segunda-feira, 30 de março de 2020

JUÍZES PODEM VIRAR PREFEITOS PROVISÓRIOS A PARTIR DE JANEIRO DE 2021

Urna eletrônica. (Foto: Reprodução internet)
Rodrigo Maia descarta ideia de cancelamento do pleito e diz que prorrogação de mandato para eleição geral em 2022 é proposta inconstitucional
Por
Célio Gomes
Volto a tratar do possível adiamento das eleições municipais marcadas para outubro.
Diante dos efeitos da pandemia da SARS-CoV-2, o Novo Coronavírus (Covid-19), a suspensão da escolha de vereadores e prefeitos é uma hipótese concreta no horizonte. Caso isso venha mesmo a ocorrer, o impasse sobre o que fazer em seguida já está em debate. Uma alternativa é a votação ser remarcada para o fim de dezembro. Dessa forma, os eleitos tomariam posse em primeiro de janeiro, sem esticar (nem reduzir) o mandato de ninguém.
Mas e se até o fim do ano a situação continuar conturbada? Para a Justiça Eleitoral e os partidos, a maratona rumo ao dia do voto começa bem antes. As convenções, a preparação das urnas e a convocação de mesários são apenas algumas etapas que exigem providências em prazos obrigatórios. Lideranças políticas e do Judiciário discutem o caso, por enquanto nos bastidores.
Como escrevi no texto anterior sobre o assunto, outro caminho é a prorrogação, por dois anos, dos mandatos dos atuais vereadores e prefeitos. Uma nova eleição ficaria para 2022, junto com a escolha de deputados, senadores, governadores e presidente. Teríamos, na verdade, as chamadas eleições gerais. No pacote, o mandato para o Executivo seria de cinco anos – e com o fim da reeleição.
Em reportagem da Veja, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, repele a ideia de cancelamento do pleito deste ano. Sobre prorrogação de mandato e tudo junto em 2022, diz se tratar de uma proposta inconstitucional. Na entrevista, é ele quem revela a eventual solução bem inusitada: magistrados podem assumir o comando dos municípios em janeiro de 2021. Juízes seriam prefeitos provisórios.
Segundo a Veja, Maia requisitou um “parecer jurídico” à consultoria da Câmara. Com base na papelada, ele está certo de que mandato esticado não tem chance de vingar. Seria barrado pelo STF. A revista informa ainda que é este mesmo parecer que sustenta: “Os municípios brasileiros podem ser administrados provisoriamente por juízes a partir de janeiro, caso não haja eleições até o fim do ano”.
Além disso, unificar eleições, acabando com o ritual de votações a cada dois anos, exige aprovação no Congresso Nacional. E isso também demanda um tempo que não se pode prever. A verdade é que ninguém sabe o que virá pela frente. Por isso mesmo, o adiamento do voto é quase provável.
Em maio, o festivo Luís Roberto Barroso assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O ministro do STF também fala à reportagem da Veja. Como lembra a revista, ele tomará posse justamente nos dias em que as autoridades médicas preveem o auge da crise do Novo Coronavírus.
Barroso diz que o mês de junho é a “data-limite” pra saber se há ou não condições de realizar o pleito. Caso se entenda pela inviabilidade, ele acredita numa votação na reta final de dezembro. Mas é claro que a suposição do ministro está mais no campo do desejo do que na dimensão do real.
A ideia de acabar com a bienal eleitoral no Brasil não é de hoje. Tramitam projetos no parlamento com propostas de unificação. As circunstâncias criadas por uma crise acabaram misturando o imediatismo com antigas intenções. Defensores da ideia de mudança estão em campo atrás de apoio.
Quanto a juiz assumir a cadeira de prefeito, até uma eleição em algum momento de 2021, é algo que certamente passa longe do consenso. Cinco mil e tantos municípios! E cinco mil e tantos juízes! Um debate por aí tem tudo pra incendiar os três poderes, a imprensa e as esquinas. E é daqui a pouco.
Fonte: Portal Cada Minuto
Zema declarou que considerações dos prefeitos serão parte da
tomada de decisão (Foto: 
Caroline Lopes/divulgação Agência Minas)
Anúncio de estudos foi feito durante pronunciamento em redes sociais pelo governador que reafirmou compromisso com a vida dos mineiros
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou, na última sexta-feira, 27, que a prioridade do Estado continua sendo a preservação da saúde e da vida de todos: crianças, jovens e idosos. A declaração foi feita durante pronunciamento do governador, transmitido ao vivo pelas redes sociais, sobre as medidas de combate à SARS-CoV-2, o Novo Coronavírus (Covid-19). Zema também anunciou o início de estudos para avaliar a possibilidade de liberar o funcionamento de alguns empreendimentos.
Ele também lembrou que as ações iniciais do governo foram essenciais para evitar que o Novo Coronavírus se espalhasse rapidamente.
“Vamos ver o que será possível fazer no sentido de começarmos a reativar alguns setores. Tudo será feito com o maior critério”, disse explicando que as medidas, tomadas após ampla avaliação, estarão sujeitas a alterações, caso o monitoramento realizado 24 horas pelo governo aponte a necessidade de determinar novamente o fechamento de empresas para evitar riscos à população.
“Estamos otimistas de que será possível liberar algumas atividades em algumas áreas. As regiões têm realidades distintas. E, por isso, o Covid-19 se espalhou de forma desigual”, ressaltou. O governador ainda esclareceu que a análise levará em conta especificidades de cada município. E garantiu que as considerações dos prefeitos serão parte da tomada de decisão após o estudo.
Zema deixou claro que não está determinando a reabertura do comércio, mas garantindo que a situação de cada setor seja analisada com responsabilidade.
Caso a avaliação indique abertura de determinados estabelecimentos, os sindicatos deverão assegurar medidas que garantam a segurança dos trabalhadores. Havendo a possibilidade de retomada das atividades, as empresas deverão adotar práticas sanitárias, escala de revezamento, alteração de jornada, além de evitar o contato de clientes, de funcionários e oferecer atendimento e assistência ao grupo de risco, como idosos, pessoas com doença crônica e gestantes.
Fonte: Agência Minas

ANAC DEFINE MALHA AÉREA ESSENCIAL

Iniciativa garante que nenhum estado brasileiro fique sem ligação aérea
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) recebeu, na última sexta-feira, 27, os últimos ajustes de malha aérea das empresas Gol, Azul e Latam. Além das capitais dos 26 estados e o Distrito Federal, outras 19 cidades do país serão atendidas. Os voos tiveram início no sábado, 28, e estão previstos até o final de abril, distribuídos em frequências semanais com: 723 voos no Sudeste, 153 na região Nordeste, 155 voos no Sul, 135 no Centro-Oeste e 75 voos para a região Norte. A distribuição dos voos atende a preocupação do governo federal de manter uma malha que continue integrando o país, com ajustes para que nenhum estado fique sem pelo menos uma ligação aérea.
Com a redução drástica de voos em março, em decorrência da pandemia do Novo Coronavírus (Covid-19), havia o risco de uma paralisação total do serviço. A malha emergencial é 91,61% menor do que a originalmente prevista pelas empresas para o período. Considerando a programação de Gol, Azul e Latam, a queda é de 56,06% das localidades atendidas, passando de 106 para 46. O número de voos semanais passou de 14.781 para 1.241.
O diretor-presidente da ANAC, Juliano Noman, reforça a importância da medida para a manutenção do transporte aéreo: “A aviação de vários países está parando por completo. O que estamos fazendo no Brasil é porque sabemos que o serviço aéreo é essencial para ajudar o país a superar esse cenário sem precedentes, permitindo o deslocamento de materiais, profissionais de saúde e das pessoas que ainda precisam viajar”. Também participam da ação o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), do Ministério da Economia, e o Ministério da Infraestrutura, que tem buscado junto aos governos estaduais apoio para a iniciativa.
Voos Por Empresa
Juntas as empresas aéreas operarão 1.241 voos semanais, sendo 483 voos da Latam, 405 voos da Azul e 353 voos da Gol. Veja no MAPA ACIMA a distribuição por região e aqui os aeroportos atendidos por cada empresa (clique para acessar).
Fonte: ACS Anac

QUARENTENA SE ESTENDE ATÉ 30 DE ABRIL NOS EUA

O presidente dos EUA, Donald Trump, em pronunciamento
ao seu país. (Foto: AFP)
Já no Brasil, documento do MS sugere a gestores do SUS e secretários estaduais adoção de medidas que já estão em vigor
O presidente estadunidense Donald Trump estendeu o período de distanciamento social até o dia 30 de abril. A decisão foi anunciada neste domingo, 29, durante coletiva na Casa Branca. O governo federal dos EUA pede que a população siga a medida para evitar o avanço da SARS-CoV-2, o Novo Coronavírus (Covid-19). Trump tinha a expectativa de “abrir” o país até a Páscoa. A Covid-19 deve alcançar o pico no país em duas semanas, quando o número de mortes deve começar a diminuir.
O diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA, Anthony Fauci, que faz parte da força-tarefa do governo contra o coronavírus, afirmou que a decisão é “sábia e prudente”. Ao lado de Trump na coletiva de imprensa, ele reafirmou que o número de mortes por coronavírus nos EUA poderia alcançar 200 mil se não forem tomadas medidas adequadas para conter a disseminação do vírus. “O número que eu dei é baseado em modelos”, reforçou Fauci. Segundo o especialista, os esforços de distanciamento social em andamento no país “estão tendo um efeito” que ainda não pode ser quantificado.
A médica Deborah Birx, que também é membro da força-tarefa estadunidense contra a Covid-19, disse que continuar com o distanciamento social é “um grande sacrifício para todo mundo”, mas salvará “centenas de milhares de vidas”.
No Brasil
Em um documento enviado a gestores do SUS e secretários estaduais da área, técnicos do Ministério da Saúde (MS) destacam a necessidade de implementação de um plano de quarentena contra o coronavírus no Brasil.
No documento, obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, eles sugerem uma orientação do governo federal para que, na semana de 6 de abril, escolas e universidades possam ser fechadas até o fim do mês, com uma atualização do cenário em 20 de abril.
Apesar de estados e municípios já terem adotado essas restrições na área de educação, o governo federal não determinou a paralisação desses serviços, o que poderia vir a ser feito agora. Os técnicos sugerem ainda distanciamento social no ambiente de trabalho e proibição de eventos com aglomeração, como jogos de futebol. Medidas mais restritivas seriam adotadas em abril, maio e junho.
No plano de ação da quarentena, a ser executado nos próximos três meses, além da restrição às aglomerações, há a previsão da contratação de trabalhadores informais, como promotores de saúde, durante a resposta à Covid-19. A ideia é que eles orientem as pessoas na rua, identifiquem idosos que estão fora do isolamento para enviá-los para casa, além de atuarem na limpeza de superfícies.
Fonte: Portal Estadão

PASSEIO DE BOLSONARO EM TAGUATINGA É EXCLUÍDO PELO TWITTER

(Foto: Reprodução internet)
Exclusão ocorreu por revelar mal comportamento do usuário e postagem que incentivam ações que potencializam contágio pelo Covid-19 são removidas
O Twitter excluiu uma mensagem do presidente da República, Jair Bolsonaro, que mostrava um passeio que ele fez nas ruas de Taguatinga. A publicação, feita neste domingo, 29, mostrava o chefe do Executivo Federal visitando o comércio na região central da terceira maior cidade do DF.
De acordo com a empresa que gerencia o site, o tuíte do presidente foi excluído por violar as políticas do site, o que revela mal comportamento do usuário. Nas últimas semanas, o Twitter vem retirando do ar mensagens com notícias falsas sobre a pandemia da SARS-CoV-2, o Novo Coronavírus (Covid-19), e removendo publicações que incentivam ações que podem potencializar a infecção, como sair às ruas.
Nas imagens excluídas, Bolsonaro cumprimenta apoiadores, ouve pedidos para que o comércio reabra e junta pequenas aglomerações de pessoas durante o passeio. Outros vídeos, que mostram a passagem dele por Ceilândia e pelo Sudoeste, além de um vídeo gravado no Palácio da Alvorada, continuavam no ar a publicação desta matéria.
Fonte: Portal Correio Braziliense

RECEITA PRÁTICA DE FOCACCIA QUE NÃO PRECISA SOVAR

A focaccia é um delicioso pão feito com bastante azeite. Ela é achatada, quase como uma pizza, mas tem um miolo bem leve e aerado
Nesta receita é ensinado todos os truques para fazer uma focaccia que não precisa sovar a massa. Também é possível aprender a calcular os ingredientes de acordo com o tamanho da sua assadeira.
Caso fique alguma dúvida, é possível acompanhar a receita e todos os detalhes através do link https://youtu.be/TRBiwOwb170.
A focaccia é um delicioso pão feito com bastante azeite. Ela é achatada, quase como uma pizza, mas tem um miolo bem leve e aerado.
Rendimento: uma focaccia grande de 900g
Tempo de manuseio: 40 minutos
Tempo total de preparo: 3 a 4 horas
Ingredientes
Esponja
100g (¾ xícaras) de farinha de trigo
100g (½ xícara) de água
5g (½ sachê) de fermento biológico seco ou 15 g de fermento biológico fresco (1 tablete)
Ou, se quiser utilizar fermento natural, são: 205 g de fermento natural de farinha branca. O fermento deve estar "refrescado" e não pode ser usado direto da geladeira.
Massa final
205g de esponja
400g (3 ⅓ xícaras) de farinha de trigo
280g (1 ⅓ xícara) de água
20g (2 colheres de sopa) de azeite de oliva
10g (½ colher de sopa) de sal de cozinha
Cobertura
4 a 6 ramos de alecrim fresco
Sal grosso para polvilhar sobre a focaccia
Azeite a gosto para untar e cobrir a superfície
Utensílios
Modo de Preparo
Começamos fazendo um pré-fermento. Isso vai dar força e sabor para a massa.
Esse tipo de pré-fermento é chamado de esponja. Seu preparo é feito 30 a 60 minutos antes de começar a receita propriamente dita.
Em uma tigela, adicione 100g de farinha de trigo. Na esponja usamos todo o fermento da receita. Então serão 5g de fermento biológico seco. Se for usar fermento biológico fresco, utilize 15g.
Misture os dois ingredientes com uma colher e adicione 100g de água em temperatura ambiente e misture bem.
Cubra com um pano úmido ou plástico filme e deixe crescer por 30 a 60 minutos até dobrar de volume. Quanto mais calor, mais rápido isso acontece.
Se você quiser usar fermento natural na sua focaccia, é só substituir toda essa quantidade de pré-fermento pelo levain já ativado. Obviamente que os tempos de fermentação serão bem maiores, pode aumentar em, no mínimo, quatro vezes, sempre dando mais atenção a consistência da massa do que ao ponteiro do relógio.
O pré-fermento ficou pronto em 45 minutos. Note, no vídeo, como ele estará cheio de bolhas e com a parte central mais alta do que as laterais. Se deixar passar muito tempo, ele afunda e a mistura perde força.
Já pode começar a massa principal.
Em uma tigela maior, adicione (*)400g de farinha de trigo e 10g de sal (cerca de meia colher de sopa). Misture o sal e a farinha com uma colher, adicione o pré-fermento, misture e acrescente 280 gramas de água em temperatura ambiente.
(*) Uma dica que vale para qualquer receita de pão. Se você não conhece a marca de farinha que estiver utilizando, não adicione toda água, reserve um pouco, misture os ingredientes e sinta a consistência da massa. Se houver necessidade, adicione o restante da água
Por fim, coloque 20g de azeite de oliva. Pode usar outro óleo, mas a focaccia tradicional é feita com azeite.
Misture com uma colher até agregar bem todos os ingredientes.
Na receita do vídeo foi usada a farinha da marca Rosa Branca, que tem uma grande capacidade de absorção de água, por isso a massa ficou mais seca. Se você estiver usando outras marcas de farinha, provavelmente a sua massa já vai ter chegado no ponto desejado.
Adicione mais 20 gramas de água, além do indicado na receita e volte a misturar com a colher até absorver toda água
A massa deve ficar com uma consistência mais pegajosa, como de um purê. Ela não deve ficar líquida como um mingau, precisa manter um mínimo de estrutura.
Cubra e deixe descansar por 5 minutos.
Como é uma massa muito mole, não é possível sovar, mas ainda assim é preciso desenvolver o glúten. Então, deixe-a descansando por 5 minutos e fazer uma dobra, deixar mais 5 minutos e fazer outra dobra. No total serão de 4 a 5 dobras em um período de 30 minutos.
Para realizar as dobras, mantenha as mãos umedecidas sempre que tocar na massa, para não grudar.
Puxe as pontas da massa até o centro. Essa primeira sequência de dobras é mais difícil, a massa ainda está grudando muito. Quatro movimentos são suficientes, cobra a massa novamente e aguarde mais 5 minutos.
Na segunda dobra, a massa já vai ter ganhado um pouco de estrutura, mas não deixe de umedecer as mãos. Serão novamente 4 a 5 dobras, uma em cada ponta da massa.
Na terceira dobra, a massa já deve estar bem mais firme, então realize um outro tipo de movimento. Coloque as duas mãos sob a parte central da massa e puxe até soltar um dos lados da tigela. Deixe a ponta solta se enrolar para baixo da massa.
Vire a tigela e repita o mesmo movimento para soltar a outra ponta.
Agora faça o mesmo com as bordas laterais. A massa já deve descolar completamente da tigela.
Após 15 minutos e 3 sequências de dobras, o glúten irá ter se desenvolvido e a massa começa a apresentar uma boa elasticidade.
Cubra e deixe mais 5 minutos.
Realize a uma última sequência de dobras, sempre com as mãos úmidas.
A massa deve estar bem mais firme e se descolar facilmente da tigela.
Este ponto de elasticidade já é suficiente, não há necessidade de mais dobras.
Cubra e, agora, deixe descansando por 30 a 60 minutos até dobrar de tamanho. No verão é mais rápido e no inverno será mais demorado
Pré-aqueça o forno. A temperatura utilizada irá variar de acordo com o tipo do seu equipamento. A focaccia tradicional não deve ficar muito grossa, ela é mais para uma pizza do que para um pão. O ideal é conseguir modelar uma massa com 1 a 2 centímetros de altura e que cresça até atingir 3 a 4 centímetros depois de pronta.
Ao assar pães mais finos, assim como acontece com a pizza, não podemos deixar muito tempo no forno, sob o risco de ressecar demais o miolo
Então, é recomendado que:
Se o forno tem resistência na parte superior, coloque a focaccia na parte mais baixa, mantenha essa resistência ligada e asse a 200 ºC;
Caso o forno não tenha resistência superior, faça o contrário, coloque a assadeira na parte mais alta e aumente a temperatura do forno para 250 ºC.
Depois da fermentação, antes de mexer na massa, prepare a assadeira.
Use, se possível, uma assadeira rasa que permita dourar bem as laterais da focaccia, como uma assadeira retangular de 36 por 24 centímetros.
Se estiver usando um tamanho diferente ou até uma assadeira redonda, você pode baixar a planilha que faz o cálculo dos ingredientes de acordo com o tamanho da assadeira (https://amopaocaseiro.com.br/receita/focaccia/#).
Despeje uma quantidade generosa de azeite e espalhe bem para evitar que grude. Isso pode não ser suficiente, dependendo do revestimento da sua assadeira. Se mesmo com o azeite grudar, forre com papel manteiga especial, como das marcas Dover ou Wida Assalight, como sugestão.
Umedeça novamente as mãos e comece desgrudando as laterais da tigela.
Só agora, após a fermentação, a massa conseguiu atingir o ponto de véu.
Para retirar a massa da tigela, vamos repetir aquele movimento que fizemos durante a dobra.
Coloque as duas mãos úmidas sob a parte central da massa. Descole um lado… vire a tigela e descole o outro lado.
Gire a tigela em 90º e suspenda a massa com cuidado até que ela descole completamente da tigela.
Transfira imediatamente a massa para a assadeira previamente untada.
Com as mãos úmidas novamente, aperte toda extensão da massa com a ponta dos dedos das duas mãos.
Estique com cuidado a focaccia para que ocupe toda assadeira. Se sentir muita resistência, cubra e deixe o glúten relaxar por 5 minutos.
Se necessário, faça mais furos com a ponta dos dedos.
Para a cobertura da focaccia vamos usar a dupla tradicional: alecrim e sal grosso. O tomate cereja também é bem clássico, mas você também pode cobrir com queijo parmesão, azeitona, cebola, berinjela e diversos outros ingredientes.
Distribua bem as folhas de alecrim sobre toda superfície da massa. Pressione suavemente para fixar bem o alecrim.
Agora coloque o sal grosso, sem exagero para não salgar demais e um fio de azeite para finalizar a cobertura.
Leve ao forno pré-aquecido à 200/250ºC (de acordo com o forno).
Após 10 minutos, a focaccia começa a dourar, então, vire a assadeira para assá-la por igual.
Depois de 25 minutos no forno, a focaccia está pronta.
Pincele mais um pouco de azeite para dar um brilho especial.
Desprenda a focaccia da assadeira com uma espátula. Se grudar demais, utilize o papel manteiga na próxima fornada.
Deixe esfriar sobre uma grade para terminar de assar o miolo e evitar o acúmulo de umidade, o que pode amolecer a parte de baixo, 15 minutos são suficientes.
Certifique-se de que a base da focaccia também tenha sido bem assada.
A focaccia pode ser cortada em pedaços retangulares e servida como entrada ou aperitivo. Você também pode cortar ao meio e montar um belo sanduíche. Bom apetite!
Fonte: Portal Amo Pão Caseiro

sábado, 28 de março de 2020

RESTAURANTES E PIZZARIAS VOLTAM A ATENDER NESTE SÁBADO EM POÇOS DE CALDAS

Poços de Caldas mantém quarentena de combate à
Covid-19, mas, aos poucos, vai se adequando.
(Foto: Reprodução internet)
Com exceções, consenso entre prefeito e representantes do comércio e serviços foi o de manter a quarentena de combate ao Novo Coronavírus
A partir deste sábado, 28, os restaurantes e pizzarias de Poços de Caldas, município do Sul de Minas Gerais, voltam a abrir suas portas para atender seus clientes no esquema “delevery”, em que os pedidos deverão ser feitos por telefone ou internet e retirada no balcão, sendo expressamente proibida o consumo no local.
A decisão é fruto de um encontro realizado na tarde desta sexta-feira, 27, entre representantes dos setores de serviço e comércio com o prefeito Sérgio Azevedo, o secretário Municipal de Saúde, Carlos Mosconi e integrantes do Comitê Extraordinário COVID-19 do município com o objetivo de avaliar sugestões diante deste delicado momento de contingenciamento.
Conforme divulgado pela Secretaria de Comunicação (Secom) da prefeitura, durante as tratativas, foi imperativo o consenso de se manter a quarentena de combate à SARS-CoV-2, o Novo Coronavírus (Covid-19) para os próximos dias com a manutenção do fechamento do comércio, prestação de serviços e demais restrições já implantadas na cidade. Todavia, serviços essenciais como coleta de lixo, saúde, segurança, telecomunicações, supermercados, padarias e o Mercado Municipal seguem com atendimento normal, resguardadas as adoções de medidas cautelares de combate ao Covid-19, tais quais, a regulação do fluxo de clientes ao ambiente.
“O Comitê Extraordinário COVID-19 reforça que, diariamente, acompanha o quadro da doença na cidade. O grupo volta a se reunir até quarta-feira para avaliar possíveis mudanças de flexibilização”, destaca a Secom.

POÇOS DE CALDAS TEM MAIS SETE SUSPEITOS DE COVID-19

Cidade segue com um caso “Confirmado”, de uma mulher de 34 anos, e um “Descartado”, de uma mulher que esteve no Norte da Itália
No dia em que se completa um mês do primeiro caso de SARS-CoV-2, o Novo Coronavírus (Covid-19), registrado no país, o município de Poços de Caldas, no Sul de Minas Gerais, de acordo com o Boletim Epidemiológico divulgado no início da noite desta sexta-feira, 27, pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), registra mais sete casos e, com isso, eleva para 65 casos “Suspeitos”, ante os 58 casos registrados no informativo de quinta-feira, 26.
Ao todo, o município tem o total de 67 casos notificados. Além dos casos “Suspeitos”, há uma confirmação de contágio pelo Covid-19, um caso importado, de uma mulher de 34 anos de idade que segue com tratamento em domicílio e passa bem.
Já em relação aos casos “Descartados”, o Boletim continua a mostrar apenas o de uma mulher vinda da região da Lombardia, no Norte da Itália, embora os boletins epidemiológicos anteriores à adequação ao boletim do Estado mostrar dois casos “Descartados”, o desta mulher e o de um homem que passou três semanas a trabalho em São Paulo. Ambos testaram negativo para o Covid-19.
Questionada sobre esta questão, em pese o fato de não ter havido contágio pelo vírus, a informação é de que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) está em contato com a Funed para verificar a situação.
Todos os pacientes que não necessitam de internação em virtude das condições clínicas, mas que se enquadram nos critérios de investigação e confirmação, é obrigatório o isolamento domiciliar, evitando, inclusive, contato direto com outras pessoas, como forma de prevenção do possível contágio.
Desde a última quarta-feira, 25, os boletins epidemiológicos não mostram mais os casos que vinham sendo monitorados, ou seja, aqueles em que a pessoa buscou atendimento no serviço de saúde com sintomas de gripe ou histórico de descolamento para regiões afetadas pelo vírus mas ainda não apresentam outros sintomas para integrar o quadro de “Suspeitos”, como tosse associada a febre de 37,8º ou mais, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para engolir, dor de garganta ou coriza.
Na existência três ou mais desses sintomas, ou de dois desses sinais aliados à dificuldade de respirar, a indicação é procurar, o quanto antes, principalmente no segundo caso, a unidade básica de saúde de referência, para o primeiro atendimento e encaminhamento.
Além disso, os pronto-atendimentos da UPA e do Hospital Municipal Margarita Morales e o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) mantém o serviço de acolhimento e suporte.
Assista o vídeo abaixo e acompanhe as declarações do secretário-adjunto de Saúde, Flávio Togni de Lima e Silva sobre as alterações ocasionadas na divulgação dos boletins epidemiológicos que deixaram de apresentar os casos monitorados:

MINISTÉRIO DA SAÚDE REGISTRA 92 MORTES POR COVID-19 NO BRASIL

Números foram atualizados pelo Ministério da Saúde na tarde
desta sexta-feira, 27. (Foto: Agência Brasil)
Já passam de 26 mil mortos em todo o mundo e, há dois dias, governo Bolsonaro lançou campanha publicitária para defender a flexibilização do isolamento social
O Brasil registrou nesta sexta-feira, 27, em atualização da plataforma do Ministério da Saúde, 3.417 casos confirmados da SARS-CoV-2, o Novo Coronavírus (Covid-19). O número corresponde a 502 novas confirmações em relação à última atualização de ontem, 26, dos dados da pandemia no país. As mortes pela Covid-19 chegam a 92, com aumento de 15 casos em relação a quinta-feira. O índice de letalidade está em 2,7%.
O país tem infectados em todas as regiões e Estados. As unidades da federação mais afetadas pela doença são o estado de São Paulo (1.223), Rio de Janeiro (493), Ceará (282) e o Distrito Federal (230).
Confira a Distribuição dos Casos
Por região
Norte: 145 (4%)
Nordeste: 539 (16%)
Centro-Oeste: 318 (9%)
Sudeste: 1.952 (57%)
Sul: 463 (14%)
Por Estado
(Imagem: Reprodução Olhar Digital)
Acre: 25
Alagoas: 11
Amapá: 02
Amazonas: 81
Bahia: 115
Ceará: 282
Distrito Federal: 230
Espírito Santo: 47
Goiás: 49
Maranhão: 13
Mato Grosso: 11
Mato Grosso do Sul: 28
Minas Gerais: 189
Paraná: 119
Paraíba: 09
Pará: 13
Pernambuco: 56
Piauí: 09
Rio Grande do Norte: 28
Rio Grande do Sul: 195
Rio de Janeiro: 493
Rondônia: 06
Roraima: 10
Santa Catarina: 149
Sergipe: 16
São Paulo: 1.223
Tocantins: 08
Enquanto a pandemia avança no país e Estados adotam medidas de quarentena, o governo federal lançou uma campanha publicitária chamada "O Brasil não pode parar" para defender a flexibilização do isolamento social. A iniciativa é parte da estratégia montada pelo Palácio do Planalto para reforçar a narrativa do governo em relação à crise envolvendo Novo Coronavírus, e divulga também medidas que o presidente Jair Bolsonaro considera necessárias para a retomada econômica.
Enquanto pandemia avança, Bolsonaro lança
campanha 
para defender flexibilização do
isolamento social. (Foto: Reprodução Estadão)
A medida vai contra recomendações médicas, do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate à propagação da Covid-19. Especialistas apontam que a quarentena é uma das formas mais eficazes de se evitar a transmissão. Isso porque o contato com alguém contaminado é a principal forma de contágio do Novo Coronavírus. No mundo todo, o número de mortes pelo Covid-19 já ultrapassa 26 mil.
A campanha do governo foi lançada dois dias depois de Bolsonaro convocar a rede nacional de TV e rádio na terça-feira, 24, para defender a suspensão de medidas adotadas na maior parte do país no combate à SARS-CoV-2. O presidente afirmou que autoridades estaduais e municipais "devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transporte, o fechamento dos comércios e o confinamento em massa". Também defendeu a reabertura das escolas, com o argumento de que o risco maior da doença é para idosos e pessoas com outras comorbidades (outras doenças). O argumento do presidente é de que o efeito destas restrições na economia do país será a de deixar milhões de desempregados.
O pronunciamento do presidente, em que voltou a minimizar a Covid-19, tratando a doença como "gripezinha" e "resfriadozinho", deixou perplexos a comunidade médica e até mesmo aliados políticos.
A OMS já alertou que há risco da doença mesmo entre os jovens. "Vocês não são invencíveis. Esse vírus pode colocar você no hospital por semanas ou até matar. Mesmo que não fique doente, as escolhas que faz sobre onde ir podem fazer a diferença sobre a vida ou a morte de outra pessoa", afirmou, na semana passada, o diretor-geral do órgão, Tedros Ghebreyesus.
Especialistas também apontam o risco de um jovem contaminado com o Novo Coronavírus, mesmo que não desenvolva os sintomas, possa transmitir o vírus para algum parente idoso, como pais e avós.
Fonte: Portal Estadão

WHATSAPP JÁ É USADO PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA ATENDER POPULAÇÃO

(Imagem: Reprodução internet)
Ferramenta esclarece dúvidas, auxilia no diagnóstico, informa sobre rede de assistência e orienta profissionais de saúde
Para manter a população e profissionais de saúde informados a respeito da SARS-CoV-2, o Novo Coronavírus (Covid-19), o Ministério da Saúde lançou um canal exclusivo e gratuito no WhatsApp, aplicativo de mensagens pertencente ao Facebook. A ferramenta conta com orientações sobre a doença, sobre o tratamento e até protocolo de atendimento para profissionais dos postos de saúde.
Um bot (robô de atendimento automático) receberá perguntas e fornecerá orientações sobre o Covid-19. A programação do robô inclui recomendações sobre como agir frente a casos suspeitos, formas de contaminação, prevenção, ações do Ministério e desmistificação de boatos sobre o vírus.
O bot criado pelo WhatsApp está sendo oferecido pelo Facebook aos países como forma de auxiliar no combate à pandemia. No Brasil, a parceria fechada com o Ministério da Saúde reforça a estratégia de comunicação do Governo Federal desde o início da crise: transparência, clareza e sistematização nas mensagens mandadas à população.
(Foto: Reprodução internet)
“Desde o início da circulação do coronavírus no mundo, o Ministério da Saúde trata com total transparência as informações referentes ao tema. Esta ferramenta permitirá mais um contato imediato do cidadão com as diretrizes oficiais e informações verídicas, diretamente da fonte, evitando equívocos em um momento de cuidado extremo”, reforça o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
Pelo celular, pode ser utilizado o link ou salvar o número +55 (61) 9938-0031 à agenda do telefone e iniciar uma conversa com um "Oi".
O diretor de Operações do WhatsApp, Matt Idema, comenta: "Em momentos difíceis como esse, as pessoas usam o WhatsApp mais do que nunca para se conectar e apoiar seus amigos, familiares e comunidades. Temos o prazer de poder fornecer ao Ministério da Saúde ferramentas de comunicação para ajudá-los a responder às perguntas dos cidadãos sobre o vírus com conselhos de saúde confiáveis e oportunos, a fim de manter as pessoas seguras”.
Fonte: Agência Saúde