sábado, 4 de janeiro de 2014

GADGET PROMETE CONTROLAR O QUE VOCÊ SONHA

Projeto entre os mais populares do Kickstarter usará luzes e aplicativo para permitir que você controle o que sonha
Uma startup de San Diego, nos Estados Unidos, criou um gadget que promete controlar o que você sonha com luzes e um aplicativo para smartphone.
O projeto da iWinks, lançado no site de crowdfunding Kickstarter, está perto de se tornar realidade. Menos de um mês depois de ser lançada, a ideia é uma das mais populares do site e já arrecadou 134 mil dólares, 44 mil a mais do que seus donos julgaram necessário.
Funciona assim: antes de dormir você coloca uma faixa na cabeça que mede ondas cerebrais e detecta o sono REM (rapid eyes movement, estágio do sono em que sonhamos).
Sobre os olhos esta faixa tem uma série de luzes que se acendem em uma determinada frequência e intensidade, permitindo que você entre no que pesquisadores chamam de sonho lúcido – um estágio em que teríamos consciência que estamos sonhando e poderíamos controlar nossas aventuras oníricas.
Enquanto isso, um aplicativo no smartphone se conecta à faixa e grava sua atividade cerebral durante a noite. Se o gadget vai funcionar mesmo, só será possível saber depois de junho, quando a empresa promete entregar os primeiros aparelhos.

Fonte: Exame.com

FOTÓGRAFA FAZ RETRATO VISUAL DE DIFERENTES DROGAS

"All Your Can Feel" revela o universo escondido por trás de cada droga
Colecionando anos de trabalho em grandes casas noturnas de Berlim, a fotógrafa Sarah Schoenfeld resolveu levar ao seu último projeto uma consciência visual dos efeitos únicos das drogas.
Depois de observar de perto os comportamentos hedonistas em suas noites de trabalho, Sarah largou a distância do olhar voyeurista para se aproximar mais das substâncias e retratá-las de uma forma quase nunca apreciada.
Para a série fotográfica All Your Can Feel, drogas legais e ilegais como cocaína, cristal, ecstasy, MDMA, LSD, heroína, ópio e até cafeína foram colocadas diretamente sobre filmes negativos.
Transformando seu estúdio em laboratório, a fotógrafa transformou as substâncias em misturas líquidas que, expostas sobre os filmes fotográficos, revelaram incríveis cores e formas.
O resultado são composições únicas, de um visual verídico e extremamente próximo que revela o universo escondido por trás de cada droga.
Ecstasy













Heroína













LSD













MDMA













Speed – anfetamina













Fonte: Brainstorm9

CASAL ENCONTRA MENSAGEM EM GARRAFA 23 ANOS APÓS SER LANÇADA

Um casal holandês encontrou uma mensagem em uma garrafa que tinha sido escrita há 23 anos por uma menina inglesa que viajava com seus pais
Um casal holandês encontrou pouco antes do Natal, em um dique de Zelândia, no Sudoeste da Bélgica, uma mensagem em uma garrafa que tinha sido escrita há 23 anos por uma menina inglesa que viajava com seus pais em uma balsa entre a Inglaterra e a Bélgica, de acordo com informações da imprensa belga.
Jacqueline e Pieter Piket estavam passeando com o cachorro em um dique local quando encontraram a garrafa de plástico, com uma mensagem escrita por uma criança e um endereço dentro.
"Se não tivéssemos um cachorro que fica louco com as garrafas de plástico, nunca teríamos encontrado", disse Pieter Piket à rede Omroep Zelândia.
O casal decidiu enviar uma carta ao endereço da mensagem, datada de 12 de setembro de 1990 e escrita por Zoe Lemon, que contava como gostava do balé e de tocar flauta e piano e que tinha um hamster chamado "Sparkle", um peixe chamado "Speckle" e uma irmã, Rebecca, de 14 anos de idade.
A carta enviada pelo casal holandês chegou ao domicílio da família de Zoe na Inglaterra, onde seus pais ainda moram e que entregaram o papel à filha durante o Natal.
De sobrenome Averianov, Zoe agora está com 33 anos de idade, tem um filho de cinco anos, vive em Pendlenton e se declarou "muito emocionada" pelo ocorrido, segundo o jornal Manchester Evening News.
"A primeira coisa que vi foi minha letra de quando era uma menina, contando quem eu era e quais eram meus animais e meus hobbies. Me emocionei um pouco", relatou Zoe, que se manteve em contato com o casal holandês e pediu fotos do lugar onde a garrafa foi encontrada.
John Lemon, que tem agora 68 anos, foi quem encorajou a filha a lançar a mensagem ao mar durante uma viagem com destino à Alemanha feita pela família, quando navegavam em uma balsa, e está tão contente como Zoe pelo achado, que pensa inclusive em viajar para Zelândia para conhecer ao casal holandês.

Fonte: Agência EFE

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

MUNICÍPIO ANTECIPA FESTEJOS ALUSIVOS AO DIA DE REIS

Encontro de Folia de Reis na cidade Sul mineira acontece no início da tarde deste sábado na Basílica de Nossa Senhora da Saúde
Organizado pela Secretaria Municipal de Turismo e Cultura da Prefeitura de Poços de Caldas, município do Sul de Minas Gerais, as comemorações tradicionais ao “Dia de Santo Reis” estão sendo antecipadas e amanhã, 04, a partir das 13h30, na Basílica Nossa Senhora da Saúde (Igreja da Matriz), acontece o Encontro de Folia de Reis com a participação de sete companhias de Reis da cidade.
O “Dia de Reis”, de acordo com a tradição cristã, faz referência ao momento que Jesus Cristo recém-nascido teria recebido a visita dos "magos do Oriente", os quais, segundo o hagiológio, são três “Reis Magos”. A visita teria ocorrido no dia 6 de janeiro, de tal forma que, a noite do dia 5 e a madrugada do dia 6 são reservadas como "Noite de Reis", o momento final da jornada para alcançar o “menino-Deus” e entregar seus presentes.

Para os católicos, em especial, a data marca o dia para a veneração aos “Reis Magos”, que a tradição surgida no século VIII</$B> converteu nos santos Belchior, Gaspar e Baltazar. Nesta data, ainda, encerram-se, para os católicos, os festejos natalícios, data na qual são desarmados os presépios e guardados os enfeites natalinos.
Tradição
De acordo com a Wikipédia, em alguns países, como na Espanha, é estimulada, entre as crianças, a tradição de se deixar sapatos na janela com capim antes de dormir para que os camelos dos Reis Magos possam se alimentar e retomar a viagem de volta às suas origens. Em troca, os Reis Magos “deixariam” doces que as crianças encontram, no lugar do capim, ao amanhecer. A tradição também preconiza comer Bolo-Rei, no interior do qual se encontra uma fava e um brinde escondidos. A pessoa que encontra a fava deve "pagar" o Bolo-Rei no ano seguinte."Galette des Rois" onde também se encontra um brinde no seu interior. A galette também costuma trazer uma coroa, quem encontrar o brinde será rei e será coroado.
Na França, mais antigamente e, mais recentemente, em outros países também, come-se
Em Portugal, assim como em outros países, as pessoas que moram em pequenas terras costumam ir cantar os reis de porta em porta, as pessoas dão-lhes doces, salgados, etc..
No Brasil esta tradição é comemorada com festas onde são servidos doces e comidas típicas específicas de cada região. Há, ainda, festivais com Companhias de Reis que cantam músicas e prestam suas homenagens aos Santos Reis.
Poços de Caldas
Conforme dispõe o texto postado na página oficial da Prefeitura de Poços de Caldas na internet, o objetivo do Encontro de Folia de Reis é valorizar a tradição popular presente na cidade. A Folia de Reis tem origem europeia e foi introduzida no Brasil a partir do século XIX, tornando-se um costume folclórico e religioso de grande devoção, especialmente em Minas Gerais.
Os foliões, cantadores e tocadores comandados por um chefe (embaixador ou mestre), percorrem vários lugares. Os cantores são acompanhados por instrumentos como a viola caipira, o acordeom ou sanfona, a gaita, o reco-reco e a flauta. Também são escoltados por dois bastiões (palhaços).
Segundo a tradição, os bastiões representam soldados do rei Herodes, encarregados de matar aquele que viria a ser o grande rei dos judeus. Mas, contrariando a vontade de Herodes, protegeram Jesus.
Confira a sequência de apresentação do Encontro de Folia de Reis que acontece a partir das 13h30 deste sábado, 04, na Igreja Matriz em Poços de Caldas:
Cia. de Reis Brasil Esperança (Sr. Amadeu)
Cia. de Reis Pedro Gomes da Silva
Cia. de Reis Córrego Dantas (Tiãozinho)
Cia. de Reis José Vitor da Silva
Cia. de Reis Antônio Cassimiro de Lacerda
Cia de Reis Comunidade dos Três Reis Santos (Sabiá)
Cia. de Reis Benedito Luiz da Costa

SIMULADOR DE DIREÇÃO: A OBRIGATORIEDADE DO USO AGORA É OFICIAL

SIPROCFC-MG defende que simulador não veio em boa hora, mas é o primeiro passo para o avanço tecnológico em prol da melhoria da formação no trânsito e, já que uso agora é oficial, propõe a criação de centros de simulação para diminuir impacto financeiro nos CFCs
Diante da obrigatoriedade do uso de simuladores de direção na infraestrutura de ensino básico dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) de todo o país, o Sindicato dos Proprietários de Centro de Formação de Condutores de Minas Gerais (SIPROCFC-MG) reforça a opinião de que o simulador não é a prioridade e nem a solução para resolver as questões da formação de condutores e os altos índices de acidentes, mas entende que é uma ferramenta importante e que é o primeiro passo para o avanço tecnológico em prol da melhoria da formação no trânsito. Como já colocado, inclusive na audiência pública sobre o tema, realizada em dezembro, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o SIPROCFC-MG acredita que o problema foi a forma como a utilização do simulador foi colocada. A resolução foi imposta, e não debatida com a classe.
Para o presidente do SIPROCFC-MG, Rodrigo Fabiano da Silva, foram observados apenas os aspectos tecnológicos e, em nenhum momento, houve um estudo pedagógico do equipamento. “Antes de pensarmos em simulador, deveria haver uma verdadeira revolução no processo de habilitação. Teria que ter mudanças no conteúdo programático, no modelo de exame, aumento na carga horária e mais autonomia para os profissionais do CFCs,” declarou. Diante da imposição do simulador, o SIPROCFC-MG trabalhou em duas frentes: tentar prorrogar a obrigatoriedade da implantação do equipamento e tentar encontrar soluções para a nova regra.
Na Portaria n.º 1604/13, publicada pelo Detran-MG no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais, no último dia 28, uma das principais reivindicações do SIPROCFC-MG foi atendida. É a possibilidade do uso compartilhado do simulador fora da sede do CFC, tendo em vista o alto custo da aquisição de um simulador (cerca de R$ 39 mil cada). Para isso, o sindicato vem trabalhando para que sejam montados centros de simulação nas cidades do Estado onde houver demanda. “Todas as empresas serão atendidas. Haverá solução para os CFCs localizados em cidades menores também. Para isso, já estou enviando hoje mesmo (03/01/14) um ofício ao Detran-MG, pedindo mais esclarecimentos sobre a Portaria”, declarou Rodrigo.
A ideia é que cada CFC faça a gestão de seus alunos através de um site e que paguem apenas pelas aulas utilizadas, e não pelo aparelho. Isso diminuirá consideravelmente o impacto financeiro nos CFCs, já que o sistema de comodato permitirá que a empresa fabricante dos simuladores forneça o equipamento e os CFCs paguem apenas o que utilizarem em número de aulas. Para os municípios pequenos, a ideia é ter um simulador móvel, que percorra as cidades por um ou dois dias. Assim, ninguém vai ter que se deslocar e aumentar ainda mais os custos.
Os CFCs terão alguns meses para instalar o aparelho, já que o que conta é a obrigatoriedade das aulas no simulador para a emissão da CNH e não a presença da máquina dentro da autoescola já a partir de agora.

Fonte: SIPROCFC-MG

SINDICATO AJUÍZA AÇÃO CONTRA PREFEITURA

Falta de correção da tabela salarial para equiparar vencimentos eleva para mais de dois mil servidores ganhando menos que o salário mínimo nacional

A Diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Poços de Caldas (Sindserv-PC), município do Sul de Minas Gerais, decidiu ingressar com Ação Trabalhista Coletiva contra a Administração Municipal. O anúncio da decisão aconteceu no início da tarde desta sexta-feira, 03, na sede da entidade sindical da categoria, durante entrevista coletiva à imprensa concedida pela presidenta Marieta Carneiro.
Conforme divulgado ontem, 02, os dirigentes sindicais decidiram tomar esta medida em função do impasse gerado pela falta de correção da tabela salarial da categoria e a devida equiparação salarial.
De acordo com a Assessoria de Imprensa do Sindserv, até a semana passada, última semana de 2013, eram cerca de mil e quinhentos servidores registrados em carteira com salário-base abaixo do mínimo nacional, com valores a partir de R$ 585,00. Agora, a partir de 1.º de janeiro, com o salário mínimo nacional passando a valer R$ 724, são 2.040 servidores que se encontram nesta situação, conforme demonstrado por estudo elaborado pela própria Administração Municipal e entregue ao Sindserv na última segunda-feira, 30, data em que, no entendimento da entidade sindical, “a Prefeitura deveria anunciar a correção da tabela salarial, mas não o fez, apresentou apenas o estudo que segundo o Acordo Coletivo deveria ter sido feito junto com o sindicato até esta data”.
Visando corrigir essa desigualdade, informa o release elaborado pela Assessoria de Imprensa do Sindserv, a entidade ingressará, ainda este mês, com “ação trabalhista que busca a correção do salário-base na carteira, além de indenização por danos morais, uma vez que o servidor é lesado por não conseguir progressão salarial satisfatória (já que incide sobre o salário-base), além de apresentar holerites com valores sempre abaixo do mínimo”.
Ao avaliar todo esse contexto, a presidenta Marieta Carneiro enfatiza que a situação acaba sendo muito mais ampla, “não ocorre apenas o prejuízo financeiro, mas também moral, o que tem gerado inúmeras reclamações por parte dos servidores”, ressaltando, entretanto, que a disparidade salarial e inadequação da tabela salarial é uma luta que os dirigentes do Sindserv têm brigado para resolver desde a administração passada. “A Prefeitura justificou que não teria condições de pagar o salário base de acordo com o salário mínimo nacional sem a revisão das tabelas salariais. Porém, para nossa surpresa, a Prefeitura vinculou a revisão da tabela ao regime estatutário. Ocorre que não somos regidos pelo regime estatutário, e sim pela CLT. O estudo para alteração de regime pode ser muito prolongado, mas o servidor precisa de uma resposta sobre a revisão salarial urgente”, reafirma.
Além disso, a sindicalista reforça a afirmação de que a Prefeitura alega que consegue resolver a alteração do regime em até 90 dias, todavia, para o Sindicato, este prazo é inviável porque o servidor deve ser esclarecido sobre todos os detalhes da alteração.
“Gostaríamos que o prefeito Eloísio nos encaminhasse o projeto da revisão das tabelas sem vinculação ao regime estatutário, porque na cláusula do Acordo Coletivo sobre este assunto não se faz menção a mudança de regime. Caso contrário, a revisão salarial pode se arrastar por muito tempo, mas a necessidade dos servidores é imediata”, encerra.
A decisão de impetrar a ação trabalhista partiu de inúmeras discussões da categoria em assembleias durante o último ano, que concordou em aguardar uma resposta da Administração Municipal até a data do prazo pedido (31/12/2013) e que, em caso de resposta negativa, o Sindicato buscaria uma solução via judicial, destaca a Assessoria de Imprensa acrescentando que, por se tratar de Ação Trabalhista Coletiva, todos os servidores lesados serão defendidos pela Assessoria Jurídica do Sindicato e, aqueles que tiverem dúvidas, devem entrar em contato diretamente com o Sindserv pelo telefone 3722-1493 e se dirigir à sede da entidade, à Rua Araguaia, 155, Jardim dos Estados.
Fonte: Assessoria Imprensa Sindserv

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

PROBLEMAS EM TABELA SALARIAL LEVAM SINDICALISTA A CONVOCAR COLETIVA

Novo valor do salário mínimo nacional, de R$ 724,00, em vigor a partir de 1.º de janeiro, pode elevar para mais de dois mil servidores com salário-base inferior ao salário mínimo
Tendo em vista o impasse gerado entre o Sindicato dos Servidores Públicos (SINDSERV) e a Administração Municipal de Poços de Caldas, município do Sul de Minas Gerais, aliado aos inúmeros questionamentos dos servidores públicos municipais quanto à correção da tabela salarial da prefeitura, a presidenta do SINDSERV, Marieta Carneiro (foto abaixo), decidiu convocar a imprensa para uma entrevista coletiva afim de esclarecer pontos básicos desta negociação. O encontro está previsto para acontecer às 14h de amanhã, 03, na sede da entidade sindical, à Rua Araguaia, 155, Jardim dos Estados.
De acordo com a Assessoria de Imprensa (AI) do SINDSERV, a sindicalista também abordará, durante sua coletiva, as medidas que serão adotadas pela entidade em defesa da categoria. Hoje a Prefeitura de Poços de Caldas conta com mais de 5 mil servidores públicos.
Imapasse
Para entender melhor o que está ocorrendo, atualmente a Prefeitura de Poços de Caldas tem cerca de 1.500 servidores registrados com salário-base inferior ao salário mínimo nacional. A questão se torna ainda mais preocupante para a Diretoria do Sindicato uma vez que, neste 1.º de janeiro, o salário mínimo nacional passou a valer R$ 724,00, de tal modo que pode ultrapassar de 2.000 servidores percebendo valor mensal abaixo do mínimo nacional, o que contraria a própria Constituição da República.
Este problema, entretanto, não é recente, pelo contrário, as discussões quanto à correção se arrastaram ao longo do ano, tanto que, de acordo com o Sindicato da categoria, o Acordo Coletivo do ano passado estabelecia que, até o final de 2013, a Administração Municipal apresentasse a solução para tal disparidade salarial e efetuasse a devida correção da tabela salarial, o que não ocorreu.
No último dia 30, durante reunião no gabinete do chefe do Executivo, prefeito Eloisio do Carmo Lourenço (foto ao lado), com o vice-prefeito, Nizar El Khatib, a presidenta do SINDSERV recebeu apenas um
estudo elaborado pela Administração no qual as revisões da tabela salarial estão atreladas à mudança do regime jurídico, prevista na proposta de estatuto entregue aos representantes do sindicato no último dia 20 e pretendendo modificar as relações de trabalho entre os servidores e a administração de Poços de Caldas. Entretanto, para alcançar tal efetivação, é necessário prazo para este estudo e, consequentemente, sua implantação.
Durante o encontro deste dia 30, que teve, ainda, a participação do procurador Geral do Município, Dalmo Roumie, da secretária-adjunta de Administração, Neiva Aparecida Otávio, e o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Rodrigo Reis, a Administração Municipal sinalizou o decurso de 90 dias para que a proposta de estatuto esteja aprovada e possa ocorrer a correção da tabela, prazo considerado inviável pelos sindicalistas, que estiveram acompanhados por sua Assessoria Jurídica, considerando a complexidade do assunto e o fato de os vereadores estarem em recesso, só voltando às reuniões ordinárias no início de fevereiro.
Conforme divulgado pela AI do SINDSERV, não houve qualquer manifestação de reajuste salarial imediata e a Administração Municipal quer que os sindicalistas discutam o assunto com os servidores para apresentar propostas. “O vice-prefeito diz, ainda, que em 90 dias deve haver uma minuta de projeto de lei que será encaminhada para a Câmara Municipal (foto abaixo) para apreciação dos vereadores”, destaca a Assessoria destacando que o procurador do município enfatizou sua pretensão em discutir com o sindicato e concluir a minuta do projeto de lei. “Entretanto, a presidenta do SINDSERV garante que já aconteceu um encontro com esta Administração no sentido de reajustar os valores dos salários. O SINDSERV já apresentou propostas de solução, mas não foram levados adiante pela administração”.
Ainda de acordo com a assessoria sindical, sua presidenta é enfatizar ao ponderar que “não é possível que o Sindicato tenha condições de estudar a mudança do regime em 90 dias. Além disso, é preciso que o SINDSERV realize reuniões e discuta os assuntos com toda a categoria. O magistério está de férias e o assunto somente poderia ser discutido com professores no próximo mês”.
"Foi um encontro frustrante. O que esperávamos escutar da Administração era a correção das tabelas salariais e a revisão dos cargos para anunciarmos aos servidores, diminuindo a angústia e a insatisfação que a maioria se encontra, com salários defasados e injustos. O diálogo foi aberto, mas a resolução do problema não foi alcançada. A partir de janeiro, o SINDSERV anunciará as ações que serão adotadas diante desta situação", finaliza a presidenta Marieta que apresentará na tarde desta sexta-feira, 03, a medidas que serão tomadas.

PROGRAMA DE HABITAÇÃO RURAL CONTRATOU MAIS DE 100 MIL UNIDADES

Em Minas Gerais já ocorreram 11,5 mil contratações
O Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) contratou, até o final de novembro de 2013, mais de 100 mil unidades habitacionais. O número já supera em 67% a previsão de contratação até o final de 2014, que era de 60 mil habitações. Desde o início do Programa, em setembro de 2009, foram investidos em torno de R$ 2,4 bilhões no setor, e mais de 30 mil moradias já foram entregues em todas as regiões do Brasil. Em Minas Gerais já foram 11,5 mil famílias beneficiadas no campo.

Em comparação com o mesmo período de 2012, as regiões que mais cresceram, em número de casas contratadas no PNHR, foram as regiões Norte, 7.600 moradias e crescimento de 179%; e Nordeste, com 149% e 18 mil famílias beneficiadas.
Para a superintendente Nacional de Habitação Rural da CAIXA, Noemi da Aparecida Lemes, a superação da meta de contratações do PNHR deveu-se a diversos fatores, desde a simplificação do processo operacional, até o aumento do limite de valores para a construção da casa. “A sinergia entre o poder público e a sociedade civil organizada, por meio de uma política habitacional criada exclusivamente para o campo, possibilitou mais de 100 mil unidades contratadas”, afirmou.
O PNHR é parte integrante do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) . Foi criado pela necessidade de uma política habitacional que atendesse às especificidades da moradia no campo, onde as diferenças em relação ao meio urbano – como cultura, forma de remuneração, gleba de terra e logística para construção – passaram a ser consideradas nos programas de moradia para a população do meio rural.
Enquadram-se no PNHR os agricultores familiares e trabalhadores rurais, além de pescadores artesanais, extrativistas, aquicultores, maricultores, piscicultores, ribeirinhos, comunidades quilombolas, povos indígenas e demais comunidades tradicionais.
Parâmetros PNHR
Para famílias com renda anual de até R$ 15 mil (Grupo I), o valor do subsídio, com recursos do Orçamento Geral da União (OGU) , é de até R$ 28,5 mil para construção, e de até R$ 17,2 mil para reforma. Cada família devolve à União 4% do valor subsidiado, em quatro parcelas anuais (1% por ano – 96% do valor total do projeto é subsidiado). Para a região Norte, o valor do subsídio é de até R$ 30,5 mil para construir, e de até R$ 18,4 mil para reformar a moradia.
As propostas devem ser apresentadas à CAIXA por intermédio de uma entidade organizadora, sem fins lucrativos, com no mínimo quatro e no máximo 50 famílias por grupo (exceto para assentados do Plano Nacional de Reforma Agrária). É destinado subsídio do OGU de R$ 1 mil por família, para a prestação de assistência técnica e execução do trabalho social, para os beneficiários dos Grupos I e II, com renda anual de até R$ 30 mil.
As famílias beneficiadas pelo PNHR recebem, ainda, capacitação técnica e orientação sobre gestão da propriedade rural, melhoria das moradias, cooperativismo, participação da mulher na gestão da propriedade e ações que visem à permanência do jovem no campo.
Famílias com renda anual entre R$ 15 mil e R$ 60 mil (Grupos II e III) podem financiar valores de até R$ 90 mil, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) . O Grupo III atende a famílias com renda bruta anual que vai de R$ 30 mil até R$ 60 mil.
Fonte: Caixa Econômica Federal

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Entre em 2014 agradecido, não obrigado.
Que ao longo do novo ano, a gentileza seja uma prática diária e uma marca em todos os momentos.
“Gentileza gera gentileza.” (Profeta Gentileza)




Feliz Ano Novo


São os votos sinceros de P.A.Ferreira e Elena Oliveira aos amigos e às amigas.

REEDIÇÃO DE “UM LADRÃO DE GUARDA CHUVAS” TRAZ ILUSTRAÇÕES DE MARCELO ABUCHALLA

“Um Ladrão de Guarda-Chuvas”, livro do escritor poços-caldense Jurandir Ferreira, teve sua reedição lançada em Brasília pela CBB
Para a edição de final de ano, a Confraria dos Bibliófilos do Brasil (CBB) escolheu o escritor mineiro poços-caldense Jurandir Ferreira (2-09-1905/16-12-1997) e sua novela dramático-farsesca “Um Ladrão de Guarda-Chuvas”. O livro conta com duas apresentações. A primeira de José Roberto Silva, jornalista, escritor e poeta que teve a oportunidade de ter a amizade do autor e foi escolhido pela família para falar um pouco sobre ele. O segundo, o mestre do ensaísmo literário brasileiro, o professor Antônio Candido que, de pronto, aceitou o nosso convite para enriquecer o livro com algumas palavras a respeito de JF.
Este é o 12.° livro da série Livro do Ano. “A Série Livro do Ano, depois de 12 edições, recebeu maciça aprovação por parte dos confrades, se transformando em um absoluto sucesso e objeto de colecionismo. O objetivo principal desta série é resgatar escritores brasileiros de excelência que ficam ‘esquecidos’ no tempo e no espaço, e cabe ainda registrar que, na maioria dos casos, os livros desses autores não estão mais em catálogo, e até mesmo nos sebos se tornaram escassos”, afirma José Salles Neto, presidente da CBB.
Para ilustrar o livro, considerando a intensa vinculação do escritor a Poços de Caldas, a CBB busca, de forma obsessiva, um artista afeito à cidade e, assim, convidou o artista plástico Marcelo Abuchalla, que apesar de ter nascido em São Paulo afirma que de Poços não sai, para a terefa.
De forma magistral ele “voltou no tempo” e produziu todas as ilustrações com estilo de época em que a história do ladrão de guarda-chuvas se passa. A novela ambientada em Poços de Caldas ainda no tempo do fervor do jogo e do uso massivo das águas termais, revelando uma cidade em ebulição, movimentada por todos os setores das elites brasileiras daquele momento. Não obstante, retrata de forma lúcida a
Praça Pedro Sanches, o Palace Hotel, o Cassino Bauxita, a Rua Assis Figueiredo e muitos outros lugares como cenário, costurando tudo isso a uma história bisara de um ladrão, um guarda chuvas, um cavalheiro bem atrapalhado e, claro, o capeta.
Conforme destacado pelo ilustrador da obra, a responsabilidade quando do convite estava firmada. “O processo para a ilustração foi o normal... ler o livro, se sentir na história. Mas eu não contava, em momento nenhum, encontrar Poços de Caldas tão ontem hoje aqui. As situações, as pessoas, os locais, como a coisa acontece é quase tangível. Aí foi fácil, dias desenhando e pronto, aí está”, enfatiza Marcelo Abuchalla.
O livro ainda conta com mais algumas singularidades. É impresso a partir de tipo de chumbo, impresso em papel artesanal de maneira manual, as ilustrações foram todas impressas manualmente e todo livro tem seu fechamento manual.
Para maiores informações basta entrar em contato através do endereço eletrônico conbiblibr@yahoo.com.br ou abuchallamarcelo@hotmail.com.