Upload feito originalmente por Ivan0135.
Descrição do Vídeo*:
O vídeo começa com o emblema “A espada e o escudo” da KGB.
Desde o primeiro contato, em 1942, uma série de visitas diplomáticas para discutir questões de interesse mútuo foram planejadas.
Sob o tratado 23/04, essas reuniões se realizavam em segredo, com um número limitado de agentes especiais que escoltavam os visitantes e só admitiam oficiais de alta patente.
Segundo o documento 072/E, na reunião de 1961 houve um incidente envolvendo três sujeitos devido à violação do acordo pelos oficiais na base militar, quando eles descobriram que sua chegada estava sendo filmada com um dispositivo escondido sem o seu consentimento.
Sob o tratado de 23/04, as reuniões seriam confidenciais e filmar ou tirar fotografias não seria permitido.
Após o incidente, o tratado foi revisto...
(*) Vídeo em inglês
(*) Fonte: phenomenonpoltergeist.blogspot.com.br
quarta-feira, 11 de abril de 2012
NASA admite: bolas de luz perto do ônibus espacial são um mistério
Um vídeo interessante postado recentemente no “YouTube”, mostra um noticiário da rede de notícias FOX News, com uma declaração de Wayne Hale, gerente do programa de ônibus espaciais da NASA, o qual declara que “… ao longo dos anos perseguimos muitas dessas coisas, talvez não com a visibilidade deste… e raramente fomos capazes de identificar de onde vieram, mas sempre descobrindo que eles não causaram dano algum a nós”.
É a NASA gradualmente admitindo que há muito mais entre o céu e a terra do que a mente humana possa imaginar.
Veja o vídeo em inglês, podendo ser ativado o “closed caption” (cc), para uma tradução aproximada do que é falado:
(*) Com informação do blog “phenomenon poltergeist”
É a NASA gradualmente admitindo que há muito mais entre o céu e a terra do que a mente humana possa imaginar.
Veja o vídeo em inglês, podendo ser ativado o “closed caption” (cc), para uma tradução aproximada do que é falado:
(*) Com informação do blog “phenomenon poltergeist”
Faltam dois dias para a edição 2012 do “Comida di Buteco”
A partir da próxima sexta-feira, 13, começa a 12ª edição do “Comida di Buteco”, evento gastronômico de petiscos típicos de botecos, os quais são avaliados e votados pelos clientes – butequeiros – e eleitos os tira-gostos mais saborosos, a temperatura das bebidas, a higiene do “buteco” e o atendimento.
O evento se norteia em resgatar a culinária de raiz e valorizar os botecos familiares das cidades. Os vencedores são conhecidos durante “A Saideira”, uma grande festa onde os resultados são divulgados e o público pode degustar os petiscos premiados.
Criado em 1999, na capital mineira, Belo Horizonte, o “Comida di Buteco” cresce a cada ano e já acontece em diversas cidades de todoo Brasil. Este ano, mais uma vez a atração principal são os ingredientes diferenciados e típicos de cada região. Ingredientes bem brasileiros que formam pratos criativos e deliciosos.
Na edição 2012 em Minas Gerais, que acontece nas cidades de Belo Horizonte, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Poços de Caldas e Uberlândia, os donos dos bares participantes deverão usar o queijo minas (minas artesanal, minas padrão e/ou frescal) como ingrediente obrigatório em seus tira-gostos. Em Goiânia, os ingredientes são o baru, a gueroba (guariroba) e/ou omilho. Nas demais cidades, o tema e os ingredientes são de livre escolha pelos donos dos botecos.
Além dessas seis cidades mineiras, simultaneamente, o “Comida di Buteco” será realizado em outras nove cidades, Belém (PA), Campinas (SP), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Manaus (AM), Rio de Janeiro (RJ), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA) e São José do Rio Preto (SP), e, estreando no evento, a capital paulista, São Paulo, porém, em data diferente, de 1º de junho a 1º de julho.
Ao todo, serão 374 botecos de 16 cidades em oito estado do Brasil participando da edição 2012 do “Comida di Buteco”.
O evento se norteia em resgatar a culinária de raiz e valorizar os botecos familiares das cidades. Os vencedores são conhecidos durante “A Saideira”, uma grande festa onde os resultados são divulgados e o público pode degustar os petiscos premiados.
Criado em 1999, na capital mineira, Belo Horizonte, o “Comida di Buteco” cresce a cada ano e já acontece em diversas cidades de todoo Brasil. Este ano, mais uma vez a atração principal são os ingredientes diferenciados e típicos de cada região. Ingredientes bem brasileiros que formam pratos criativos e deliciosos.
Na edição 2012 em Minas Gerais, que acontece nas cidades de Belo Horizonte, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Poços de Caldas e Uberlândia, os donos dos bares participantes deverão usar o queijo minas (minas artesanal, minas padrão e/ou frescal) como ingrediente obrigatório em seus tira-gostos. Em Goiânia, os ingredientes são o baru, a gueroba (guariroba) e/ou omilho. Nas demais cidades, o tema e os ingredientes são de livre escolha pelos donos dos botecos.
Além dessas seis cidades mineiras, simultaneamente, o “Comida di Buteco” será realizado em outras nove cidades, Belém (PA), Campinas (SP), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Manaus (AM), Rio de Janeiro (RJ), Ribeirão Preto (SP), Salvador (BA) e São José do Rio Preto (SP), e, estreando no evento, a capital paulista, São Paulo, porém, em data diferente, de 1º de junho a 1º de julho.
Ao todo, serão 374 botecos de 16 cidades em oito estado do Brasil participando da edição 2012 do “Comida di Buteco”.
domingo, 1 de abril de 2012
O profissional que o mercado quer
O mundo do trabalho vive sua maior transformação desde a Revolução Industrial e busca um novo tipo de pessoas. Agora o que vale mais é ter formação diversificada, ser versátil, autônomo, conectado e dono de um espírito empreendedor. Esqueça tudo o que você aprendeu sobre o mercado de trabalho. Estabilidade, benefícios, vestir a camisa da empresa, jornadas intermináveis, hierarquia, promoção, ser chefe. Ainda que tais conceitos estejam arraigados na cabeça do brasileiro – quem nunca ouviu dos pais que ser bem-sucedido era seguir tal cartilha? –, eles fazem parte de um pacote com cheiro de naftalina. O novo profissional, autônomo, colaborativo, versátil, empreendedor, conhecedor de suas próprias vontades e ultraconectado é o que o mercado começa a demandar. O modelo tradicional de trabalho que foi sonho de consumo de todo jovem egresso da faculdade nas últimas duas décadas está ficando para trás. É a maior transformação desde que a Revolução Industrial, no século XVIII, mandou centenas de pessoas para as linhas de produção, segundo a pesquisadora inglesa Lynda Gratton, professora da London Business School e autora do livro “The Shift: The Future is Already Here” (“A mudança: o futuro já começou”, em tradução livre). Nas novas gerações esse fenômeno é mais evidente. Hoje, poucos recém-formados se veem fiéis a uma única empresa por toda a vida. Em grande parte das universidades de elite do país, os alunos sequer cogitam servir a um empregador. “Quando perguntamos onde eles querem trabalhar, a resposta é: na minha empresa”, conta Adriana Gomes, professora da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo.Entre os brasileiros que seguem o modelo tradicional, a média de tempo em um emprego é de cinco anos, uma das menores do mundo, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) – os americanos trocam mais, a cada quatro anos. O ritmo dinâmico inclui mudanças de função, de empregador, e até de carreira. O cenário atual contribui. “Estamos migrando de um padrão previsível para um modelo no qual impera a instabilidade”, diz Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Quem apostar na estrutura antiga vai sair perdendo, segundo a professora Tânia Casado, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Isso significa, inclusive, rever o significado de profissão. “O que passa a valer é o conceito de carreira sem fronteiras, ou seja, a sequência de experiências pessoais de trabalho que você vai desenvolver ao longo da sua vida”, define Tânia, uma das maiores especialistas em gestão de pessoas do País. Dentro desse novo ideal, vale somar cada vivência, inclusive serviços não remunerados, como os voluntários, e os feitos por puro prazer, como escrever um blog. O conceito não é novo. Surgiu em 1993 da mente futurista de Michael Arthur, professor de estratégia e negócios da Universidade Suffolk, nos Estados Unidos. Só agora, quase 20 anos depois, é que a teoria começa a virar realidade. De acordo com sua tese, a carreira sem fronteiras é aquela que se apoia no tripé “por quê, como e com quem”. “É preciso se perguntar o que você quer da sua vida e por quê; estudar para obter a técnica necessária e, por fim, estabelecer relações nas quais exista uma troca de conhecimentos”, explica Tânia, estudiosa da tese de Michael. Ou seja, você pode até passar anos no mesmo lugar, como fizeram seu pai e avô, desde que tenha a menteflexível do profissional sem fronteiras e busque autoconhecimento, atualização constante e intercâmbio de experiências. O novo profissional também tem que ter jogo de cintura para os novos arranjos trabalhistas. “A tendência é ter mais flexibilidade na remuneração, no tempo de duração da atividade, no conteúdo e no fuso e local de trabalho”, destaca Werner Eichhorst, diretor do Instituto de Estudos sobre o Trabalho de Bonn (IZA, sigla em alemão), na Alemanha. O home-office, prática de trabalhar em casa que começa a ganhar terreno, será a realidade de milhões de brasileiros nos próximos dez anos, sobretudo nas grandes cidades sufocadas pelo trânsito. A revolução trabalhista está na pauta do dia por diversas razões. Em seu livro, Lynda Gratton apresenta o resultado de um estudo feito com 21 companhias globais e mais de 200 executivos na London Business School. Do extenso debate, ela elegeu as cinco forças que estão moldando o trabalho e, claro, seus profissionais. Em primeiro lugar, está a tecnologia. Como na Revolução Industrial, quando as máquinas aceleraram a produtividade, hoje a vida em rede e os recursos de ponta eliminam uma série de empregos e modificam outros tantos. No cenário brasileiro, há de se considerar a herança deixada pelas amargas décadas de 1980 e 1990, nas quais o desemprego e a terceirização explodiram – segundo Pochmann, o número de trabalhadores sem carteira assinada e por conta própria subiu de 11,7% para 58,2% somente entre 1985 e 1990. Nos últimos anos, o desemprego vem diminuindo e a formalização aumentou. Esse crescimento, porém, se deve mais pela geração de novos postos de trabalho com carteira assinada do que pela regularização do trabalho informal. Hoje, 45% dos brasileiros ativos não são registrados, de acordo com o Ipea. Outras três forças citadas por Lynda Gratton são globalização, mudanças demográficas e preocupações ambientais. A primeira traz com ela a entrada de novos países no grande jogo econômico global – como o próprio Brasil. A segunda diz respeito àquantidade de gente no mundo – seremos nove bilhões em 2050 –, e à maior expectativa de vida. E a terceira tem a ver com as mudanças necessárias na forma de produzir e consumir para reduzir os impactos no meio ambiente. Por fim, a autora destaca a quinta força: as tendências de comportamento humano. Mais gente viverá só, as famílias serão menores e as relações afetivas serão foco de maior atenção. Trabalhar em casa ou próximo da moradia, mais que uma questão sustentável, será uma opção pelo bem-estar, algo que o brasileiro já valoriza. Em uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), no começo do ano, a meta profissional mais desejada em 2012 pelos entrevistados é “melhorar a qualidade de vida”, acima até da opção “ganhar mais”. “O workaholic está saindo de moda”, afirma a professora Adriana Gomes, da ESPM. “Aos poucos, as pessoas foram percebendo que a produtividade delas caía a médio e longo prazos.” Não é só o profissional que deve estar preparado para tamanha virada. As empresas, sobretudo as grandes corporações que se expandiram ao longo dos últimos 20 anos, também precisam arejar suas convicções. Uma das principais mudanças é dar mais autonomia para que o funcionário crie, produza e evolua sem ficar estafado. Tânia Casado, da USP, coordena um grupo de estudo que tem se debruçado sobre um tema fresquinho, curioso e fundamental para o mundo corporativo: o “opt-out”. Trata-se da prática, ainda pouco conhecida e aplicada, na qual as pessoas podem continuar sua trajetória dentro de uma empresa sem ter que necessariamente seguir a trilha convencional de subir na hierarquia. “Executivos de grandes grupos me procuram preocupados com a fuga de talentos e me perguntam o que podem fazer para retê-los”, diz a professora. Isso inclui principalmente mulheres que gostariam de passar mais tempo com seus filhos após a licença-maternidade, sem abrir mão da carreira. A resposta de Tânia é: opt-out. Ofereça opções ou os talentos vão embora. Principalmente em um momento bom da economia. O desafio de lidar com esse novo perfil é tão grande que é o tema do Congresso Anual de Gestão de Pessoas (Conarh) deste ano, que será realizado em agosto. “Os profissionais, em especial os jovens, guiam suas carreiras por suas causas e valores”, diz Leyla Nascimento, presidente da ABRH, que organiza o evento. “Se percebem que seu empregador não compra a sua causa, ele simplesmente vai embora.” Outra insatisfação grande, segundo ela é não ser reconhecido, cobrado e valorizado, o que exige melhorias na comunicação e na forma como as lideranças atuam. Até mesmo o uso das redes sociais é visto como uma questão estratégica. “É uma realidade e não pode mais ser ignorada.” Nas empresas de médio porte, em especial as de tecnologia, esse novo profissional já encontra território acolhedor. Na Conectt, os 150 funcionários têm a liberdade de propor ideias a qualquer momento. São eles que decidem também os programas de bem-estar, além de desfrutar de horários maleáveis. Alguns designers nunca pisaram na sede da empresa, em São Paulo, e trabalham remotamente de diferentes pontos do Brasil. No ano passado, um programador recém-contratado avisou que sairia em seguida para passar uma temporada na Austrália. Foi incentivado e lhe asseguraram que teria sua vaga na volta. Segundo o sócio-diretor Pedro Waengertner, o importante é a equipe entregar o trabalho, independentemente da quantidade diária de horas trabalhadas, e ela se sentir parte fundamental do processo. “O funcionário é um ativo valioso e, para reter os melhores, é preciso ter flexibilidade”, diz ele. Nesse cenário de mudanças aceleradas, a legislação trabalhista brasileira é um entrave. Criada em 1943 por Getúlio Vargas e alterada em poucos detalhes ao longo das últimas décadas, a essência da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) corresponde a um Brasil que já não existe. A rigidez da CLT, que impede, por exemplo, a opção de meio período para várias profissões, é o ponto mais criticado pelos especialistas. Um estudo realizado no ano passado pelo IZA, de Werner Eichhorst, em parceria com a USP, faz um comparativo entre os dois países e mostra que a possibilidade de os funcionários alemães negociarem seus salários diretamente com os empregadores, sem sindicatos nem governo no meio, ajudou a salvar 350 mil postos durante a crise de 2008. No Brasil, a pesquisa aponta a cultura de desconfiança entre as partes como fruto de uma lei extremamente paternalista. Resultado: dois milhões de casos julgados na Justiça do Trabalho a cada ano. Apesar do embaraço legal, o mercado trata de pressionar, na prática, por mudanças. “Os empregadores vão achando as brechas até alguém ter a coragem de mudar”, acredita a professora Adriana, da ESPM. O governo Dilma acena com transformações. Irá propor ao Congresso duas novas formas de contratação, a eventual e a por hora trabalhada. As alterações podem dar mais dinamismo ao mercado e permitir que quem dá expediente dois dias na semana ou três horas por dia seja integrado formalmente à força produtiva do País. Se a proposta for adiante, estará em maior sintonia com a realidade atual. Afinal, a revolução no mundo do trabalho já começou. (*) Transcrito de ricardoapesceadv.blogspot.com de autoria de Ricardo A. Pesce – advogado
Usinas de nucleares de Angra armazenarão lixo atômico em três anos
Rio de Janeiro, Brasil – A Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras, que administra a Central Nuclear “Almirante Álvaro Alberto”, em Angra dos Reis, vai concluir a construção da primeira célula-demonstração para contenção do lixo atômico das usinas nucleares dentro de três anos, conforme informou o presidente da estatal, Othon Luiz Pinheiro. Ele garante que o sistema de armazenamento dos rejeitos nucleares é seguro.
A técnica adotada faz o encapsulamento de cada célula do combustível e, depois, o encapsulamento do conjunto de elementos combustíveis atômicos. “É uma proteção a mais”, observa Othon Pinheiro.
Segundo ele, o armazenamento não será imposto a nenhum município, mas aquele que se dispuser a estocar esse lixo será remunerado. “[O município] ganhará royalties por isso. Se nós tivermos a competência para demonstrar que [o sistema] é seguro, vai ter muito município com densidade populacional baixa, sem utilização para terrenos públicos, que vai ganhar com isso, sem nenhuma consequência para a população”.
Apesar de o programa nuclear brasileiro estar sendo revisto, em função do acidente que abalou a Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão, há um ano, Othon Pinheiro acredita que não há razão para interromper a construção de centrais nucleares no país.
Em construção, Angra 3 deverá entrar em funcionamento em 2016 e vai gerar 1.405 megawatts (MW) de energia. Somando com a produção das outras duas usinas em funcionamento, Angra 1 e 2, contribuirá para a geração de 60% da energia consumida no estado do Rio de Janeiro. Othon Pinheiro destacou que, nos últimos dez anos, a contribuição de energia térmica nuclear ao sistema integrado nacional fica, pelo menos, dentro da média de 2.015 MW.
Para o presidente da Eletrobras, o acidente de Fukushima, um grande vazamento de radiação depois que os reatores foram sacudidos por um forte terremoto seguido de tsunami, em março do ano passado, acabará provando que a energia nuclear dificilmente será abandonada onde é adotada no mundo.
Mesmo descartando problemas similares aos de Fukushima, a Eletronuclear decidiu construir o prédio do reator de Angra 3 à prova de terremoto. De acordo com Othon Pinheiro, a rotina de trabalho na central nuclear brasileira prima pela segurança e pela qualidade de treinamento do pessoal. (*) Com informação AB e JB
quinta-feira, 29 de março de 2012
Haitianos aguardam visto para entrar no Brasil
Ao menos 273 haitianos, que buscam migrar para o Brasil, estão desde janeiro numa cidade na Amazônia peruana, onde dormem nas ruas enquanto esperam que o governo brasileiro os acolha.
Eles estavam a caminho do Brasil quando, no dia 12 de janeiro, o governo anunciou que ordenaria o fluxo de haitianos ao país. Pela Resolução nº 97/2012 do Conselho Nacional de Imigração (CNIg), definiu-se que a embaixada do Brasil no Haiti passaria a conceder 100 vistos de trabalho ao mês para haitianos que quisessem morar no país. Paralelamente, a Polícia Federal passou a barrar haitianos sem visto nas fronteiras.
Como saíram do Haiti sem a permissão, e viajaram sem o visto, os 273 haitianos passaram a viver, desde então, na cidade peruana de Iñapari, que tem cerca de 1.500 habitantes e faz fronteira com o município de Assis Brasil, no Acre. A espera já dura 77 dias.
(*) Com informação BBC
Eles estavam a caminho do Brasil quando, no dia 12 de janeiro, o governo anunciou que ordenaria o fluxo de haitianos ao país. Pela Resolução nº 97/2012 do Conselho Nacional de Imigração (CNIg), definiu-se que a embaixada do Brasil no Haiti passaria a conceder 100 vistos de trabalho ao mês para haitianos que quisessem morar no país. Paralelamente, a Polícia Federal passou a barrar haitianos sem visto nas fronteiras.
Como saíram do Haiti sem a permissão, e viajaram sem o visto, os 273 haitianos passaram a viver, desde então, na cidade peruana de Iñapari, que tem cerca de 1.500 habitantes e faz fronteira com o município de Assis Brasil, no Acre. A espera já dura 77 dias.
(*) Com informação BBC
Facebook se torna alvo hackers para controlar perfis
Aplicativos são usados para forçar instalação de extensão no navegador de internautas. A fraude atinge usuários dos navegadores Chrome e Firefox.
De acordo com a fabricante de antivírus Kaspersky Lab juntamente com o site Linha de Defesa, o Facebook no Brasil está enfrentando um forte esquema no qual, através do envio de spams, os hackers estão conseguindo obter o controle dos perfis de vários usuários. Deste modo, os perfis das vítimas acabam “curtindo” outros perfis já determinados. Um esquema altamente lucrativo, já que, no Brasil, cem mil “curtidas” estavam sendo vendidas por R$ 3.999,00.
A investigação conseguiu encontrar dois sites responsáveis pelo feito, um deles era responsável pelo controle dos perfis na rede social de Mark Zuckerberg, o outro negociava a venda de “curtidas”, chamando a atenção dos donos de “fan pages usando as palavras: “Adquira mil curtidas em sua fan page no Facebook”.
O primeiro site, que controlava os perfis das vítimas, não tinha uma página principal, porém, hospedava um código que era carregado por extensões de navegadores distribuídos na rede social. Assim sendo, estas extensões eram oferecidas aos internautas commensagens do tipo “Saiba quem visitou o seu perfil no Facebook”; “Saiba quem viu suas fotos”; “Mude a cor do seu perfil”, “Aprenda tirar virus do face”, entre outras ofertas mirabolantes.
Deste modo, quem acessou esses links fazendo uso do Firefox ou do Chrome, acabou recebendo uma extensão no navegador que, além de não realizar o prometido, carrega um código malicioso, divulga a mesma mensagem na sua página e ainda “curte” várias páginas na rede social sem saber.
O Facebook, após esta descoberta, disse que não costuma comentar casos específicos, no entanto, instruiu os usuários que devem denunciar mensagens de spans.
(*) Com informação Oficina da Net e R7
De acordo com a fabricante de antivírus Kaspersky Lab juntamente com o site Linha de Defesa, o Facebook no Brasil está enfrentando um forte esquema no qual, através do envio de spams, os hackers estão conseguindo obter o controle dos perfis de vários usuários. Deste modo, os perfis das vítimas acabam “curtindo” outros perfis já determinados. Um esquema altamente lucrativo, já que, no Brasil, cem mil “curtidas” estavam sendo vendidas por R$ 3.999,00.
A investigação conseguiu encontrar dois sites responsáveis pelo feito, um deles era responsável pelo controle dos perfis na rede social de Mark Zuckerberg, o outro negociava a venda de “curtidas”, chamando a atenção dos donos de “fan pages usando as palavras: “Adquira mil curtidas em sua fan page no Facebook”.
O primeiro site, que controlava os perfis das vítimas, não tinha uma página principal, porém, hospedava um código que era carregado por extensões de navegadores distribuídos na rede social. Assim sendo, estas extensões eram oferecidas aos internautas commensagens do tipo “Saiba quem visitou o seu perfil no Facebook”; “Saiba quem viu suas fotos”; “Mude a cor do seu perfil”, “Aprenda tirar virus do face”, entre outras ofertas mirabolantes.
Deste modo, quem acessou esses links fazendo uso do Firefox ou do Chrome, acabou recebendo uma extensão no navegador que, além de não realizar o prometido, carrega um código malicioso, divulga a mesma mensagem na sua página e ainda “curte” várias páginas na rede social sem saber.
O Facebook, após esta descoberta, disse que não costuma comentar casos específicos, no entanto, instruiu os usuários que devem denunciar mensagens de spans.
(*) Com informação Oficina da Net e R7
Astrônomos descobrem planetas habitáveis
Pode existir água líquida na superfície de planetas bastante parecidos com a Terra na Via LácteaAstrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgaram nesta quarta-feira, 28, que pode haver bilhões de planetas não muito maiores que a Terra circulando estrelas próximas de sua supernova na Via Láctea. Esses planetas poderiam ser habitáveis.
Equipamentos com a tecnologia Harps (High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher) do Observatório de Silla, no Chile, identificaram a existência dos planetas.
“As nossas novas observações obtidas com o HARPS indicam que cerca de 40% de todas as estrelas anãs vermelhas possuem uma super-Terra que orbita na zona habitável, isto é, onde água líquida pode existir na superfície do planeta”, diz Xavier Bonfils da IPAG, Observatoire des Sciences de l´Univers de Grenoble, França, e o líder da equipe. “Como as anãs vermelhas são muito comuns – existem cerca de 160 bilhões de estrelas deste tipo na Via Láctea – chegamos ao resultado surpreendente de que existirão dezenas de bilhões destes planetas só na nossa galáxia.”
(*) Com informação Band.com
Equipamentos com a tecnologia Harps (High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher) do Observatório de Silla, no Chile, identificaram a existência dos planetas.
“As nossas novas observações obtidas com o HARPS indicam que cerca de 40% de todas as estrelas anãs vermelhas possuem uma super-Terra que orbita na zona habitável, isto é, onde água líquida pode existir na superfície do planeta”, diz Xavier Bonfils da IPAG, Observatoire des Sciences de l´Univers de Grenoble, França, e o líder da equipe. “Como as anãs vermelhas são muito comuns – existem cerca de 160 bilhões de estrelas deste tipo na Via Láctea – chegamos ao resultado surpreendente de que existirão dezenas de bilhões destes planetas só na nossa galáxia.”
(*) Com informação Band.com
Brasil prepara lançamento de satélite para levar banda larga a todo o país
Nova Deli, Índia – O governo brasileiro prepara o lançamento de um satélite de comunicações para levar o serviço de banda larga a todo o país. A informação foi confirmada ontem, 28, em Nova Deli, Índia, pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.
“Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante”, disse, à agência France Press, o ministro que está na Índia com a presidente Dilma Rousseff para o quarto encontro do grupo das economias emergentes, conhecida como BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
A construção e o lançamento do satélite, de responsabilidade da Telebras e da Embraer, têm um custo avaliado em 750 milhões de reais (309 milhões de euros).
Brasil, Índia e África do Sul também vão discutir o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul. O equipamento permitirá fazer medições para “entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas”.O ministro também afirmou que o Brasil prevê o lançamento conjunto com a China de dois satélites, um este ano e um em 2014.
Durante a visita à Índia, Raupp vai ainda assinar com as autoridades indianas um acordo para o programa “Ciências Sem Fronteiras”, que permitirá a formação no exterior de estudantes e especialistas brasileiros nas áreas das ciências naturais e engenharia.
(*) Com informação jn.pt e FP
“Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante”, disse, à agência France Press, o ministro que está na Índia com a presidente Dilma Rousseff para o quarto encontro do grupo das economias emergentes, conhecida como BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
A construção e o lançamento do satélite, de responsabilidade da Telebras e da Embraer, têm um custo avaliado em 750 milhões de reais (309 milhões de euros).
Brasil, Índia e África do Sul também vão discutir o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul. O equipamento permitirá fazer medições para “entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas”.O ministro também afirmou que o Brasil prevê o lançamento conjunto com a China de dois satélites, um este ano e um em 2014.
Durante a visita à Índia, Raupp vai ainda assinar com as autoridades indianas um acordo para o programa “Ciências Sem Fronteiras”, que permitirá a formação no exterior de estudantes e especialistas brasileiros nas áreas das ciências naturais e engenharia.
(*) Com informação jn.pt e FP
Lula livre do câncer e de volta à política
O ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, de 66 anos de idade, divulgou ontem, 28, logo após os exames que constataram estar livre do câncer de laringe, um vídeo dizendo ter vencido a batalha contra o tumor diagnosticado em outubro do ano passado. Lula enfatiza que, após vitória está preparado para regressar à vida política.
“Agora volto à minha militância política com muito mais cuidado, muito mais maduro, muito mais calejado. Pensando, em primeiro lugar, em cuidar da saúde, mas, sobretudo, em continuar lutando para tentar melhorar a vida do brasileiro um pouco mais”, destacou.
A notícia foi confirmada em comunicado emitido pelos médicos do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde o ex-presidente foi operado.
Os médicos, conforme reportagem do jornal “Folha de S.Paulo”, afirmam que os exames de ressonância magnética mostraram a “ausência de tumor visível”, revelando apenas uma esperada “ligeira inflamação” nas áreas submetidas à radioterapia.
No entanto, a equipe médica evita falar em cura e alerta para o fato de que Lula continuará sendo avaliado periodicamente. Serão necessários mais cinco anos até que possa ser considerado completamente curado.
No vídeo, com cerca de dois minutos e meio, Lula agradece a Deus e ao apoio que recebeu dos médicos, da sua mulher Marisa Letícia, da atual presidente Dilma Rousseff, e as orações feitas pelos brasileiros.
“Obrigado, meu Deus, mais uma vez, por atender a esse humilde brasileiro que tanto tem fé. Muito obrigado”, ressalta o ex-presidente.
Assista ao vídeo no qual o ex-presidente Lula agradece apoio, orações e a fé dos brasileiros:
“Agora volto à minha militância política com muito mais cuidado, muito mais maduro, muito mais calejado. Pensando, em primeiro lugar, em cuidar da saúde, mas, sobretudo, em continuar lutando para tentar melhorar a vida do brasileiro um pouco mais”, destacou.
A notícia foi confirmada em comunicado emitido pelos médicos do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde o ex-presidente foi operado.
Os médicos, conforme reportagem do jornal “Folha de S.Paulo”, afirmam que os exames de ressonância magnética mostraram a “ausência de tumor visível”, revelando apenas uma esperada “ligeira inflamação” nas áreas submetidas à radioterapia.
No entanto, a equipe médica evita falar em cura e alerta para o fato de que Lula continuará sendo avaliado periodicamente. Serão necessários mais cinco anos até que possa ser considerado completamente curado.
No vídeo, com cerca de dois minutos e meio, Lula agradece a Deus e ao apoio que recebeu dos médicos, da sua mulher Marisa Letícia, da atual presidente Dilma Rousseff, e as orações feitas pelos brasileiros.
“Obrigado, meu Deus, mais uma vez, por atender a esse humilde brasileiro que tanto tem fé. Muito obrigado”, ressalta o ex-presidente.
Assista ao vídeo no qual o ex-presidente Lula agradece apoio, orações e a fé dos brasileiros:
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