sua implantação.
Durante o encontro deste dia 30, que teve, ainda, a participação do procurador Geral do Município, Dalmo Roumie, da secretária-adjunta de Administração, Neiva Aparecida Otávio, e o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Rodrigo Reis, a Administração Municipal sinalizou o decurso de 90 dias para que a proposta de estatuto esteja aprovada e possa ocorrer a correção da tabela, prazo considerado inviável pelos sindicalistas, que estiveram acompanhados por sua Assessoria Jurídica, considerando a complexidade do assunto e o fato de os vereadores estarem em recesso, só voltando às reuniões ordinárias no início de fevereiro.
Conforme divulgado pela AI do SINDSERV, não houve qualquer manifestação de reajuste salarial imediata e a Administração Municipal quer que os sindicalistas discutam o assunto com os servidores para apresentar propostas. “O vice-prefeito diz, ainda, que em 90 dias deve haver uma minuta de projeto de lei que será encaminhada para a Câmara Municipal (foto abaixo) para apreciação dos vereadores”, destaca a Assessoria destacando que o procurador do município enfatizou sua pretensão em discutir com o sindicato e concluir a minuta do projeto de lei. “Entretanto, a presidenta do SINDSERV garante que já aconteceu um encontro com esta Administração no sentido de reajustar os valores dos salários. O SINDSERV já apresentou propostas de solução, mas não foram levados adiante pela administração”.
Ainda de acordo com a assessoria sindical, sua presidenta é enfatizar ao ponderar que “não é possível que o Sindicato tenha condições de estudar a mudança do regime em 90 dias. Além disso, é preciso que o SINDSERV realize reuniões e discuta os assuntos com toda a categoria. O magistério está de férias e o assunto somente poderia ser discutido com professores no próximo mês”.
"Foi um encontro frustrante. O que esperávamos escutar da Administração era a correção das tabelas salariais e a revisão dos cargos para anunciarmos aos servidores, diminuindo a angústia e a insatisfação que a maioria se encontra, com salários defasados e injustos. O diálogo foi aberto, mas a resolução do problema não foi alcançada. A partir de janeiro, o SINDSERV anunciará as ações que serão adotadas diante desta situação", finaliza a presidenta Marieta que apresentará na tarde desta sexta-feira, 03, a medidas que serão tomadas.

PROGRAMA DE HABITAÇÃO RURAL CONTRATOU MAIS DE 100 MIL UNIDADES

Em Minas Gerais já ocorreram 11,5 mil contratações
O Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) contratou, até o final de novembro de 2013, mais de 100 mil unidades habitacionais. O número já supera em 67% a previsão de contratação até o final de 2014, que era de 60 mil habitações. Desde o início do Programa, em setembro de 2009, foram investidos em torno de R$ 2,4 bilhões no setor, e mais de 30 mil moradias já foram entregues em todas as regiões do Brasil. Em Minas Gerais já foram 11,5 mil famílias beneficiadas no campo.

Em comparação com o mesmo período de 2012, as regiões que mais cresceram, em número de casas contratadas no PNHR, foram as regiões Norte, 7.600 moradias e crescimento de 179%; e Nordeste, com 149% e 18 mil famílias beneficiadas.
Para a superintendente Nacional de Habitação Rural da CAIXA, Noemi da Aparecida Lemes, a superação da meta de contratações do PNHR deveu-se a diversos fatores, desde a simplificação do processo operacional, até o aumento do limite de valores para a construção da casa. “A sinergia entre o poder público e a sociedade civil organizada, por meio de uma política habitacional criada exclusivamente para o campo, possibilitou mais de 100 mil unidades contratadas”, afirmou.
O PNHR é parte integrante do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) . Foi criado pela necessidade de uma política habitacional que atendesse às especificidades da moradia no campo, onde as diferenças em relação ao meio urbano – como cultura, forma de remuneração, gleba de terra e logística para construção – passaram a ser consideradas nos programas de moradia para a população do meio rural.
Enquadram-se no PNHR os agricultores familiares e trabalhadores rurais, além de pescadores artesanais, extrativistas, aquicultores, maricultores, piscicultores, ribeirinhos, comunidades quilombolas, povos indígenas e demais comunidades tradicionais.
Parâmetros PNHR
Para famílias com renda anual de até R$ 15 mil (Grupo I), o valor do subsídio, com recursos do Orçamento Geral da União (OGU) , é de até R$ 28,5 mil para construção, e de até R$ 17,2 mil para reforma. Cada família devolve à União 4% do valor subsidiado, em quatro parcelas anuais (1% por ano – 96% do valor total do projeto é subsidiado). Para a região Norte, o valor do subsídio é de até R$ 30,5 mil para construir, e de até R$ 18,4 mil para reformar a moradia.
As propostas devem ser apresentadas à CAIXA por intermédio de uma entidade organizadora, sem fins lucrativos, com no mínimo quatro e no máximo 50 famílias por grupo (exceto para assentados do Plano Nacional de Reforma Agrária). É destinado subsídio do OGU de R$ 1 mil por família, para a prestação de assistência técnica e execução do trabalho social, para os beneficiários dos Grupos I e II, com renda anual de até R$ 30 mil.
As famílias beneficiadas pelo PNHR recebem, ainda, capacitação técnica e orientação sobre gestão da propriedade rural, melhoria das moradias, cooperativismo, participação da mulher na gestão da propriedade e ações que visem à permanência do jovem no campo.
Famílias com renda anual entre R$ 15 mil e R$ 60 mil (Grupos II e III) podem financiar valores de até R$ 90 mil, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) . O Grupo III atende a famílias com renda bruta anual que vai de R$ 30 mil até R$ 60 mil.
Fonte: Caixa Econômica Federal

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Entre em 2014 agradecido, não obrigado.
Que ao longo do novo ano, a gentileza seja uma prática diária e uma marca em todos os momentos.
“Gentileza gera gentileza.” (Profeta Gentileza)




Feliz Ano Novo


São os votos sinceros de P.A.Ferreira e Elena Oliveira aos amigos e às amigas.

REEDIÇÃO DE “UM LADRÃO DE GUARDA CHUVAS” TRAZ ILUSTRAÇÕES DE MARCELO ABUCHALLA

“Um Ladrão de Guarda-Chuvas”, livro do escritor poços-caldense Jurandir Ferreira, teve sua reedição lançada em Brasília pela CBB
Para a edição de final de ano, a Confraria dos Bibliófilos do Brasil (CBB) escolheu o escritor mineiro poços-caldense Jurandir Ferreira (2-09-1905/16-12-1997) e sua novela dramático-farsesca “Um Ladrão de Guarda-Chuvas”. O livro conta com duas apresentações. A primeira de José Roberto Silva, jornalista, escritor e poeta que teve a oportunidade de ter a amizade do autor e foi escolhido pela família para falar um pouco sobre ele. O segundo, o mestre do ensaísmo literário brasileiro, o professor Antônio Candido que, de pronto, aceitou o nosso convite para enriquecer o livro com algumas palavras a respeito de JF.
Este é o 12.° livro da série Livro do Ano. “A Série Livro do Ano, depois de 12 edições, recebeu maciça aprovação por parte dos confrades, se transformando em um absoluto sucesso e objeto de colecionismo. O objetivo principal desta série é resgatar escritores brasileiros de excelência que ficam ‘esquecidos’ no tempo e no espaço, e cabe ainda registrar que, na maioria dos casos, os livros desses autores não estão mais em catálogo, e até mesmo nos sebos se tornaram escassos”, afirma José Salles Neto, presidente da CBB.
Para ilustrar o livro, considerando a intensa vinculação do escritor a Poços de Caldas, a CBB busca, de forma obsessiva, um artista afeito à cidade e, assim, convidou o artista plástico Marcelo Abuchalla, que apesar de ter nascido em São Paulo afirma que de Poços não sai, para a terefa.
De forma magistral ele “voltou no tempo” e produziu todas as ilustrações com estilo de época em que a história do ladrão de guarda-chuvas se passa. A novela ambientada em Poços de Caldas ainda no tempo do fervor do jogo e do uso massivo das águas termais, revelando uma cidade em ebulição, movimentada por todos os setores das elites brasileiras daquele momento. Não obstante, retrata de forma lúcida a
Praça Pedro Sanches, o Palace Hotel, o Cassino Bauxita, a Rua Assis Figueiredo e muitos outros lugares como cenário, costurando tudo isso a uma história bisara de um ladrão, um guarda chuvas, um cavalheiro bem atrapalhado e, claro, o capeta.
Conforme destacado pelo ilustrador da obra, a responsabilidade quando do convite estava firmada. “O processo para a ilustração foi o normal... ler o livro, se sentir na história. Mas eu não contava, em momento nenhum, encontrar Poços de Caldas tão ontem hoje aqui. As situações, as pessoas, os locais, como a coisa acontece é quase tangível. Aí foi fácil, dias desenhando e pronto, aí está”, enfatiza Marcelo Abuchalla.
O livro ainda conta com mais algumas singularidades. É impresso a partir de tipo de chumbo, impresso em papel artesanal de maneira manual, as ilustrações foram todas impressas manualmente e todo livro tem seu fechamento manual.
Para maiores informações basta entrar em contato através do endereço eletrônico conbiblibr@yahoo.com.br ou abuchallamarcelo@hotmail.com.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

MEGA DA VIRADA MOVIMENTA LOTÉRICAS PELO PAÍS

Concurso mais popular das Loterias promete R$ 200 milhões
Desde o último domingo, 22, todas as apostas para a Mega-Sena concorrerão ao super prêmio da modalidade – a Mega da Virada. Este ano, o concurso especial promete mais de R$ 200 milhões. Aplicado na Poupança da CAIXA, o prêmio deve render cerca de R$ 1,2 milhão por mês, o que equivale a R$ 40 mil por dia. A Mega da Virada será sorteada no dia 31 de dezembro, às 20h25 (horário de Brasília), em São Paulo, com transmissão pela TV aberta para todo o país.
As lotéricas já registram aumento no fluxo de pessoas durante os dias que antecedem a Mega da Virada. “Orientamos os apostadores a não deixar para a última hora. O ideal é que garantam sua participação o quanto antes para evitar filas”, comenta o vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da CAIXA, Fabio Cleto. Para aqueles que gostam da comodidade do atendimento virtual, o vice-presidente lembra que clientes de conta corrente pessoa física da CAIXA podem fazer suas apostas também pelo Internet Banking.
As apostas na Mega da Virada podem ser feitas até às 14h (horário de Brasília) do dia 31 de dezembro em lotéricas dos grandes centros do país. No interior o horário deve seguir o mesmo praticado ao longo do ano.
A aposta simples custa R$ 2,00 e o prêmio da Mega da Virada não acumula. Caso não haja ganhador com as seis dezenas sorteadas, o valor será somado ao rateio dos acertadores de cinco números, e assim por diante.
PROBABILIDADE DE ACERTO
Quantidade Nº Jogados
Valor de Aposta
Probabilidade de acerto (1 em...)
Sena
Quina
Quadra
6
2,00
50.063.860
154.518
2.332
7
14,00
7.151.980
44.981
1.038
8
56,00
1.787.995
17.192
539
9
168,00
595.998
7.791
312
10
420,00
238.399
3.973
195
11
924,00
108.363
2.211
129
12
1.848,00
54.182
1.317
90
13
3.432,00
29.175
828
65
14
6.006,00
16.671
544
48
15
10.010,00
10.003
370
37

QUANTIDADE DE PRÊMIOS A RECEBER ACERTANDO
Apostas
6 números
5 números
4 números
Quantidade de Nº Jogados
Sena
Quina
Quadra
Quina
Quadra
Quadra
6
1
0
0
1
0
1
7
1
6
0
2
5
3
8
1
12
15
3
15
6
9
1
18
45
4
30
10
10
1
24
90
5
50
15
11
1
30
150
6
75
21
12
1
36
225
7
105
28
13
1
42
315
8
140
36
14
1
48
420
9
180
45
15
1
54
540
10
225
55

Fonte: CAIXA ECONÔMICA FEDEERAL