sábado, 24 de agosto de 2019

ARQUEÓLOGOS RECRIAM PERFUME DOS TEMPOS DE CLEÓPATRA

Hieróglifos representam a confecção de perfume em Com Ombo, a algumas centenas de quilômetros de Tmuis; perfumes com mirra eram celebrados no Egito Antigo
Uma fragrância que deixou de ser desfrutada há mais de dois mil anos voltou a dar o ar da graça no mundo com a reconstituição de um perfume egípcio por pesquisadores.
O berço deste aroma do passado é a cidade de Tmuis, no delta do rio Nilo, onde pesquisadores das universidades do Havaí em Mānoa e de Tyumen (Rússia) fazem escavações e estudos há mais de uma década.
Os coordenadores do projeto UH Tell Timai, Robert Littman e Jay Silverstein, encarregaram dois especialistas em perfumes do Egito antigo, Dora Goldsmith e Sean Coughlin, de reconstituir fragrâncias a partir de análises químicas de achados arqueológicos e fórmulas preservadas em textos da Grécia Antiga.
Os resultados vieram na forma dos perfumes tipo mendesiano e metopiano, os mais desejados naquele período – como o "Chanel n. 5" do Egito Antigo, brincou Littman. Estas fragrâncias têm como material de base a mirra, uma resina extraída de várias espécies de árvores pequenas e espinhosas.
"Que emoção, sentir um perfume que ninguém sente há dois mil anos e que Cleópatra poderia ter usado", comemorou Littman em um comunicado à imprensa, fazendo referência à última governante do Egito antes da ascendência dos romanos, que viveu de 69 a.C. a 30 a.C..
Goldsmith e Coughlin, pesquisadores na Alemanha, foram mais cautelosos e, em entrevista à BBC Arabic (o serviço de notícias em árabe da BBC), disseram nunca ter reivindicado que o perfume tenha sido usado por Cleópatra. Segundo eles, não há provas disso.
"O que dissemos é que nosso experimento é o mais próximo da fragrância original, segundo as práticas científicas atuais", disse Goldsmith, acrescentando que ela e sua equipe continuarão tentando alcançar uma versão mais próxima dos perfumes de Tmuis.
Silverstein Falou à BBC
"Sabemos com certeza que Cleópatra não viveu nesta região do Delta do Nilo, mas ela tinha interesse em perfumes e pode ter usado fragrâncias desta área", explicou.
Se não é possível confirmar se Cleópatra usou ou não o perfume há mais de dois mil anos, pelo menos no mundo de hoje, alguns felizardos – e reles mortais – puderam desfrutar do aroma reconstituído por Goldsmith e Coughlin na exposição da National Geographic Society Queens of Egypt em Washington, a capital americana.
'Fábricas' de Perfume do Egito Antigo
Na primeira fase do projeto UH Tell Timai, escavações revelaram resquícios desta indústria de fragrâncias do Egito Antigo.
Foi o caso de um vasto complexo de fornos do século 3 a.C.. Análises químicas encontraram indícios de que eram usados para fabricar lécitos ou vasos de perfume com argila importada.
A descoberta de uma ocupação romana posterior revelou um forno de fabricação de vidro, o que indica a transição do uso da cerâmica para o vidro em recipientes de perfumes.
Em 2012, foram encontradas moedas de prata e joias de ouro e prata perto de uma área de trabalho, o que pode indicar que se tratava da casa de um comerciante de perfumes.
Atualmente, ânforas antigas encontradas no local de escavação e que podem conter vestígios identificáveis dos líquidos ali produzidos estão sob análise.
Fonte: Portal MSN

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

SOS SANTA CASA DOA MAIS DE R$ 20 MIL PARA ADEQUAÇÃO DA REDE ELÉTRICA

Foi instalado um novo Quadro de Distribuição de Luz e Força (QDLF), fundamental para o bom funcionamento do arco cirúrgico
A Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Poços de Caldas, município do Sul de Minas Gerais, realizou a adequação e a substituição da rede elétrica que alimenta o Centro Cirúrgico. Em consonância com a NBR 5410, foi instalado um novo Quadro de Distribuição de Luz e Força (QDLF). Ele irá possibilitar a instalação de novas e importantes tomadas para o correto funcionamento do arco cirúrgico.
Foram gastos nesta modernização da rede elétrica o valor de R$ 20,5 mil. A verba foi arrecadada pelo SOS Santa Casa, por meio de dois jantares oferecidos pela Seguso Wine Bar, que renderam R$9.450 e um bazar com mercadorias da Receita Federal, que rendeu R$11.050. O restante do dinheiro, pouco mais de R$ 1 mil, foi completado com recursos do caixa do SOS Santa Casa.
Essa adequação de parte elétrica do Centro Cirúrgico é fundamental para o bom funcionamento do arco cirúrgico, equipamento de raios-X utilizado em cirurgias, no qual é possível produzir imagens em tempo real com até milhares de tons cinza através de geração de imagens digitais.
A provedora da Santa Casa, Célia Maria de Souza, que também é membro do SOS Santa Casa, destaca que o SOS fez o que pode para juntar dinheiro para a troca da rede elétrica, pensando principalmente na segurança dos pacientes.
“Essa caixa de força, se não trocasse agora, uma hora ela poderia dar uma pane e o Centro Cirúrgico parar. Conseguimos um bom desconto por termos comprado à vista, com esse dinheiro que conseguimos através dessas importantes parcerias com a Seguso Wine Bar e com a Receita Federal, através do Dr. Michel Teodoro. Em nome de todos do SOS Santa Casa, a Rita Marinoni, a Ana Opipari, eu agradeço as pessoas que contribuem com o Hospital, nesse caso específico a turma da Seguso e da Receita Federal, que nos ajudaram a adquirir algo fundamental para a segurança dos pacientes que necessitam do Centro Cirúrgico”, explica a provedora.
Busca por Melhorias
A arquiteta do Hospital, Natália Siqueira, lembra que a Santa Casa vem de um processo contínuo de melhorias, principalmente no que diz respeito à questão da segurança. “Nesse ano, através da Comissão de Obras e Reformas, temos discutido muito essa questão elétrica. Inclusive, fizemos vários projetos elétricos com o apoio do DME. E uma das primeiras adequações que fizemos dessa questão elétrica foi esta da prumada alimentadora e do QDLF do Centro Cirúrgico, que é um problema que foi detectado no ano passado, durante a visita da física Roberta Giglioti, que veio fazer a verificação do arco cirúrgico. Na ocasião, foi constatado que a corrente elétrica não era a ideal para o equipamento, por conta da rede elétrica ser muito antiga. Então, trouxemos um cabeamento novo, com instalação do novo quadro e foi um trabalho que obteve êxito e sucesso, garantindo mais segurança aos pacientes. Por isso, um agradecimento especial a todos do SOS Santa Casa, que fizeram esse esforço para a troca do QDFL”, relata arquiteta.
A física especializada em radiodiagnóstico, Roberta Giglioti, da SPRad de Ribeirão Preto (SP), salienta o belo trabalho que a Santa Casa faz, por meio do controle de qualidade anual dos equipamentos, proporcionando a identificação de falhas como essa do arco cirúrgico.
“No ano passado, quando viemos fazer toda a verificação de qualidade de radiação, intensidade e rendimento do arco cirúrgico, o equipamento apresentava um baixo rendimento, ou seja, ele não tinha radiação suficiente para construção de imagem. Isso implicava em você ter uma baixa qualidade do exame. Isso porque faltava corrente elétrica suficiente para a construção dessa imagem. Com a adequação, você consegue atingir o máximo rendimento do tubo e melhorar a qualidade da imagem”, afirma a física.
Fonte: Ascom Santa Casa

500 MILHÕES DE ABELHAS MORRERAM NO SUL E SUDESTE DO BRASIL NO COMEÇO DE 2019

Abelhas são polinizadores importantes pelo grande número de espécies existentes. Uso de agrotóxicos no Brasil aumentou 700% de 1990 a 2016.
Cerca de meio bilhão de abelhas morreram em quatro estados brasileiros nos primeiros meses de 2019, segundo estimativas de associações de apicultura, secretarias de agricultura e pesquisas de universidades, sendo que os dados foram reunidos pela Agência Pública e Repórter Brasil. A morte massiva é um sintoma de que alguma coisa vai muito mal nessas regiões.
A maioria dessas mortes foi registrada no Rio Grande do Sul (400 milhões), seguida por Santa Catarina (50 milhões), Mato Grosso do Sul (45 milhões) e São Paulo (sete milhões). O Rio Grande do Sul é o maior produtor apícola do país, com produção de mais de seis mil toneladas por safra, o que representa 15% do total produzido no Brasil.
O apicultor Aldo Machado contou ao Bloomberg que a morte foi rápida em suas colmeias de Apis mellifera. Menos de 48 horas depois dos primeiros sinais de intoxicação, milhares estavam caídas ao chão, formando montes de corpos.
“Assim que as abelhas saudáveis começaram a retirar as abelhas que estavam morrendo das colmeias, elas se contaminaram. Começaram a morrer em massa”, diz Machado, que também é vice-presidente da associação de apicultores do Rio Grande do Sul.
Isso representa uma tragédia para os produtores de mel e para o meio ambiente da região. A onda de mortes registradas no Brasil entre dezembro de 2018 e fevereiro de 2019 representou um prejuízo de 150 toneladas de mel.
O engenheiro agrônomo e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Aroni Sattler, é especialista em abelhas e realiza pesquisas sobre a morte delas desde 1973. Ele afirmou à Agência Pública que nos últimos dez anos tem aumentado drasticamente a morte de abelhas sem sinal de doenças. Essa morte em massa levanta sinais de alerta em relação aos pesticidas usados na agricultura do Brasil.
A maioria das abelhas mortas apresentou resquícios de Fipronil, um inseticida banido na União Europeia há mais de 10 anos e classificado pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos como um possível carcinogênico humano. Como é inseticida, ele também mata as abelhas.
Uma pesquisa de 2018 realizada pelo laboratório privado Bioensaios mostrou que 80% das abelhas que morreram no Rio Grande do Sul tiveram contato com o Fipronil antes de morrer.
Relaxamento do Uso de Pesticidas
O uso de agrotóxicos no Brasil aumentou 700% de 1990 a 2016, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
O último relatório da Anvisa mostrou que 20% as amostras continham excesso de pesticidas, acima dos níveis permitidos, ou que continham pesticidas ilegais.
Os agrotóxicos abrangem uma área muito maior do que a da lavoura – atingem um raio de 3 a 5 quilômetros além da plantação, afetando também os eventuais vizinhos apicultores e as abelhas silvestres que vivem nas matas.
O que Fazer
Machado defende o acompanhamento de agrônomos nos campos para que orientarem as aplicações segundo as bulas. Ele também incentiva que os apicultores não tenham medo de denunciar aplicações ilegais aos órgãos estaduais como secretarias do meio ambiente ou de agricultura.
Em 2013, um projeto do estado de São Paulo patrocinado pelas próprias produtoras de agrotóxicos, o Colmeia Viva, lançou um telefone 0800 para que os apicultores denunciassem a morte de suas colmeias. O projeto faz uma análise da morte das abelhas e entrega um laudo para o criador, que pode utilizá-lo para entrar com ação na justiça contra quem usa agrotóxicos de forma ilegal.
Poucos Dados
No Brasil, não há números oficiais de morte de abelhas, mas as associações de apicultores e secretarias estaduais de agricultura fazem suas próprias estimativas, que são abaixo do real número de mortes desses polinizadores. Isso porque os apicultores relatam as mortes apenas das abelhas de suas colmeias, portanto não entram nessa conta as abelhas silvestres que morrem nas matas.
Relatório da Polinização
Segundo o 1º Relatório Temático de Polinização, Polinizadores e Produção de Alimentos no Brasil, publicado em fevereiro de 2019, 76% das plantas produtoras de alimentos no Brasil são dependentes da polinização feita por animais. Entre esses animais estão pássaros, morcegos, borboletas e outros insetos, mas as abelhas se destacam pelo enorme número de espécies existentes.
Os polinizadores aumentam a qualidade e quantidade de alimentos como soja, café, feijão e laranja. O relatório estima que este serviço ambiental represente para os agricultores uma ajuda que equivale a R$43 bilhões por ano. “A soja é o produto que mais tem valor na nossa balança comercial”, diz a pesquisadora Kayana Agostini à Gazeta do Povo.
Agostini, que é professora da Universidade Federal de São Carlos, explica que algumas culturas são totalmente dependentes de polinizadores, como o maracujá, que precisa da abelha mamangava para fazer a troca de pólen necessária para a produção do fruto.
O relatório foi criado em parceria da Rede Brasileira de Interações Planta-Polinizador; Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos; e a Plataforma Brasileira de Biodiversidade; com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
A morte de abelhas no mundo tem ganhado destaque desde 2006, quando surgiram os primeiros destaques de Distúrbio do Colapso das Colônias (DCC), registrados nos EUA e Europa. No DCC, apicultores encontram em suas colmeias apenas rainha, abelhas imaturas e um punhado de abelhas adultas que cuidam das pupas. O resto da colônia desaparece.
No Brasil não há registros oficiais de DCC, mas é importante que apicultores relatem qualquer atividade incomum para que os dados sejam registrados.
Fonte: HypeScience/Science Alert/Colmeia Viva

MAGAZINE LUIZA VENCE AÇÃO JUDICIAL DE R$ 250 MILHÕES

Entenda o porquê dessa vitória não ser considerada como um caso isolado de sucesso
Por
Marcos Relvas (*)
Olá caríssimos colegas!
Possivelmente você recebeu em algum meio de comunicação na semana passada a informação de que o Magazine Luiza ganhou uma ação judicial milionária envolvendo o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A estimativa é de que a empresa recupere algo em torno de 250 milhões de reais!
Diante dessa notícia a advocacia se divide em dois grandes grupos. O primeiro, superconservador, que insiste em dizer tratar-se de vitória isolada, conquistada apenas em razão do porte da empresa e da banca de advocacia contratada para manejar aquela ação.
Outro, ao qual me filio, formado por advogados especializados na matéria de recuperação de tributos, compreende que essa é uma das inúmeras vitórias conquistadas por empresas (dos mais diversos portes) com as ações de recuperação de PIS/COFINS nos últimos anos, especialmente após março de 2017.
As discussões judiciais sobre a recuperação do PIS/COFINS não são uma novidade no Judiciário brasileiro. Mas, em 15/03/2017 o Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 574.706, com repercussão geral reconhecida, fixou a tese de que "O ICMS não compõe a base de cálculo para a incidência do PIS e da Cofins".
A tese parte de uma ideia um tanto simples, mas não respeitada pelo fisco brasileiro: as contribuições do PIS e da COFINS são cobradas com base no faturamento das empresas. Todavia, o fisco exige, de forma manifestamente ilegal, que esse pagamento inclua valores recolhidos a título de ICMS. Ocorre que ao fazer o recolhimento do tributo as empresas atuam meramente como um braço arrecadador do Estado, repassando os valores do ICMS imediatamente aos cofres da União.
É incontestável, portanto, que os valores arrecadados a título de ICMS pelas empresas não compõem seu faturamento. Por isso, tal numerário não pode ser utilizado para compor a base de cálculo do PIS e da COFINS.
Então veja: o Magazine Luiza apenas pleiteou em juízo um direito que já está reconhecido ao contribuinte brasileiro desde 2017, com repercussão geral (efeito erga omnes) julgada pela Suprema Corte do país! E acredite: o que me causa mais espanto não é a vitória, mas sim as cifras envolvidas: algo estimado em 250 milhões de reais.
Veja bem colegas: esse valor milionário representa, nada menos, do que valores pagos indevidamente ao fisco brasileiro! E mais: valores pagos por apenas uma empresa! Imagine se somarmos as cifras pagas indevidamente por todos os contribuintes...
Bom, eu quero te dizer que, mais do que nunca, a tese de exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS vive um momento de ouro para a advocacia. Há tese de mérito firmada e para o seu trânsito em julgado basta a apreciação dos Embargos de Declaração opostos pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) em 31/10/2017. Em seu recurso a PGFN sustenta dois pedidos principalmente: (1) definição de que o ICMS abatido seja apenas aquele efetivamente pago; e (2) modulação dos efeitos da decisão.
No parecer ministerial exarado em 04/06/2019 a Procuradora Geral da República (PGR) pugnou pelo deferimento parcial dos embargos apresentados pela PGFN. Entende a representante do Ministério Público Federal (MPF) não ser caso de reforma do julgado por obscuridade, inclusive no que diz respeito à utilização do ICMS destacado. Mas, considera viável a modulação dos efeitos da decisão por entender que poderá representar grave prejuízo aos cofres públicos.
Adaptando o jargão popular: “devo não nego, pago somente se obrigado a isso”. Parece absurdo, mas é isso mesmo: o MPF entende que, de fato, houve uma cobrança ilegal por parte do fisco, mas sabendo que as devoluções irão recair sobre numerários altíssimos, prefere que o prejuízo fique com o contribuinte brasileiro!
O contribuinte pagou milhões indevidamente, o Estado reconhece essa falha, mas a ideia é simplesmente agradecer pela generosa contribuição e não devolver esses valores. Apenas garantir que de agora em diante não mais haverá o pagamento indevido.
Você consegue compreender a urgência de que as ações sobre o PIS/COFINS sejam ajuizadas antes do trânsito em julgado dos embargos da PGFN?
Ainda que o prognóstico de acolhimento do pedido de modulação seja baixo, como já analisei em outros diversos momentos, a verdade é que não se pode ignorar essa possibilidade.
E aqui, por favor, não caia na loucura de cogitar uma modulação com efeitos pretéritos. Entenda: juridicamente falando a modulação de efeitos é futura. Não há precedentes, nem lógica jurídica, em relação a uma modulação pretérita. E mais, o pedido da PGFN e a manifestação da PGR são no sentido de uma modulação futura.
Dessa maneira, eventual decisão de modulação reconhecerá a ilegalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS a partir do trânsito em julgado daquela decisão, de modo que ficará inviabilizada a restituição de valores pagos anteriormente pelo contribuinte brasileiro. Sendo válida essa definição apenas para aquelas ações ajuizadas após o trânsito em julgado daquela decisão.
Para os processos já existentes, tal decisão não trará prejuízo, de forma que será permitida a realização de restituições assim como a conquistada pelo Magazine Luiza.
Concluo te dizendo que no dia 01/08/2019 foi publicado no Diário de Justiça Eletrônico (DJE) a inclusão do RE 574.706 na Pauta nº 70/2019. Mas, em contato eletrônico com a Secretaria-Geral da Presidência do STF tive a informação de que o processo não possui previsão de data para julgamento, sendo aconselhado a acompanhar o calendário de julgamentos da Corte.
Então, se você quer advogar com a recuperação de tributos, essa é uma excelente oportunidade. Aproveite esse momento de ouro e leve esse benefício fiscal ao seu cliente! Eu tenho certeza que você poderá conquistar com essa ação honorários que irão transformar a sua atividade, ainda que você lide com empresas de menor porte.
Um forte abraço.
(*) Graduado em Direito pela PUC Campinas; mestrado em Direito pela UNIFRAN, possui MBA em Gestão Empresarial pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, é autor do livro Comércio Eletrônico Aspectos Contratuais da Relação de Consumo – Editora Jurua outras atividades já desenvolvidas. Tem experiência como advogado nas áreas do Direito Empresarial, Tributário e Direito Internacional Privado. Atualmente é consultor jurídico independente e presidente da Associação Brasileira de Contribuintes.

MINAS GERAIS É DESTAQUE NO 1º MUNDIAL DO QUEIJO DO BRASIL

Evento realizado em Araxá premiou mineiros nas categorias super ouro, ouro, prata e bronze
Minas Gerais provou mais uma vez que o queijo produzido no estado é um dos melhores do mundo. Produtores mineiros foram premiados nas categorias super ouro, ouro, prata e bronze no Mundial do Queijo do Brasil, realizado entre os dias 8 e 11 de agosto, em Araxá, região do Alta Paranaíba de Minas Gerais.
Muitos dos produtores vencedores são assistidos pelo Governo de Minas Gerais, por meio de programas coordenados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e executados pela Empresa de Assistência Técnica de Minas Gerias (Emater-MG), Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e Empresa de Pesquisa Agropecuária (Epamig).
O Mundial do Queijo do Brasil foi realizado pela SerTãoBras e contou com o apoio do Governo de Minas, por meio do Sistema Seapa (Emater-MG, IMA e Epamig). Dos 955 queijos avaliados, 239 foram premiados. Foram 20 super ouros, 35 ouros, 72 pratas e 112 bronzes. O concurso reuniu 93 jurados de várias partes do mundo. Os queijos foram separados em 60 mesas, de acordo com a categoria de fabricação. Em cada mesa, 20 queijos foram apresentados e avaliados por três jurados. Eles analisaram aparência externa e interna, aroma, textura e sabor. Foram contempladas todas as famílias tecnológicas de fabricação: massa mole de casca florida, massa mole de casca lavada, massa prensada crua, massa prensada cozida, queijos azuis, massas filadas, dentre outras.
Os produtores mineiros ficaram com quase 70% dos prêmios, totalizando 163 produtos. Desse total, 75 produtores são assistidos pelo Sistema Seapa.
Campeões
Arnaldo Ribeiro Pinto, do município de Delfinópolis, Sul de Minas, foi um dos vencedores. O queijo dele, que pertence à região produtora Canastra, foi premiado na categoria ouro, com maturação de 25 dias. O curioso é que Arnaldo não pretendia participar. “Eu não estava pensando em entrar no concurso. Fui entregar os queijos de uma amiga produtora inscrita e acabei resolvendo participar em cima da hora. É um atestado internacional de qualidade do nosso queijo. É muito significativo saber que estamos no caminho certo, apesar das dificuldades do dia a dia”, afirmou.
Em junho de 2019, o produtor também foi premiado na categoria super ouro na quarta edição do Mondial du Fromage, em Tours, na França. Arnaldo produz queijos há quatro anos. São 35 peças por dia, comercializadas em Delfinópolis e São Paulo. O produto é registrado junto ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). O produtor, que recebe assistência técnica da Emater-MG, recebeu das mãos do governador o Selo Arte. Regulamentado pelo governo federal, no mês passado, o Selo Arte viabiliza a comercialização interestadual dos produtos artesanais de origem animal.
O casal Richard e Maria Cristina Santos, do município de Datas, região Central, produz queijo há dez anos e recebe orientação técnica da Emater-MG. Eles fabricam as variedades de queijo mole de casca lavada e casca florida. Os produtores foram premiados na categoria super ouro com o queijo de casca florida maturação de 120 dias. “É muita emoção. Além da qualidade do queijo, a gente busca a segurança alimentar de quem está consumindo. Há cerca de dez anos, a gente tem um rebanho completamente livre de brucelose e tuberculose. Queremos que as pessoas consumam com tranquilidade”, disse Richard. Em junho deste ano, o casal foi premiado na categoria bronze do Mondial du Fromage, em Tours, na França.
Os irmãos Luiz Sérgio e Carlos Medeiros também receberam prêmios no Mundial do Queijo do Brasil. A propriedade deles fica em Cruzília, Sul de Minas. Eles foram premiados com dois super ouros e dois ouros. Os irmãos já participaram e venceram diversos concursos promovidos pelo Instituto de Laticínios de Cândido Tostes (ILCT), vinculado à Epamig. Segundo Carlos, o aprendizado foi importante para a produção. “Vários dos produtos que desenvolvemos para os concursos do instituto foram para o mercado depois”, diz Medeiros.
“O Sistema Seapa desenvolve diversas ações destinadas à regulamentação das queijarias, oferece orientação técnica sobre boas práticas agropecuárias – como o controle sanitário, alimentação do rebanho, higiene na ordenha, qualidade do leite, adequação das queijarias, dos currais, processamento do queijo e boas práticas de produção. Isso tudo vai impactar positivamente na qualidade dos produtos”, pontua a coordenadora técnica estadual da Emater-MG, Maria Edinice Rodrigues.
Mais informações podem ser obtidas através do link Mundial de Queijo do Brasil.
Foto: Arquivo Emater-MG e Internet
Fonte: Ascom Emater-MG

HORTALIÇAS NA WEB TRATA DE DIETA SAUDÁVEL E SUA RELAÇÃO COM O CONSUMO

Todo trabalho desenvolvido tem como base o Guia Alimentar para a População Brasileira, editado pelo Ministério da Saúde
Um espaço dedicado aos consumidores. Assim é o site Hortaliças na Web, criado pela Embrapa Hortaliças (Brasília, DF), uma das Unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Com temática voltada a temas como dicas sobre compra e conservação, além de receitas, o local mostra como o consumo desses alimentos pode contribuir para a manutenção da saúde.
É o que aborda a seção "Quem quer saúde vai à feira", que procura esclarecer e informar a respeito de questões que relacionam determinados temas ligados a doenças crônicas, como diabetes, colesterol alto e hipertensão, com o consumo de hortaliças.
Após tratar de temas como: "Quanto de hortaliça comer por dia", "Hortaliças e gordura no sangue", " Hortaliças e hipertensão", "Hortaliças e diabetes", o site inaugurou em dezembro informações detalhadas sobre a relação entre "Hortaliças, sobrepeso e obesidade", última das subseções referentes a essas doenças. "Quando uma pessoa é diagnosticada com diabetes, por exemplo, normalmente é destacada a importância de uma dieta saudável para o controle da doença em questão, então dentro desse quadro qual seria o papel das hortaliças e é em cima desse papel que desenvolvemos os textos", explica a pesquisadora Milza Lana, responsável pelo site Hortaliças na Web, construído em parceria com a nutricionista Raquel Franz, do Ministério da Saúde (MS).
Ao atuar na área de Promoção da Saúde do Trabalhador no MS, a nutricionista interage com grupos de gestantes ou de reeducação alimentar em ações de prevenção da saúde e, segundo ela, seja qual for a categoria em questão, as hortaliças mostram uma relação direta com as dietas saudáveis. "Nesse contexto, procuramos aliar as informações sobre a maneira de consumir hortaliças, já que não possuem os mesmos teores de nutrientes e calorias igualmente, ante a doença instalada", registra.
Para a pesquisadora, a parceria com o ministério tem possibilitado que as informações colocadas sejam respaldadas por um órgão que promove ações públicas de saúde, e o trabalho conjunto com uma nutricionista termina por balizar essas informações. "Temos o cuidado de somente publicar informações já consolidadas e que fazem parte das diretrizes oficiais relacionadas à dieta e saúde", anota Milza, acrescentando que todo o trabalho desenvolvido tem como base o Guia Alimentar para a População Brasileira, editado pelo MS e no qual as hortaliças fazem parte das diretrizes.
Mais informações sobre o tema podem ser obtidas através do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) pelo link www.embrapa.br/fale-conosco/sac/.
Fonte e Foto: Agência de Notícias – Embrapa Hortaliças

ESTUDO BRASILEIRO REVELA QUE PERDOAR FAZ BEM PARA O CORAÇÃO

Pesquisa estabeleceu relação entre o perdão e os problemas cardiovasculares
Estudo sobre perdão apresentado na 40ª edição do Congresso da Sociedade de Cardiologia de São Paulo (Socesp) revelou que quem perdoa sofre menos problemas no coração.
A observação foi feita a partir de dois grupos: o primeiro grupo constituído por pessoas que apresentavam infarto agudo do miocárdio (IAM) e o outro por indivíduos sem doença cardiovascular diagnosticada conhecida.
De acordo com a pesquisa, o grupo dos infartados foi o que mais apresentou dificuldade em perdoar. Enquanto que o grupo mais propenso a perdoar foi justamente o grupo 2, que não possuía nenhum problema cardíaco.
Por isso a associação entre o perdão e a saúde do coração. Dentre as situações que eles estão mais dispostos a perdoar estão:
ü Invasão de privacidade;
ü Não receber atenção do parceiro ou parceira que te convidou para uma festa;
ü Comentários negativos dentro da família, etc.
Estudo Sobre Perdão
Foram analisadas cerca de 130 pessoas pelo projeto desenvolvido na Universidade de Santo Amaro (UNISA), em São Paulo.
E além de tratar sobre o perdão, o estudo também verificou outros aspectos relacionados como os índices de espiritualidade entre as pessoas com e sem doenças cardiovasculares.
Nesse caso, não houve tanta disparidade religiosa. 19 dos integrantes do grupo de vítimas de infarto afirmaram sentir Deus várias vezes por dia. Já no grupo 2, esse número cresceu em apenas uma pessoa.
A hipótese é de que os pacientes que tiveram infarto aderiram a uma visão mais religiosa depois do problema como uma forma de lidar com a situação. Assim, a religiosidade deles se aproximou da dos demais.
Como a Emoção Afeta a Saúde
Estudo mostra que ato de perdoar alivia o estresse.
Fonte: Redação Minha Vida

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

SECRETARIA DE CULTURA INAUGURA CABINE DE HISTÓRIA AUDIOVISUAL

Objetivo é que a história do município seja contada por pessoas comuns, que contribuem e já contribuíram muito para a cidade
A Prefeitura de Poços de Caldas, município do Sul de Minas Gerais, através da Secretaria Municipal de Cultura, realiza a solenidade de inauguração da “Cabine de História Audiovisual" logo mais, às 19h desta quarta-feira, 21, nas instalações do Museu Histórico e Geográfico, localizado à Rua Padre Henry Mothon, s/nº, área central da cidade.
A implantação da “Cabine de História Audiovisual” foi viabilizada por meio de parceria com a Lavanderia Laundromat, através do termo de doação sem encargos 002/2019. A cabine é composta por dois monitores nos quais serão exibidos materiais em vídeo para destacar a história oral da cidade em diversas áreas temáticas.
“A estrutura física foi adquirida e executada pela lavanderia e o conteúdo está sendo produzido em parceria com a TV Poços. A proposta é fazer com que a história do município não seja contada somente por autoridades, pelas famílias tradicionais ou por políticos, mas também por pessoas comuns, que contribuem e já contribuíram muito para a cidade”, destaca o coordenador do Museu, Thiago Quinteiro.
A primeira entrevista disponibilizada será com Antônio Carlos Torres, que coordenou a Estação Ferroviária da Mogyana na cidade. Ele também doou objetos sobre a história da estação ao Museu. A segunda entrevistada será Joana Ferro, que falará sobre a participação dos poços-caldenses na Segunda Guerra Mundial.
A partir do dia 22, quem visitar o Museu já poderá assistir ao primeiro vídeo, no horário de funcionamento do local: de terça a sexta-feira, das 8h às 18h; sábado, das 12h às 18h e domingo, das 8h às 14h.
Fonte: Secom Prefeitura

1ª MIA TRAZ OFICINAS GRATUITAS DE GASTRONOMIA, XILOGRAVURA E MÚSICA

Atividades ocorrem em diferentes dias e espaços, de forma gratuita, e incluem até mesmo leitura de portifólio com o fotógrafo Gil Sibin
Entre as múltiplas atrações da primeira edição da Mostra Integrada de Artes (MIA), que ocorre em Poços de Caldas, município do Sul de Minas Gerais, entre o próximo sábado, 24, e 01 de setembro, estão oficinas variadas e gratuitas, com temas que vão da gastronomia à xilogravura.
O evento, que tem a direção geral da gestora cultural Chiara Carvalho, propõe mais de 70 horas de programação e cerca de 60 convidados, com atrações que giram em torno do tema “A peculiaridade de Minas Gerais com a diversidade brasileira”.
Entre as oficinas estão a de gastronomia, com alimentação vegetariana e vegana, ministrada por Julia Ghigiarelli, oficina de fotografia, com a fotógrafa Luciana Faria, oficina de xilogravura com Cláudio Guedes e oficina de ritmos brasileiros com Carol Panesi, além de uma leitura de portifólios com o fotógrafo Gil Sibin (foto ao lado), reconhecido nome da fotografia brasileira.
“Pensamos em oficinas para ter algo também de formativo na nossa mostra. Muitos convidados têm, além do trabalho artístico, muita aptidão para a troca de informações sobre o próprio trabalho e seria um desperdício não incluir estas oficinas durante o evento. Além disso, teremos uma leitura de portifólios com o Gil Sibin, que é um fotógrafo que faz este trabalho e é reconhecido em todo o país e disponibilizou a leitura de cinco trabalhos de artistas locais que queiram esta avaliação”, destacou Chiara.
Inscrições
As inscrições para as oficinas são gratuitas e sujeitas à lotação conforme cada orientador. Elas podem ser feitas no dia do evento, com meia hora de antecedência, no local de cada oficina, com exceção da leitura de portifólios do fotógrafo Gil Sibin, em que apenas cinco pessoas poderão ser atendidas em razão do tempo.
Para a oficina com Gil Sibin, os interessados devem enviar o currículo resumido e o portifólio fotográfico para o e-mail miapocos@gmail.com com o assunto: Leitura de Portfólios.
MIA
O evento é realizado por Chiara Carvalho, gestora cultural, viabilizado pelo edital para concessão de patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura, com apoio da Prefeitura Municipal de Poços de Caldas. Há, também, parceria com empresas da cidade e apoio do Poços de Caldas Convention & Visitors Bureau, Instituto Moreira Salles (IMS Poços), Museu Histórico e Geográfico de Poços de Caldas, Atelier Obra 255, New York PUB e Espaço Cultural Ziriguidum.
A Mia conta com coordenação geral do músico Breno Scalla Oliani, produção executiva de Jesuane Salvador e tem como equipe de curadores Eduardo Sueitt (música), Luciana Faria (fotografia), Fábio Guedes (artes plásticas) e Marcelo Leme (audiovisual).
Ação Social
Durante as ações da MIA serão arrecadados alimentos não perecíveis e produtos de higiene pessoal que, em seguida, serão doados para a Secretaria Municipal de Promoção Social e também para a Santa Casa de Poços de Caldas.
Programação das Oficinas
Segunda-feira (26 de agosto)
15h – GASTRONOMIA – Oficina de Alimentação Vegana e Vegetariana
Ministrada por Julia Ghigiarelli
Local: Espaço Naya
Terça-feira (27 de agosto)
14h – OFICINA DE FOTOGRAFIA
Ministrada por Luciana Faria
Local: Thermas Antonio Carlos (foto ao lado)
Quarta-feira (28 de agosto)
14h – LEITURA DE PORTIFÓLIO
Com Gil Sibin
Local: Thermas Antonio Carlos
Quinta-feira (29 de agosto)
14h – OFICINA DE FOTOGRAFIA
Ministrada por Luciana Faria
Local: Thermas Antonio Carlos
Sábado (31 de agosto)
10h – MÚSICA INTRUMENTAL – Oficina de ritmos brasileiros
Ministrada por Carol Panesi
Local: Auditório IMS Poços
Fonte: Assessoria do Evento

MULTINACIONAL TRARÁ TECNOLOGIA DE PONTA PARA ANDRADAS

Estrutura das estufas de vidro é automática e possibilita a fertirrigação por gotejamento
A Prefeitura de Andradas, município do Sul de Minas Gerais, recebeu a visita dos dirigentes da multinacional holandesa Fonte Verde (foto acima), empresa que se instalará às margens da rodovia BR-146, no trecho que liga Andradas a Poços de Caldas, e irá cultivar tomates livres de agrotóxicos, com a tecnologia de ponta em estufas de vidro. Na reunião, os dirigentes pediram ao prefeito, Rodrigo Lopes, ao vice-prefeito, João Luiz Magalhães, e à secretária Municipal de Agricultura, Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Turismo e Cultura, Vivian Caldas Magalhães Franco, apoio institucional diante à Receita Federal e ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, conforme publicado no site “Portal da Cidade Andradas” na última segunda-feira, 19.
A multinacional será instalada em um terreno com mais de 20 hectares, adquiridos com recursos próprios, e está em fase de terraplanagem. Segundo os empresários, a empresa deve iniciar a produção até o fim do ano, gerando empregos e renda para o município.
A prefeitura apoia a iniciativa da multinacional holandesa e se comprometeu a ajudar frente à Receita Federal e ao Ministério da Indústria do Comércio Exterior e Serviços, além de intermediar no Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER/MG) em possíveis adequações na rodovia para o trânsito e acesso à empresa, facilitando a chegada de insumos e escoamento da produção.
A Fonte Verde investe em Andradas em um modelo tecnológico de produção conhecido como Agricultura 4.0 e a empresa chega à cidade após o município conseguir concessões para oferecer incentivos fiscais.
Ao todo, investimento para a implantação da empresa na cidade será da ordem de R$50 milhões. As obras para instalação da Fonte Verde – 4ª multinacional a chegar a Andradas desde 2013 – já tiveram início. O número de geração de empregos não foi divulgada.
Tecnologia de Ponta
Toda a estrutura é automática, incluindo o controle próprio de oscilação de temperatura natural. Seu sistema de estufa irá evitar os danos causados por fortes chuvas, granizos e ataques de pragas, além de criar um bloqueio de doenças que geralmente prejudicam a produção de tomate tradicional.
A tecnologia de estufas de vidros possibilita a fertirrigação por gotejamento, ou seja, o adubo é adicionado na água e atende toda a estrutura. São utilizados fitilhos, que direcionam o tomateiro para um crescimento vertical, ao contrário do sistema convencional, onde os condutores são em forma de pirâmide.
Fonte: Prefeitura de Andradas/Portal da Cidade